Trata-se de inquérito sobre cédula falsa no valor de 500$000 réis, passada pelo réu à Estrada de Ferro Central do Brasil, na compra de passagem de trem a São Paulo. Os autos se iniciaram em 1932 na Polícia de Investigação Criminal de Lisboa, Portugal. O filho do suplicado, Luiz Felix da Costa Monteiro, empregado do Banco de Lisboa e Açores, enviara ao pai a nota falsa. Não houve julgamento. A nota teria sido fabricada por Albino Artur Barbedo Mendes, falsificador. Fotografia 2 Moeda Falsa; Auto de Declaração, Lisboa, 1932 e 1933.
Sem títuloCÉDULA FALSA
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Trata-se de inquérito iniciado na 2ª Delegacia Auxiliar sobre cédula falsa no valor de 2$000 réis encontrada nas receitas da estação de Colégio, Estrada de Ferro Central do Brasil. Por não terem descoberto indícios da autoria, o processo foi arquivado. Decreto nº 22269 de 28/12/1932; Termo de Exame de Moeda Falsa, 1934, Gabinete de Perícia da Casa da Moeda.
Sem títuloO suplicado era estado civil casado, profissão do comércio, com 33 anos de idade, imigrante português de nacionalidade portuguesa, alfabetizado, ex empregado da Companhia Light and Power, estrangeiro. Em maio de 1935 foi acusado por Jacyra Garcez de lhe ter passado cédula falsa de valor de 500$000 réis na Recebedoria da dita companhia. O réu alegou estar em viagem de visita a amigo em Pinheiro, estado do Rio de Janeiro. Os autos estavam incompletos, motivo pelo qual não se identificou o julgamento. Auto de Qualificação, 1935; Auto de Declarações de Testemunha, 1935; Exame, Instituto de Identificação, 1935; Folha de Antecedentes Criminais, Polícia Civil, 1928 e 1935.
Sem títuloTrata-se de um pedido de habeas corpus feito pela impetrante, com 54 anos de idade, mulher, em favor de seu marido, paciente, que se encontrava preso havia oito dias na Polícia Central, sob acusação de cédula falsa. O paciente não se encontrava detido, com isso o processo foi julgado prejudicado.
Sem títuloTrata-se de um inquérito policial referente a uma cédula falsa no valor de 200$000, encontrada na féria da Estação de Campo Grande da Estrada de Ferro Central do Brasil. O inquérito se baseia no Decreto n° 4780 art. 11. Foi deferido o arquivamento do processo. Termo de Exame de cédula falsa; Auto de Exame.
Sem títuloTrata-se de inquérito policial instaurado na 3a. Delegacia Auxiliar a fim de apurar a procedência de cédula falsa passada em pagamento de objetos comprados na Joalheria Sabino, situada á Praça Tiradentes no. 62 e a responsabilidade criminal do réu, que foi quem efetuou tal pagamento. O juiz homologou o arquivamento do processo. Cédula Falsa; Auto de Exame de cédula falsa, 1928; Inquérito, 1928.
Sem títuloTrata-se de inquérito policial da 3ª. Delegacia Auxiliar instaurado para apurar o fato de indivíduos terem distribuídos notas reclames, pelas ruas da Capital Federal, nos valores de 100$000 e 500$000 réis. O juiz homologou o pedido do arquivamento. Recibo, Renascença, 1927; Cédula Falsa; Auto de Exame, 1927.
Sem títuloA autora requereu o arquivamento do inquérito referente a denúncia de habib Abeugaid, negociante na rua Alfândega no. 314 de ter recebido uma cédula falsa no valor de 100$000 do réu. este negou que a cédula que trocou fosse mesma cor que a falsa e que ela foi dada por seus patrões. Clair e Irmãos para este fim. A autora alega não haver indícios ou provas da má fé do réu ou de que a cédula seja mesma. Processo arquivado. Termo de Exame; Cédula Falsa.
Sem títuloTrata-se de inquérito policial da 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia, instaurado para apurar a procedência de cédula falsa recebida na Estação D. Pedro II. O inquérito foi arquivado como foi requerido pelo Procurador. Cédula Falsa, 1926; Auto de Exame de Cédula Falsa, 1926.
Sem títuloO autor requer as diligencias necessárias para formação de culpa do réu, pois este a pagar a casa comercial de Manoel Francisco de Brito no valor de 3:6000$000 réis, teria passado nota falsa de 500$000 réis. A denúncia foi julgada improcedente. Procuração, Tabelião Pedro Evangelista de Castro, Rua do Rosário, 103 - RJ, 1924; Termo de Exame de Nota Falsa, 1925; Decreto nº 4780, de 1923, artigo 11; Lei nº 261, de 1841; Regimento nº 120, de 1842; Decreto nº 3084, de 1898.
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