A autora denunciou os réus por agredirem Leão da Costa Jacques quando se procedia à apuração da eleição para deputados na seção da Freguesia do Sacramento. Os réus tiveram como fim, segundo a autora, dispersar a mesa eleitoral. Estariam incursos no Código Penal, artigo 169, combinado com o Código Penal, artigos 303 e 304. A ação foi julgada procedente. Foi negado provimento à apelação. Procuração, Tabelião Antonio Joaquim de Cantanheda Junior, Rua do Rosário, 70 - RJ, 1887; Decreto nº 848 de 1890, artigo 65.
Juízo Seccional do Distrito FederalLESÃO CORPORAL
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Tratava-se de inquérito policial e corpo delito devido à desordem promovida por 23 indivíduos no dia das eleições em 18/02/1903, que queriam não permitir a mesma. Em tal desordem o alferes do 24o. Batalhão da Linha chamado Rocha Vuteiral recebeu uma punhalada de Ferão Vianna que era funcionário da padaria do Largo de São Salvador. O local da desordem foi a 5a. Seção que funcionava no endereço Rua do Catete, 162. As eleições de 18/02/1903 foi para vice-presidência. Affonso Penna foi eleito para ocupar o lugar de Silviano Brandão. Foi citado o Decreto nº 848 de 11/11/1890, artigo 04. O processo foi arquivado. Parecer n. 81 de 1903, Câmara dos Deputados, 1903.
1a. Vara FederalO suplicante veio por meio deste processo requerer a prisão dos réus por agressão, crime que aconteceu na Rua do Regente, 31, freguesia de Sacramento, quando Horácio Pessoa causou lesão corporal a Leão da Costa Jacques e Ancelenóda Costa Jacques recebeu uma navalhada do outro réu, ficando, então, inabilitado por trinta dias. Os réus, incursos no Código Penal, artigos 169, 303 e 304, trabalhavam para os correios; e os agredidos eram deputados. O Juiz julgou procedente a denúncia e o ré, não se conformando, apelou desta para o STF. O Juiz não aceitou. O réu apelou de novo e o Juiz julgou deserto o recurso. O Juiz absolveu os réus das acusações. Recorte de Jornal Gazeta da Tarde, 31/12/1896; Auto de Exame, Corpo de Delito, 1896, 1897; Procuração, Tabelião Belmiro Corrêa de Moraes, Rua do Rosário, 76 - RJ, 1897; Auto de Sanidade, 1897; Justificação, 1897; Termo de Recurso, 1897; Imposto de Indústrias e Profissões, 1897; Recibo Cofre dos Depósitos Públicos, 1897.
Juízo Federal do Rio de JaneiroTrata-se de Inquérito Policial sobre a agressão que o condutor do trem, Octacilio Casemiro da Cunha sofreu, na Estação do Méier da Estrada de Ferro Central do Brasil sendo o réu seu agressor. Formulário da Segunda Delegacia Auxiliar de Policia, 1919; Carta, 1919; Passagem, s/d, Auto de Exame de Delito, 1919.
2a. Vara FederalTrata-se de inquérito policial da 1ª. Delegacia Auxiliar, instaurado para apurar uma queixa crime do queixante, preso da Casa de Detenção, contra o queixado diretor da Casa de Detenção, em virtude de ter o mesmo se recusado a autuar em flagrante, um detento que teria ferido o preso José Álvaro com golpes de navalha. O juiz deferiu o arquivamento do processo. Consolidação das Leis Penais, artigos 330, 356, 358 e 363.
Vara Federal,1.ªTrata-se de um inquérito policial ocorrido na 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia. José Alvaro intenta uma queixa crime contra os réus, respectivamente Diretor da Casa de Detenção e Chefe dos Guardas da Casa de Detenção. O denunciante, com 26 anos de idade, estava recolhido a casa de detenção em cumprimento de pena de um ano e três meses. Este afirmou que oito soldados espancaram barbaramente alguns menores, que depois foram recolhidos a alas incomunicáveis. espancamento. O Juiz deferiu o arquivamento. Auto de Coleta de Material para exame gráfico, 1934; Auto de Exame de letra e firma, 1934 e 1935.
2a. Vara FederalA autora requereu abertura de inquérito para apurar o crime de lesão corporal de menor abandonado Pedro Lyra, asilado no Abrigo de Menores. O réu, guarda do estabelecimento, foi acusado de ser o autor da agressão. O juiz deferiu o arquivamento do processo. Individual Datiloscópica, Gabinete da 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal, 1925; Laudo de Exame de Corpo de Delito, Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro, 1925; Decreto nº 16272 de 20/12/1923; Decreto nº 16444 de 02/04/1924, artigo 13.
3a. Vara FederalO Presidente da Corte Suprema Edmundo Pereira Lins fora informado pelo secretário do STF que o oficial de justiça daquele juízo, Antonio Leal da Silva discutiu e lutou em briga com Antonio Pinto de Mello, oficial de justiça da 2a. vara, no saguão do edifício do STF. Pediu que o juiz federal da 1a. vara tomasse providências. Processo inconcluso.
1a. Vara FederalO suplicante afirmou ter sido vitimado por sérias violências quando se achava no interior do prédio na Praça Tirandente 28, alugado por contrato de arrendamento e onde o suplicante tinha seu escritório como agente das Loterias da Bahia, praticados os mesmos atos violentos pelo delegado da 6a. Circunscrição Policial Urbana, em obediência, segundo declarou, à ordens do Chefe de Polícia. O suplicante, querendo propôr uma ação fundada na Lei n° 221 de 1894 artigo 7, requereu justificar a realidade dos abusos praticados amplamente noticiados pela imprensa diária. O juiz julgou improcedente tal justificação. Procuração, Tabelião Evaristo Valle de Barros, Rua do Rosário, 58 - RJ, 1897.
Juízo Federal do Rio de JaneiroTrata-se de um inquérito policial referente ao ato de pederastia cometido contra o menor de idade de 17 anos de idade, José Benedicto de Lima, que se encontrava no presídio da Casa de Detenção, condenado pelo Decreto nº 4780 de 1923, artigo 40, a quatro meses de prisão. Há uma carta com o relato do menor. Foi deferido o arquivamento requerido pelo Procurador Criminal, visto que nada foi apurado. Código Penal, artigos 356, 358, 330 e 13.
2a. Vara Federal