Trata-se de uma carta precatória onde os suplicantes são sócios da Caixa Mútua de Pensões Vitalícias S/A, com sede na cidade de São Paulo, e alegam inconstitucionalidade do Decreto n° 8846 de 26/07/1911, que impede o funcionamento da mesma e afetava os direitos adquiridos.
2a. Vara FederalATO ADMINISTRATIVO
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O depositante, vem em nome do suplicante realizar autos de rogatória. O depositário de tal ação é o Juiz Federal do Distrito Federal. A referida carta foi solicitada para inquirição de testemunhas. As testemunhas foram chamadas como requerido em inicial. Certidão de Tradução, 1902; Procuração, 1903.
Juízo Federal do Rio de JaneiroO cônsul da Espanha, na cidade do Rio de Janeiro requer que o juiz da 2a. vara digne-se ao cumprimento do rogatória expedida pelo seu país, para que seja feito o depoimento de Ornestein e Companhia negociantes dessa praça. Tal depoimento deve ser prestado pelo sócio gerente, ou qualquer representante legal da mesma. Foi deferido o requerido. Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 42 - RJ, 1908; Carta Rogatória, 1908; Tabelião Roquette, Rua do Rosário,115 - RJ.
Juízo Federal da 2a. VaraA suplicante, tendo construído um edifício para seu uso e da Panair do Brasil, S. A., no Aeroporto Santos Dummont, dispondo de amplo espaço e de instalações adequadas no andar térreo desse edifício para atender todo tráfego do aeroporto, tanto de aeronaves de terra como marítimas, ofereceu ao Governo a ocupação e utilização gratuita desse andar térreo para servir a todas as empresas de aviação que operassem no Brasil, sem nenhum ônus para o Governo e por período a ser fixado pelo Departamento de Aeronáutica Civil. Autos incompletos. Fotografia, 1938; Planta Aeroporto; Jornal Diário Oficial, 1938; Decreto nº 1517 de 19/03/1937, artigo 2; Decreto nº 1795 de 12/07/1937; Decreto nº 18768 de 28/05/1929; Decreto-lei nº 20914 de 06/01/1932, artigo 3; Decreto nº 49 de 15/02/1935, artigo 1.
Departamento de Aeronáutica CivilO suplicantes propuseram uma ação especial para avaliar o ato do inspetor da alfândega do Distrito Federal, que julgou procedente a apreensão das jóias que consigo trazia a bordo do vapor Barcelona. Solicitaram que se avaliassem as mesmas a fim de que fosse estabelecido o valor. O processo foi julgado perempto em 1931, por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19910 de 23/04/1931, prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25/05/1931 e pelo Decreto nº 20105 de 13/06/1931. Auto de Avaliação; Advogado Francisco de Andrade e Silva, Rua do Hospício, 111 - RJ.
Juízo Federal do Rio de JaneiroA autora, mulher, estado civil casada e seu marido, residentes à Rua Intendente Cunha Menezes, 106, Rio de Janeiro, eram proprietários do terreno na Rua Padre Ildefonso Penalba, 434, Freguesia do Engenho Novo, Rio de Janeiro e prometeram vendê-lo a Manoel Rocha pelo valor de 130.000,00 cruzeiros. Acontece que para liquidar o restante do preço, o comprador deveria pagar o imposto de lucros imobiliários, de acordo com o Decreto-Lei nº 9330 de 10/06/1946, mas os autores só possuiam o comprovante do preço do terreno de quando adquiriram em 1923. Assim, requereram a determinação do valor do imóvel por avaliadores privativos do juízo. O juiz deferiu o requerido. Procuração, Tabelião Manlio Corrêa Giudice 9º Ofício de Notas Rua do Rosário, 145 - RJ, 1952.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaAs autoras tinham um sobrado desocupado, sem dar renda à Praça da Matriz, 11, cidade de Resende, estado do Rio de Janeiro, o que foi averbado e inscrito na Prefeitura de Resende no nome de sua falecida mãe, Gualdina da Cunha Luz. O prefeito propôs executivo fiscal contra a morta, embora não indicasse o motivo, as datas das audiências nem da acusação e a proposta ainda ocorreu 2 anos após a morte. As autoras consideraram a justiça local incompetente, requerendo expedição de avocatória ao juiz de direito da cidade de Resende para envio dos autos do executivo fiscal a fim de que o julgamento ocorresse na cidade do Rio de Janeiro. Já havendo a justiça local proferido sentença, não coube providência do artigo 79 da lei nº 221 de 1894. Constituição Federal, artigo 62.
1a. Vara FederalA suplicante, na petição inicial, solicitou avocação aos autos de ação ordinária contra ela, movida para Luiz Antonio Teixeira Leite . Estes, perante o Juiz da 2a. Vara Cívil de São Paulo, quis a rescisão de escritura de venda de acervos da antiga Companhia Estrada de Ferro Araraquara. A avocatória foi negada.
São Paulo Naithern Raiboard CompanyO autor, presidente da Companhia Estradas de Ferro Espírito Santo e Minas, com sede em Bruxelas, contratou com o Governo do Estado de Minas Gerais a construção de uma estrada de ferro ligando este Estado e o Espírito Santo. O Governo decretou a caducidade do contrato e compeliu a companhia a dissolver-se. O autor propôs contra o governo uma ação para revogar o ato e indenizá-lo por perdas e danos. A ação foi julgada prodcedente. Para pagar parte do pessoal técnico, o autor foi condenado e teve de nomear seus bens bens à penhora. O recurso interposto por incompetência de juízo não foi atendido. O autor agravou a sentença baseado na Constituição Federal artigo 60. O juiz ordenou que expedisse a avocatória requerida para a remoção de causa que pertence à Justiça da União , em que não se prorrogava a competência da Justiça Local nem por força de disposição da lei ordinária. Constituição Federal, artigo 60; Decreto nº 434 de 1891, artigo 108; Lei nº 19398 de 28/08/1908, artigo 4; Decreto nº 848 de 11/10/1890, artigo 16; Lei nº 221 de 1893, artigos 10 e79.
1a. Vara FederalO suplicante, estado civil casado, domiciliado à Rua Visconde de Pirajá no. 174, Rio de Janeiro, tendo inventado um envelope especial para correspondência a ser entregue mediante protocolo e obtido a respectiva patente, nega que nas dependência da Afândega do Rio de Janeiro, armazém no. 4do Cais do Porto, encontram-se 10 caixas contendo envelopes iguais aos de sua patente, chegados pelo vapor General Ozório, e consignados ao Departamento dos Correios e Telegrafos. Emvirtude disto, o suplicante requer a expedição de mandado de busca e apreensão nas ditas caixas. O juiz indeferiu o pedido.
2a. Vara Federal