A suplicante, agente e consignatária no Brasil do navio a vapor Orania, do Lloyd Real Holandês, declarou que a referida embarcação encalhou quando fazia viagem do Porto de Amsterdã para o Porto do Rio de Janeiro provocando danos e prejuízos. Requereu ação para realização de depósito por avaria grossa que deveria ser feita pelo consignatário das mercadorias transportadas. O juiz deferiu a publicação dos editais requeridos. Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 115 - RJ, 1918; Termo de Protesto, 1929.
UntitledDIREITO ECONÔMICO
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O autor, capitão do navio a vapor francês Germaine L. D., fretado pela Companhia Francesa de Navegação a Vapor Chargeurs Réunis, requereu a ratificação de protesto quanto a abalroamento pelo navio a vapor inglês Alice Marie, de Newcastle, Inglaterra, saído do porto da Antuérpia, Bélgica. Pedido deferido, porém o processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no decreto nº 19.910, de 23 de abril de 1931 prorrogado pelos decretos nº 20032 de 25 maio de 1931, e nº 20105 de 13 de junho de 1931. tradução de cópia de Diário de Navegação a vapor, Tradutor M. de Mattos Fonseca, 1924; cópia do diário de navegação, 1929.
UntitledA autora, companhia de seguros marítimos e terrestres, operava conforme o Código Civil, artigo 985. No exercício de sua indústria, fazia seguros de mercadorias em estrada de ferro contra furto, fogo ou descaminho, indenizando os clientes e ficando sub-rogada para pedir ressarcimento. Tal procedimento se complicou com a exigência de apresentação de apólice original para que se provasse a sub-rogação em pedidos de indenização, por parecer do Consultor Geral da República e comunicação do Ministério da Viação aos diretores da Estrada de Ferro Central do Brasil, Estrada de Ferro Oeste de Minas, Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, Estrada de Ferro Rêde Cearense e Estrada de Ferro Therezópolis. Foi deferido o requerimento na petição inicial. Termo de Protesto, 1930; Código Civil, artigo 985; Código Comercial, artigos 687, 671.
UntitledTrata-se de carta rogatória expedida pela justiça portuguesa de acordo com a lei nº 221 de 20/11/1894, artigo 12 para requisição da testemunha Joaquim José Oliveira, estado civil casado, que era processado no processo comercial que moveu Manoel José Alves, nacionalidade portuguesa, comerciante, pois este alegou que lhe havia emprestado 6 contos de réis para compra de automóvel. Pedido deferido. Carta Rogatória, Tribunal Judicial da Comarca de Vila Verde, 1931; Reconhecimento de Assinatura, 1931.
UntitledO autor requereu o cumprimento de uma carta precatória expedida pelo Juízo da 5a. Vara Cível para o fim de que fosse o réu condenado no pagamento do valor de 30:719$656, por conta de uma importância seqüestrada pelo Tesouro Nacional. O suplicante havia obtido a sua falência requerida pelo suplicado, sendo este último investido nas funções de síndico, promovendo a venda dos bens da massa e conseqüente liquidação. Juiz Olympio de Sá e Albuquerque deferiu o requerido. Decreto nº 2024 de 17/12/1908; Advogado Francisco Prado, Rua da Quitanda, 55 - RJ.
UntitledO curador especial de acidentes de trabalho requereu ação para pagamento de indenização a Humberto Caetano da Silva, operário, que sofreu acidente enquanto trabalhava na Fábrica de Cartuchos e Artefatos de Guerra. A ação foi julgada prescrita e o autor condenado nos custos. profissão . Auto de Exame, 1931; Radiografia do Joelho Esquerdo; Decreto nº 13498 de 1919, artigos 21 e 22; Lei nº 3724 de 15/01/1919, artigo 22.
UntitledO autores, comerciantes, requereram o pagamento de nota promissória no valor de mil quatrocentos e vinte e sete libras, onze shillings e onze pences à Companhia Nacional de Navegação Costeira. Foi deferido o requerido. Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1931; Imposto de Renda, 1931; Imposto de Indústria e Profissões, 1931; Imposto de Licenças, Aferição e Taxa Sanitária, 1931; Recibo, 1929.
UntitledO autor era credor do réu no valor de 108:538$410 réis mais juros de mora. Foi expedido contra a Fazenda Nacional um mandado a fim de que fosse pago ao suplicante o valor de 178:745$223 réis. Verificou-se, porém, o que o suplicante tinha direito de receber o valor de 19:372$700 réis do suplicado. Este requereu o pagamento da dívida. Foi deferido o pedido inicial. Decreto nº 3084, artigo 78 e artigo 515.
UntitledA suplicante pretendendo vender um prédio na Rua Heloísa Leal, foreiro ao Patrimônio Nacional, no valor de 40:000$000 réis a Maria da Gloria de Oliveira de Siqueira, e não recebendo guia de licença, requereu ação para depósito do valor de 1:000$000 réis referente ao laudêmio. O juiz deferiu o requerido. A união tentou embargar a decisão, não havendo sentença para o recurso. Procuração, Tabelião Alvaro da Fonseca Cunha, Rua do Rosário, 138 - RJ, 1932; Caderneta, Caixa Econômica do Rio de Janeiro, Fazenda Nacional, 1933; Decreto nº 19398 de 11/11/1930.
UntitledOs autores alegaram serem possuidores da lancha a vapor Guimota, empregada no tráfego do porto. Esta, no dia 12/11/1906 foi abalroada pelo rebocador Comodoro, pertencente aos réus. Os suplicantes requereram uma indenização no valor de 117 mil réis referente a uma outra lancha alugada pelos suplicantes, como também o valor da embarcação naufragada que era de 25 de contos de réis. O juiz deferiu o pedido. O réu, por sua vez, apelou ao Supremo Tribunal Federal e este, por unanimidade, indeferiu a apelação. Carta de Sentença, 1909; Jornal Diário Oficial, 19/11/1909; Contrato para Obra de Melhoramento do Porto do Rio de Janeiro; Recibo, Recebedoria do Rio de Janeiro, 1910, Hotel Popular de Manoel Bento, 1910; Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1912.
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