Trata-se de um pedido de arquivamento do inquérito policial referente ao desaparecimento de 20 torneiras pertencentes à Escola Militar de Realengo. Não foi possível identificar o autor do furto. Duas torneiras foram encontradas nas mãos do negociante de nacionalidade portuguesa Manoel Henrique da Silva e compradas pelo Major João Baptista de Souza Carvalho. Foi arquivado como requerido na petição inicial.
1a. Vara FederalDIREITO PENAL
3729 Descrição arquivística resultados para DIREITO PENAL
Gabriel Cruz, Capitão de mar e guerra, tabelião, alegou que compareceu em seu cartório Antonio Teixeira de Siqueira solicitando uma procuração que concedesse plenos poderes a Francisco José de Siqueira para este receber da Caixa de Amortização os juros das apólices de sua propriedade como testemunhas Gervásio Antonio José de Sá Carneiro e João F. Ramos de Oliveira. Tendo, porém Maria Amalia Pinheiro de Siqueira, mulher estado civil viúva do falecido Francisco de Siqueira, reclamando o pagamento de juros atrasados das apólices do seu marido, foi descoberto que estes foram pagos com a procuração referida. Requereu inquérito policial feito na Delegacia Auxiliar de Polícia, 1ª para esclarecimento do caso. Roubo O Juiz julgou por sentença prescrita a ação penal. Procuração, Tabelião Antonio Joaquim de Catanheda Junior, Rua do Rosário, 70 - RJ, 1908, Tabelião Gabriel Cruz, Rua do Rosário, 69 - RJ, 1904.
Vara Federal, 1.ªO réu ocupava o cargo de escrituário na Diretoria Geral do Expediente e Contabilidade da Polícia Civil do Rio de Janeiro, e foi acusado de ter se apropriado indevidamente do valor depositado na citada diretoria por seu leitor médio, seis contos de réis. Este infrigiu o artigo 331 parágrafo 2 e o artigo 330 parágrafo 4 da Consolidação das Leis Penais. Processo inconcluso. Decreto nº 4247 de 1923, artigo 1.
2a. Vara FederalTrata-se de Inquérito Policial da 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia instaurado para apurar a falsificação eleitoral de que são acusados os réus, e qual a responsabilidade destes. A ação foi julgada prescrita. eleitores eleição. Recibo Aluguel, 1922; Decreto n° 4226 de 1920, artigo 27.
1a. Vara FederalTrata-se de um inquérito policial feito na 3a. Delegacia Auxiliar para apurar a procedência de uma celular falsa no valor de 2$000 réis encontrada na renda da Estação de Cascadura da Estrada de Ferro Central do Brasil. Foi arquivado o processo. Exame de Moeda Falsa, 1929; Auto de Exame de Cédula Falsa, 1930.
3a. Vara FederalTrata-se de inquérito policial instaurado na 1a. Delegacia Auxiliar a fim de apurar a falsificação de documento para o alistamento eleitoral. O acusado 31 anos de idade estado civil viúvo, comerciante imigrante português nacionalidade portuguesa apresentou uma certidão falsa que atestava ser brasileiro. estrangeiro. O Processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19.910, de 23 de Abril de 1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25 maio de 1931 e Decreto nº 20105 de 13 de junho de 1931. Folha Individual Datiloscópica; Decreto nº 4226 de 1928, artigo 27.
1a. Vara FederalTrata-se de um inquérito policial feito na 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia para apurar a duplicidade do registro civil do réu, brasileiro, 26 anos de idade, estado civil casado, comerciante. O juiz deferiu requerimento do procurador que solicitou arquivamento. Circunscrição de Recrutamento, 1934; Termo de nascimento, 1934; Certidão de Nascimento, 3a. Pretoria Civil, Freguesia de Santana, 1934; Individual datiloscópica, Gabinete de Identificação e Estatística Criminal, 1934; Folha de Antecedentes, 1934; Certidão de Óbito, Tabelião Leopoldo Dias Maciel, 1923.
3a. Vara FederalA suplicante veio por meio desse processo evidenciar o uso de selos falsos nas garrafas de cerveja vendidas pelas fábricas Nova Aurora e Glória, situadas na Rua Frei Caneca, 75. Nesse local foram encontradas grandes quantidades de garrafas de cerveja com selos falsos colocados nas mesmas. Além disso, foram apreendidas em diversos estabelecimentos garrafas falsificadas que eram dessas fábricas e possuíam selos falsos. O Juiz deferiu o requerido. Selo de Consumo; Fatura, Fábrica de Vinagres, Xaropes e Águas Gasosas, 1902; Termo de Exame, Casa da Moeda, 1902; Código Penal, artigos 247 e 250.
1a. Vara FederalA suplicante requereu a apuração das irregularidades cometidas pelo profissão primeiro oficial e réu, que ao que parece tem exercido descompromisso com seu dever. Sobre ele ainda recaem suspeitas de atos delituosos pelo Código Penal da República. Dentre tais crimes estão incluídos crime de peita, furto, peculato e estelionato. Por isso, tal inquérito deve ser enviado ao juízo federal para promover, pela Procuradoria, as ações competentes contra os crimes do acusado Foi julgada extinta a ação e arquivado o processo. Inquérito Administrativo, 1923, Ministério da Marinha; Procuração, Tabelião Alvaro A. Silva, Rua do Rosário, 78 - RJ, 1926; Jornal Gazeta de Notícias, 1925; Cópia do Diário Oficial, 09/04/1925.
2a. Vara FederalA autora, pelo Procurador dos Feitos da Saúde Pública oferece denúncia contra os réus, sócios da firma Estevão e Irmão estabelecida com leiteria e botequim à Praça 3 de Maio, 3 em Campo Grande, pelo fato de ter sido apreendido neste estabelecimento pelos fiscais do serviço de leite e lacticínios do Departamento Nacional de Saúde Pública uma amostra de leite que após exame em laboratório foi considerado adicionado de água, incidindo com este fato nas sanções no decreto nº 19604 de 19/01/1931, artigo 1o. Autos incompletos. Jornal Diário Oficial do estado de São Paulo, 16/10/1919; Escritura de venda e compra, Tabelião Gabriel da Veiga, Rua São Bento, 42, 1919; Procuração 2, tabelião Eduardo carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1919, tabelião Jorge Pinho, 1931.
3a. Vara Federal