O autor, casado, funcionário público federal e advogado, de nacionalidade brasileira, deixou de receber os juros relativos ao primeiro semestre de 1930, das 197 apólices federais de sua propriedade, no valor de 1:000$000 cada uma. Foi constatado que os cupons tinham sido extraviados com as respectivas apólices. Por isso, o juiz da 5a. Vara Civel tinha oficiado ao Presidente da Câmara Sindical de Corretores a fim de que fosse impedida qualquer negociação com os papéis. O suplicante pede a intimação da Fazenda Nacional e do diretor da Caixa de Amortização para que não sejam pagos o capital, os cupons de juros do primeiro semestre de 1930 e os cupons de juros que venceram. O juiz julgou perempta a ação. Jornal Diário da justiça, 1930; Carta Precatória, 1930; Procuração, 1930; Registro Civil, 1931; Recibo, 1926, 1929; Desquite da Parteira, 1930; Decreto n° 3084 de 1898; Decreto n° 19910 de 1931.
2a. Vara FederalDIREITO ECONÔMICO E FINANCEIRO
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O autor, nacionalidade portuguesa, negociante, domiciliado em Niterói, alegou que havia adquirido por compra, em 19/11/1928, a apólice no. 133.229, no valor de 1:000$000 réis, juros de 5 por cento. Como o autor perdeu a dita apólice, requereu a obtenção de um novo título, além de impedir que o título perdido fosse pago. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19.910, de 23 de Abril de 1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25 maio de 1931 e Decreto nº 20105 de 13 de junho de 1931. Recibo da Câmara Sindical, 1928; Procuração, Tabelião J. Evangelista da Silva, Palácio da Justiça, Niterói, 1928; Jornal Diário da Justiça, 27/12/1928; Recibo da Imprensa Nacional, 1928; Decreto nº 3084, de 05/11/1898, artigo 168; Advogado Luiz Fortunato de Menezes.
2a. Vara FederalO suplicante era estado civil casado, profissão dentista, residente à Ladeira dos Tabajaras, 14. Tendo perdido na via pública cupons referentes a apólices federais da Dívida Pública no valor nominal de 1:000$000 réis, emitidos em virtude do Decreto nº 15519 de 13/06/1922, requereu um processo de extravio ou perda dos ditos cupons, sendo citada a Caixa de Amortização, o presidente da Câmara Sindical de Corretores, a União Federal e interessados. O juiz deferiu o requerido. Procuração, 1938; Recorte de Jornal Diário da Justiça, 1938; Decreto nº 15519 de 13/06/1922 e Decreto nº 3084 de 1898, artigo 162.
2a. Vara FederalOs autores tinham recebido uma contra-fé pedindo pagamento de Imposto de Indústrias e Profissões, 2º Semestre de 1914, o que já se encontrava quitada. Pediu o prazo de 8 dias para apresentar a intimação anulada. O juiz ordenou vista ao Procurador da República, sem demais manifestações. Recibo Recebedoria do Distrito Federal, 1916.
2a. Vara FederalA autora pediu apresentação de livros comerciais da firma ré desde 1936, por esta ter se negado a mostrá-los às autoridades fiscais. A suplicada estabelecia-se à Rua Assis Carneiro, 102, com negócio de gêneros alimentícios e bebidas. A mulher afirmou rendimentos tão baixos, de 60$000 réis diários, que não seria obrigada a manter determinados livros-caixa. Não houve audiência de julgamento nem de exibição. Decreto nº 918 de 24/10/1890, artigo 11; Decreto nº 8247 de 1910; Decreto nº 22061 de 09/11/1932, artigo 27, Código de Processo Civil, artigo 216 a 222 e 276; Lei nº 559 de 31/12/1898, artigo 8; Decreto nº 3564 de 22/01/1900, artigo 62; Decreto nº 9210 de 1911; Decreto nº 585 de 31/07/1889, artigo 32; Código Comercial, artigo 13; Nota de Intimação, Recebedoria do Distrito Federal, 1939; Registro de Firma e Imposto de Consumo Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 115 - RJ, 1936.
2a. Vara FederalO autor requereu a exibição integral dos livros comerciais da ré. O autor alegou que o réu fraudou o fisco nacional em grande quantia, e que foi feita denúncia a Procuradoria por Georges Gafner e José Killer. O autor foi julgado carecedor da ação e foi condenado ao pagamento das custas. Ele entrou com embargo, que foi desprezado, e a sentença reformada foi mantida. Embargo de Nulidade, 1914; Demonstrativo de Contas e Custas, 1915; Taxa Judiciária, 1917; Procuração, Tabelião Lino Moreira, Rua do Rosário, 134 - RJ, 1914; Regulamento nº 737 de 1850, artigo 351; Decreto nº 848 de 1890, artigo 220; Lei nº 641 de 14/11/1899, artigo 47; Lei nº 85 de 31/06/1899, artigo 2; Código Comercial, artigos 18 e 17.
2a. Vara FederalO suplicante requereu uma autorização para exibição dos livros que havia vendido, pois firmara acordo com a ré para que, a cada venda, teria creditado 4 por cento do valor assim que o cliente efetuasse o pagamento. Entretanto, a ré negou-lhe o direito de comissão, no valor de 19:589$400, assim o suplicante requereu, como preparação da ação, a decretação da exibição dos livros necessários e auxiliares da firma suplicada. Juiz Olympio de Sá e Albuquerque. O Processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no decreto nº 19.910, de 23 de Abril de 1931 prorrogado pelos Decretos nº 20032 de 25 maio de 1931, e nº 20105 de 13 de junho de 1931. Procuração, 1922; Código Comercial, artigo 18; Decreto nº 3084 de 05/11/1898 .
1a. Vara FederalA autora suspeitava que a ré, empresa industrial e comercial, não tinha pagado regularmente o Imposto de Selo Proporcional. Requereu a citação da mesma, na pessoa de seu representante legal, para que em dia e hora designados exibisse os livros comerciais. O pedido foi deferido. A ré entrou com agravo ao Supremo Tribunal Federal, que deu-lhe provimento, julgando a ação improcedente. Procuração Tabelião Raul de Noronha Sá, Rua Buenos Aires, 49 - RJ, 1930; Termo de Agravo, 1934; Advogado Prudente de Morais Filho, Humberto de Aguiar Cardoso, Armando de Aguiar Cardoso, Radagazio Moriz Freire, Ildefonso Bromt de Bulhões Cardoso e outros, Rua Marechal Floriano, 168 - RJ; Constituição Federal, artigo 72; Código Comercial, artigo 17 e 18; Decreto nº 17464, de 1926, art 115; Decreto nº 20350, de 1930; Decreto nº 19958, de 1931; Lei nº 641, de 4/11/1899, artigo 13; Decreto nº 17390 de 1926, artigo 104 e 173; Decreto nº 21554 de 20/06/1932, artigo 173; Decreto nº 5142, de 1904; Decreto nº22061de 09/11/1932, artigo 27; Decreto nº 17538 de 10/11/1926, artigo 38; Lei nº 583 de 31/07/1899, artigo 2; Constituição do Império, artigo 179; Código Comercial de 1830, artigo 310; Regulamento nº 737 de 1850, artigo 344; Decreto nº 3084 de 05/11/1898, artigos 136 e 142; Decreto nº 763 de 1890, artigo 1; Lei nº 221 de 20/11/1894, artigo 44 .
2a. Vara FederalO autor, localizado à Rua do México, 128, Rio de Janeiro, alegou que era credor dos suplicados no valor de 143.225,80 cruzeiros, provenientes de um contrato mútuo com garantia hipotecária. Este requereu o pagamento da dívida, sob pena de penhora do imóvel à Rua Camarista Méier, 516, Rio de Janeiro. Em 1961, os réus firmaram um acordo com o suplicante. Em 1962, a ação foi julgada extinta e arquivada. Escritura, 1948 e 1952.
Juízo de Direito da 4a. Vara da Fazenda PúblicaO autor, capitão da galera ingles Glencona, requer o pagamento do valor de 25:096$348 referente a venda em leilão pela Inspetoria de Obras Públicas, intermediada por J. Cotrim Companhia, de tubos que tiveram sobrestadia em sua galera. Assim pede a quantia como forma de pagamento por esta sobrestadia. Foi julgado nulo o processo e os réus absolvidos e os autores condenados nas custas. O autos apelou e o STF que não deu provimento a apelação para confirmar a sentença apelada. Procuração, 1889 - 1890; Contrato entre Partes, 1889; Certificado de Tradução, 1890; Documentos em inglês referentes ao Glencona, 1889; Carta Precatória Avocatoria, 1890.
Juízo de Direito do Comércio