A autora, com sede à Rua Manoel 25, era credora da ré, mulher assistida pelo seu marido Jonathas da Costa Rego Monteiro, domiciliados na Fazenda Santa Therezinha São Sebastião do Alto Cantagalo Rio de Janeiro no valor de 44:880$000 réis, tendo sido hipotecada a fazenda citada. A suplicante requereu a expedição de uma carta precatória ao Juízo dos Feitos da Fazenda Pública no Estado do Rio de Janeiro, a fim de que fosse intimada a suplicada para o pagamento da dívida, sob pena de que se procedesse a penhora do imóvel hipotecado. Autos inconclusos. Procuração Tabelião Raul de Sá Filho, Rua do Rosário, 83 - RJ, 1939, Tabelião Luiz Cavalcanti Filho, Rua dos Ourives, 45 - RJ, 1934; Registro de Imóveis, Comarca de Cantagalo, 1934; Escritura Tabelião Franklin José Pereira, 1934.
Juízo dos Feitos da Fazenda NacionalDIREITO ECONÔMICO E FINANCEIRO
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A autora, com sede na Rua Dom Manuel, 25, se tornou credora do réu, estado civil solteiro, residente na Rua Maranguape, 2, no valor de 40:000$000 réis, com garantia da hipoteca o prédio e terreno na Ladeira do Barroso, na Freguesia de Santa'Anna. Posteriormente, houve um aumento da dívida na quantia de 10:000$000, dando mais 2 prédios na mesma ladeira como hipoteca. O réu deixou de pagar as prestações devidas, achando-se assim vencido o contrato. A autora requereu o pagamento da dívida, com multa convencional e juros de mora. Caso não houvesse pagamento, requereu o seqüestro dos imóveis e respectiva penhora. Foi expedida a carta de arrecadação como requerimento. Procuração Tabelião Nicolino Nilone, Rua do Rosário, 83 - RJ, 1939; Empréstimo de Juros com Obrigações; Registro de Imóveis 2° Cartório de Oficio de Nota, 1932; Jornal Diário Oficial, 1940, Gazeta de Notícia, 1940; Consumo de Luz Elétrica, 1940; Recibo, 1940; Tabelião Luiz Simões Lopes.
2a. Vara FederalA autora tinha sede na Rua Dom Manoel, 25, era credora do réu no valor de 20:000$000 réis por escritura. Requereu que fosse paga a respectiva dívida, juros de mora sobre atraso, em um prazo de 48 horas, sob pena de penhora do seu bem hipotecado. O réu deu como hipoteca seu imóvel na Rua Sete de Setembro, 127, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro, freguesia de Nossa Senhora das Dores do Ingá, Niterói - RJ. O autor requereu que se expedisse respectiva carta precatória a fim de comunicar o réu. O juiz Joaquim Portella de Almeida Santos mandou que fosse expedido o mandado ou penhora. Procuração, 1937, 1932; Carta Precatória, 1938; Escritura, 1932; Mandado de Penhora, 1938; Auto de Penhora, 1938.
2a. Vara FederalHumberto era funcionário do Banco do Brasil, e constituiu a autora como sua credora do valor total de 42:000$000 réis, através de escrituras públicas de mútuo com garantia hipotecária, de 23/01/1933 e 14/04/1936, registradas no Registro Geral e das Hipotecas da 1a. Circunscrição da Comarca de Petrópolis. Deram como garantia o imóvel à Rua Paulo Barbosa 162, Petrópolis. Havendo prestações em atraso, pediu-se a citação dos réus, sob pena de penhora e com expedição de precatória ao juiz da Comarca de Petrópolis. Foi julgada por sentença a desistência da autora, já que a dívida foi quitada. Procuração Tabelião Raul de Noronha Sá, Rua Buenos Aires, 49 - RJ, 1939; Demonstrativo de Conta, Contadoria Seccional de Hipoteca, 1939; Executivo Hipotecário, Contador Paulo Trindade, 1940; Carta Precatória para Sequestro, 1940; Advogado Israel Andrade, Avenida 13 de Maio, 23 - RJ; Código do Processo Civil e Comercial, artigo 340.
1a. Vara FederalA autora alegou que era credora hipotecária do réu e sua mulher, Maria Velloso dos Santos, proprietários e residentes à Estrada Paranapuan, 121, Ilha do Governador, no valor de 20:000$000 réis. Os réus haviam tido hipotecados os imóveis situados à Estrada Paranapuan, 121, e Rua Sete, 501. A suplicante requereu a expedição de um mandado executivo, a fim de obter o valor da dívida sob pena de penhora. A ação foi julgada extinta. Procuração Tabelião Raul Norobnha Sá, Rua do Rosário, 83 - RJ, 1936; Escritura.
1a. Vara FederalTrata-se do 2º volume de um executivo hipotecário, no qual se apresentou impugnação aos embargos contra a penhora, e à prova que nela foi alegada. A Caixa Econômica afirmou que não tinha mais provas a produzir e que emprestou 1000:000$000 réis como hipoteca, que não foram pagas. Portanto, requereu a pemhora dos bens da ré para efetuar o pagamento. Foram considerados improcedentes os embargos. A ré apelou, ao chegar ao Supremo Tribunal Federal, assinou termo de desistência. Jornal Diário Oficial; Seguro Terrestre; Registro de Entrada; Executivo Hipotecário; Recorte de Jornal; Decreto n° 24427; Decreto-lei n° 101; Decreto-lei n° 150; Escritura de Compra e Venda Tabelião Mozard Lago, Rua da Quitanda,85 - RJ.
1a. Vara FederalO autor requer o pagamento de uma dívida, referente a prestações não pagas pelo réu, major do Serviço de Fundos do Exército, e sua mulher, Maria de Lourdes Tavares Gonçalves, funcionária municipal, em um prazo de 48 horas, e, caso não haja pagamento, que se proceda a penhora do imóvel na Rua Barão de Bom Retiro no. 875, Freguesia do Engenho Velho, dado como hipoteca. Cada prestação não paga tinha o valor de 483$600 réis. O juiz julgou por sentença o termo de desistência. Escritura de Mútuo com Garantia Hipotecária, Tabelião Alvaro Borgeth Teixeira, Rua do Rosário, 100 - RJ; Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1939; Recorte de Jornal Diário Oficial, 22/05/1939; Decreto nº 24563 de 03/07/1934, artigo 93.
1a. Vara FederalO suplicante, residente em Niterói a Rua Miguel de Frias 188, era prestador de 1389 obrigações ao portador da ré garantidos com a hipoteca especializada dos prédios sitos à Rua do Ouvidor 104 e 106, afirmou que a suplicada não pagara os juros correspondentes. Por esta razão, requereu a intimação da suplicada para que efetuasse o pagamento sob pena de serem penhorados os referidos bens dados como garantia. O juiz expediu o mandado executivo, dando início ao processo de penhora. O réu entrou com recurso de embargo contra o executivo hipotecário. O embargo foi julgado procedente para que fosse levantado depósito feito ao leiloeiro. A sentença foi apelada ao Supremo Tribunal Federal, que negou provimento ao recurso. Após acordo entre as partes, o Supremo homologou como sentença o termo acordado. Escritura de Empréstimo, Tabelião Alvaro A. Silva, Rua do Rosário, 100 - RJ, 1910, 1919, Tabelião Raul de Noronha Sá, Rua Buenos Aires, 49 - RJ, 1921; Jornal Diário Oficial, 27/04/1919, 31/01/1919, 30/07/1919, 04/04/1923; Termo de Agravo, 1919; Recibo, Recebedoria do Distrito Federal, 1919; Auto de Penhora, 1919; Recorte de Jornal não identificado, 06/10/1919; Termo de Apelação, 1919; Decreto nº 169A de 1890, artigo 126; Regulamento nº 737 de 1850, artigos 328 e 528; Lei nº 221 de 1894, artigo 54; Decreto nº 177A de 1893, artigo 1; Código Civil, artigos 826 e 849; Decreto nº 13051 de 05/06/1918.
1a. Vara FederalOs suplicantes vieram por meio desse processo requerer o pagamento da dívida contraída pelos réus, residentes no município de São Fidélis, Estado do Rio de Janeiro, no valor de 24:997$000 réis tomada por empréstimo e lavrada em cartório. Como garantia da dívida, os suplicados deram em hipoteca os seus bens. Contudo, a dívida venceu e os réus se recusaram a pagar. Com isso, os suplicantes requereram que fosse, então, penhorados quantos bens fossem necessários para que se pagasse a dívida. O juiz deferiu o requerido. Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1920, Tabelião Pedro Evangelista de Castro, Rua do Rosário, 57 - RJ, 1921; Jornal Diário Oficial, 22/12/1920, 25/03/1921, Jornal do Commercio, 23/12/1920, 25/03/1921; Anexo: Carta Precatória, 1921; Auto de Penhora e Depósito, 1920; Decreto nº 3084, artigos 23, 170 e 190; Constituição Republicana, artigo 60; Regulamento nº 737 de 1850, artigo 320.
1a. Vara FederalO suplicante, capitalista, domiciliado à Rua Prudente de Moraes 456, Rio de Janeiro e com escritório à Avenida Rio Branco 20, 2o. andar, propôs um executivo hipotecário contra a suplicada, sociedade anônima, estabelecida à Rua Primeiro de Março 133, 3o. andar, Rio de Janeiro, e os outros suplicados, um deles mulher, residentes à Rua Maques de São Vicente 389, no qual exige o pagamento no valor de 662:699$100 réis, referente à crédito concedido pelo Banco Holandez da América do Sul, que transferiu e cedeu ao suplicante os direitos creditícios. O juiz deferiu o predido inicial e a penhora foi executada. Escritura de Abertura de Crédito, 1933; Escritura de Hipoteca 3, 1933; Escritura de Cessão de Direitos Creditórios e de Promessa de Compra, 1933; Imposto de Hipoteca, 1933; Auto de Penhora, 1933; Saldo de Conta Corrente, 1933; Procuração 2, 1933; Auto de Precatória e Penhora, 1933; Auto de Telegrama de Precatório Executório, 1933; Carta Precatória, 1933; Termo de Agravo, 1933; Auto de Penhora e Depósito, 1933.
1a. Vara Federal