O autor, comandante do navio Lúgar Moreira, proveniente da Bahia e com destino ao Rio Grande do Sul, foi obrigado a fazer parada forçada no porto do Distrito Federal. Trata-se de protesto contra o procedimento de seus procuradores, que conseguiram reaver navio de carga. O autor protesta, uma vez que não lhe foram pagos os custos de seus ordenados, da tripulação e da atracação forçada. protesto. Foi julgado procedente. Termo de Protesto, 1903.
1a. Vara FederalDIREITO ECONÔMICO E FINANCEIRO
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Trata-se de um protesto da autora contra a ré. A autora importou duas caixas marca D.B, vindos pelo vapor Mendonza, chegado em 20/12/1930, e realizou o pagamento de 2:764$000 réis, referente ao imposto aduaneiro da carga uma mistura de nickel. Posteriormente, foi importada por esta empresa três caixas da mesma mercadoria, vindas pelo vapor belvedere, chegando ao País em janeiro de 1931. Contudo, o funcionário da alfândega não concordou com a classificação do produto e a embargou. O produto irá para leilão e por tais motivos o autor protesta que seja revista tal ato arbitrário, e que lhe seja pago uma indenização por conta de prejuízos adquiridos. Processo inconcluso. fatura.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaTrata-se de um Protesto com base no Decreto nº5.691 de 12/08/1929 que dispõe sobre Direitos dos Oficiais de Justiça etc. Quanto as Percentagens em consequência da cobrança da Divida Ativa da União do Distrito Federal. Pelo Protesto, os autores esperam receber as respecivas percentagens na proporção do valor total de Cr$5.131.422,70. Inicio do Processo: 01/12/1943. Processo Inconcluso. Procuração Tabelião Alvaro de Mello Alves Filho, Rua do Rosário, 67 - RJ, 1943; Tabelião, Raul de Sá Filho, Rua do Rosário, 84A - RJ, 1943; Carta Precatória, Elmano Martins da Costa Cruz, 1943; Decreto nº5691/1929; .
Juízo de Direito da 3a. Vara da Fazenda Pública do Distrito FederalOs impetrantes, ambos de nacionalidade brasileira, estado civil casados, um bancário e a outra, mulher, de prendas domésticas residem à Rua Djalma Ulrich, nº201 e prometeram vender a Valdemir de Castro Moura o apartamento localizado à Rua Gomes Carneiro, nº118. Após o pagamento de um sinal de CR$100.000,00, o valor de CR$600.000,00 deveria ser pago dentro de 3 meses. Após os suplicantes concordaram com o financiamento da Caixa Econômica Federal, entretanto, o 1º suplicado não pagou no prazo combinado. Assim, os suplicantes proporam um protesto judicial a fim de requererem a notificação do suplicado. Procuração tabelião Julio de Catilhos Penafiel, Rua do Ouvidor, 56 - RJ, 1957; Recibo de princípio de pagamento de imóvel, 1956; Código Civil, artigos nº 955, 956, 960, Código do Processo Civil, artigo nº720.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaA autora, com sede à Avenida Presidente Vargas nº 417, efetuou recolhimentos ao BNDE no valor de CR$ 1.004.545,40. Contudo, foi cobrada uma contribuição compulsória que consistia no recolhimento de valores no percentual de 25 or cento do aumento das reservas do referido banco. A autora alegou que a cobrança era injusta com base na Lei nº 1628 de 1952. Assim, a autora propôs protesto a fim de obter a restituição dosvalores que foi obrigada a recolher entre 1953 e 1957 ao BNDE. Procuração Tabelião Luiz Cavalcanti Filho Rua da Alfândega, 111-B RJ 1956; custas processuais 1958; Lei nº 1628 de 1952; Constituição Federal, artigo 141.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaO autor, negociante, alegou que fretou o navio Rio Branco a Nizario Queregel, para quatro viagens. De acordo com o contrato de fretamento o navio só poderia realizar viagens para o Estados Unidos, e o réu dirigiu-se á Europa. O suplicante requereu o pagamento do valor de Cr$ 1000,000.00, referente multa. Não consta a sentença. jornal do comercio, em 27/01/1916.
1a. Vara FederalO número de 1427 fardos de alfafa teria sido levado de Santa Fé do Rosário, AR ao Porto do Rio de Janeiro no patacho Maria Domingo, sob comando do capitão Jurese Mifka. Tendo sofrido avaria, parte da carga teve de ser abandonada ao passar pela Alfândega do Rio de Janeiro. Pediram protesto para requisitarem o seguro da ré, representada por W. A. Gordon, no valor de 2000 pesos de ouro. Em 1893, a ação foi julgada improcedente e no mesmo ano, os suplicantes apelaram ao STF. Autos em traslado. Procuração, 1892.
Juízo Seccional do Distrito FederalAs suplicante, estabelecidas na Antuérpia, Bélgica, após terem pago a indenização no valor de 275,35 doláres aos donos de uma carga transportada pelo navio São Vicente, de Buenos Aires para Santos, SP, ficando assim, subrogadas dos direitos das segundas. As suplicantes requereram o pagamento do valor citado, pela suplicada, mas como ainda não obtiveram a documentação necessária à cobrança, elas requereram que fosse interrompido o prazo prescricional. O impetrante abandou o feito.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaA autora, uma sociedade comercial com sede em Londrina Paraná, entrou com uma ação de protesto contra a ré, para requerer que se ordenasse a notificação deste protesto às companhias seguradoras relacionadas e as outras suplicadas, que não cobriram a indenização que deviam pelo sinistro ocorrido com determinada quantidade de arrobas de algodão e respectiva sacaria, indenização que deviam à autora, que por sua vez ofereceu a mercadoria citada em penhora mercantil ao Banco do Brasil Sociedade Anônima na filial Londrina. O juiz deferiu o requerido na inicial. procuração de 1954; carta precatória; Código Civil, artigos 178 e 172; Código do Processo Civil, artigos 720 e 166, § 2.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaO autor, brasileiro, estado civil casado, advogado, residente à Avenida Atlântica 300, era membro do Congresso Nacional em 1930, Deputado Federal pelo 3º. Distrito do Estado do Rio de Janeiro. Porém, em conseqüência da dissolução do congresso, pelo Decreto n° 19398, de 11/11/1930, o suplicante deixou de receber os seus subsídios de 11/01/1930 a 11/11/1930. O suplicante requereu protestos contra o fato citado, sendo intimada a União Federal. O juiz deferiu o requerido inicial. Termo de Protesto, 1935.
2a. Vara Federal