Tratava-se de processo de quebra de contrato. O autor havia contratado a compra de minério de ferro e manganês da propriedade do réu chamada Bella Vista, no estado de Minas Gerais, entretanto, o réu enviou minério de outra região, sendo o minério do autor vendido para outros. O valor da ação foi de 150:000$000 réis. O agravo foi negado, os agravantes devem pagar as custas.
2a. Vara FederalDIREITO ECONÔMICO
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O suplicante, capitão da barca alemã Ernst, apresentando o valor do contrato de carta de fretamento de sua embarcação, que estipulou o preço do frete pela unidade de 15 schillings por 26 alqueires de 40 litros, e o das sobrestadias pela unidade de 4 dinheiros por tonelada de registro, alegou que é credor dos afretadores suplicados, e por esta razão, requereu a concessão de arresto da dita carga de sal transportada em sua embarcação no total de 39860 alqueires, a fim de assegurar o saldo do frete e estradas devido pelo suplicado. Foi deferido o requerido. Certidão de Tradução 4, Declaração, Carta, Conta de Frete, Tradutor Público Johannes Jochim Christian Voigt; Protesto; Procuração; Termo de Protesto; Recibo de Depósito; Código Comercial, artigos 527, 619 e 437; Decreto nº 848 de 11/10/1890, artigos 202 letra H, 207 e 235 letra B; Regulamento nº 737 de 1850, artigo 321, parágrafos 1, e 322 .
Juízo Seccional do Distrito FederalO autor legava que Alberto F. Vasques, Bastos C. Vasques e Vasques Quadros, se obrigaram por intermédio de seu procurador Manoel Cesario Aguirre a pagar o valor de 45:000$000 réis, 20 por cento da quantia reclamada pelo Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio, a título de prêmio por culturas de trigo feitas no Rio de Janeiro. O suplicante requereu que se procedesse ao arresto de importância suficiente para que fosse paga a dívida no Tesouro Nacional aos suplicados. O juiz deu procedência ao pedido. O Supremo Tribunal Federal confirmou despacho que dava procedência ao pedido. Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 16 - RJ, 1919 e 1916, tabelião Djalma da Fonseca Hermes, Rua do Rosário, 141 - RJ, 1916 e 1919; Recorte de Jornal Diário Oficial, 29/12/1918 e 12/01/1919; Decreto nº 3564 de 22/01/1900, Lei nº 2919 de 31/12/1914, Decreto nº 3084 de 1898, artigo 112, letra d, Decreto nº 848 de 11/10/1890 e Decreto nº 737 de 1850.
1a. Vara FederalOs autores alegaram que os réus foram condenados no pagamento dos danos causados por falsificação da sua marca registrada de barbante, no valor de 66:579$423 réis. Foi deferido o requerido. Demosntrativo de Vendas, Frazão & Companhia, 1900; Procuração, Tabelião Ibrahim Machado, 1904; Recibo; Cálculo de Débito; Exame de Livros Juízo Federal, 1904; Advogado Oliveira Coelho Rua 7 de Setembro, 20 - RJ, Cons. Theodoro M. F. Pereira da Silva, Theodoro de B. Machado Silva, A. H. de Souza Bandeira, Rua do Rosário, 30 .
2a. Vara FederalTratava-se de processo movido contra a ré para reaverem os danos e prejuízos causados pelo abalroamento do Borja Castro na barca Bhoni. Foi citado o Regulamento nº 737 de 1850, artigos 118, 119, 122 e 127, Decreto nº 3084, artigo 227, parte III e Decreto nº 3084 de 05/11/1908, artigo 223, parte III. Procuração 3, Tabelião Evaristo Valle de Barros, Rua do Rosário, 100, 1912, 1904.
2a. Vara FederalOs autores, negociantes, pediram para citar o afretador Leopoldo do Nascimento e dar-lhe 10 dias para pagar o valor reclamado ou alegar e provar o embargo relevante, sob pena de condenação, revelia, juros de mora e custas, pelo não recebimento da carga de carvão embarcada no vapor nacional Carangola, no valor de 3:850$000 réis. Sua delegação era considerada sem fundamento em 13/09/1899. Procuração, 1899; Lei nº 221, artigo 44.
Juízo Seccional do Distrito FederalO autor era credor do réu no valor de 34:605$800 réis. Assim o autor requereu o pagamento da referida quantia. Conta de Empréstimos, 1911; Traslado de Procuração, Tabelião Alfredo Firmo da Silva de São Paulo, 1909; Recorte de Jornal O Imparcial, 09/01/1913.
2a. Vara FederalO autor era credor do réu, este lhe devia o valor de 14:599$050 réis. Por isso moveram ação de dez dias para que a dívida lhe fosse paga. O autor havia estabelecido relação de comércio com o réu. Procuração, Tabelião Marmede Fróes de Andrade, Barra Mansa - RJ, 1910, tabelião Djalma da Fonseca Hermes, 1910.
1a. Vara FederalO réu devia aos autores comerciantes o valor total de 15:279$137 réis. Por isso pediram que fossem assinados os 10 dias da lei para que dentro deles o réu lhes pagasse a dívida. Os autores residiam no estado de Minas Gerais. O réu foi condenado a pagar aos autores as importâncias referidas ao processo. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19910 de 23 de Abril de 1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25 maio de 1931, e Decreto nº 20105 de 13 de junho de 1931. Recibo da Casa da Sinceridade, 1909; Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 42, 1909.
1a. Vara FederalO autor era credor do réu, sobre nota promissória vencida e não paga. Requer mandado executivo para o pagamento, sob pena de penhora. Foi julgada por sentença a desistência. Auto de Penhora e Depósito, 1923; Taxa Judiciária, Recebedoria do Distrito Federal, 1925.
2a. Vara Federal