A suplicante, mulher, doméstica, tendo requerido depósito preparatório de ação, bem como a exposição de alvarás de autorização no sentido de outorgar escritura definitiva de compra e venda da metade do imóvel sito na Rua das palmeiras, 69, Botafogo, e carta de arrematação de outra metade, sem o pagamento do Imposto sobre o Lucro Imobiliário, propõe uma ação ordinária contra a suplicada requerendo reaver o valor do referido imposto depositado no Banco do Brasil S/A. O juiz julgou procedente a ação com recurso de ofício. A União Federal, ré, não se conformando, apelou desta para o Supremo Tribunal Federal, que negou provimento a tal recurso. Processo Autos de Depósito Preparatório, 1954; Procuração Tabelião José de Segadas Vianna, Rosário, 136, 28/09/1954; Escritura de Promessa de Venda de metade do Imóvel situado na Rua das Palmeiras, 69,Tabelião José de Segados Vianna, Rosário, 136, 22/06/1954; Guia de Rrecolhimento 2; Código do Processo Civil, artigos 689, 164 e 820; Decreto-Lei nº 9330 de 10/06/1946, artigo 2; Decreto nº 24239 de 22/12/1947, artigo 2; Lei n° 1473 de 24/11/1951; Lei n° 1474 de 26/11/1951; Decreto nº 36773 de 13/01/1955, artigo 92, parágrafo 5.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaDIREITO ECONÔMICO E FINANCEIRO
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Pediu-se citação da ré, pois esta deixou de pagar os foros, deixando o foreiro de pagar as pensões por 3 anos consecutivos, pedindo o domínio útil por decreto judiciário pelo senhorio em competente ação, conforme Código Civil artigo 692 e Lafayete Direito das Coisas a 7/4/1854. A autora deu em arrendamento à ré pelo prazo de 18 anos um terreno em estrada para o curral falso na Fazenda de Santa Cruz pertencente ao Patrimônio Nacional. Foi deferido o requerido. Recibo; Recorte de Jornal; Código Civil, artigo 692; Decreto n° 3084 de 1898, artigo 49; lei n° 360 de 1895, artigo 10.
3a. Vara FederalO suplicante, por escrituara de 29 de abril de 1920 lavrada em notas do também 7o. ofício, dendeu ao suplicado as embarcaçãoes Catraias Helia, Santo Antônio e Carvalho Júnior, tudo pelo valor de 18:000$000 réis, dos quais, 5:000$000 réis foram pagos no ato da venda, e, para ganrantia dos 13:000$000 réis restantes, recebeu do comparador 3 promissórias de 3:000$000 réis cada uma e outra de 4:000$000 réis. Para garanta do pagamento dessas promissórias, o comprador convencionou, em benefício do vendedor, um penhor mercantil das mesmas embarcações. Alegando que as duas últimas promissórias estão vencidas, não tendo sido pagas e já devidmanete protestadas, o suplicante requer, fundamentado na Consituição Federal, artigo 60 e no Código Comercial, artigo 474, que seja expedido contra o suplicado mandado executivo de pagamento incontinenti da respectiva importância, sob pena de proceder a emhora em tantos bens do mesmo supicado quantos bastarem para o dito pagamento da importância do mesmo mandado, juros e custas. foi expedido o mandado requerido em inical. A penhora foi executada. Procuração, Tabelião Belmiro Corrêa de Moraes, Rua do Rosário, 76 - RJ, 1919, Tabelião Noêmio Xavier da Silveira, Rua da Alfândega, 10 - RJ, 1921, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1921; Escritura de Venda, Tabelião Belmiro Corrêa de Moraes, 1920; Nota Promissória, 1921; Carta Precatória, 1921; Taxa Judiciária, 1921; 27/04/1923; Termo de Proteto, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, 1921; Termo de Agravo, 1921; Escritura de Confirmação de Dívida com Hipoteca, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, 1920, 1923; Jornal Diário Oficial, 22/07/1922, 01/08/1922, 15/08/1922, 24/08/1922, 06/09/1922, 14/09/1922, Jornal do Commércio, 01/08/1922, 24/08/1922, 15/08/1922, 06/09/1922; Recibo, Jornal do Commércio, 1922; Protesto, 1921; Decreto nº 3084 de 1898, artigo 576; Decreto nº 848 de 1890, artigo 277; Imposto de Indústrias e Profissões, 1921; Imposto de Licença, Aferição e Taxa Sanitária, 1921.
2a. Vara Federal