A autora, Companhia de Seguros com sede em Porto Alegre e sucursal na cidade do Rio de Janeiro, na Rua do Rosário nº 99, 7º andar, segurou mercadorias embarcadas no porto do Rio de Janeiro, e transportadas em vapores do suplicado. No porto de destino foi constatado que as mercadorias chegaram avariadas, em prejuízo total de Cr$ 450.000,00, coberto pela suplicante. Ele pediu o ressarcimento do valor, acrescido de juros de mora e custos do processo. A ação foi julgada procedente e o juiz e o réu apelaram ao Tribunal Federal de Recurso, que deu provimento ao apelo. (5) procurações tabelião Edgard Costa Filho rua do Rosário, 76 - RJ, em 1960 a 1964; Fatura, em 1960 a 1961; averbação de Seguro Marítimo, em 1960 a 1961; recibo de quitação, em 1961; termo de vistoria, em 1961; contrato de frete, em 1960 a 191; processo em anexo protesto número 27812, em 1962; processo em anexo protesto, número 16449, em 1962; termo de agravo no auto do processo, em 1963.
Juízo de Direito da 4a. Vara da Fazenda PúblicaCONTRATO
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A 1ª autora era uma companhia de seguros, com sede na Rua dos Andradas, 1276, e a 2ª autora tinha sede na Avenida Borges de Medeiros, 261, ambos na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Foram embarcadas 600 sacas de cebola em navio da ré, em fevereiro de 1965, e na descarga em Recife, em 17/05/1965, foi verificado o dano sofrido pela mercadoria pela demora da viagem, no valor de R$ 6.750.000,00, coberto pelos autores. Eles então pediram o ressarcimento desse valor, com acréscimo de juros de mora e honorários de advogado. A ação foi julgada procedente e a ré apelou ao Tribunal Federal de Recursos, que deu provimento ao recurso. (3) procurações tabelião Moacyr Dornelles Rua General Câmara, 359, Porto Alegre, RS; tabelião José Luiz Duarte Marques Voluntários da Pátria, 26, Porto Alegre, RS; tabelião José da Cunha Ribeiro Avenida Graça Aranha, 342 - RJ, em 1966; (2) recibo de indenização de seguro, do autor, em 1966; (3) conhecimento de embarque; termo de vistoria, de 1965; Código Comercial, artigos 99, 101 e 102; Código Civil, artigos 1266 e 1267; lei 4632, de 18/05/1965; decreto-lei 9735, de 04/09/1946.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaA autora era de nacionalidade brasileira, estado civil desquitada, profissão enfermeira estadual, residente na Rua Cardoso, 51, casa 8, na Cidade do Rio de Janeiro. Ela era moradora do referido imóvel prometido à venda desde de 1930, e que estava localizado numa Avenida de 10 casas que pertenciam à ré. Em 1958 o suplicante foi chamado a essa instituição para assinar documentos referentes ao direito da preferência de compra do imóvel mencionado, o que aconteceu novamente em 1959. No dia marcado para a assinatura de escritura a autora não poderia comparecer por ter sofrido um acidente que não a deixava se locomover, mas mandou uma comunicação por Altino Pinto Ribeiro. Decorridos alguns dias após as assinaturas, enquanto aguardava o seu restabelecimento, a autora recebeu em sua casa o 2º réu, informando-lhe de que havia se compromissado na compra de casa. Ele pediu então a anulação da escritura da promessa de compra e venda ao 2º réu, e que o 1º réu passasse a mesma para o nome da suplicante, que fosse decretada a nulidade da escritura de compra e venda, e a autora estaria pronta para depositar as importâncias que foram pagas pelo comprador e pela vendedora, e que fosse mantida pelo preço anterior a venda do imóvel, e as condições de pagamento. A ação foi julgada improcedente e o autor apelou ao Tribunal Federal de Recursos. A ação ficou inconclusa. (3) procurações tabeliões Carmen Coelho Rua da Assembléia, 36 - RJ 1961 mudou para Avenida Graça Aranha, 57, de 1961; tabelião Edgard Magalhães Avenida Graça Aranha, 145 - RJ, de 1962; tabelião Crepory Franco Rua Senador Dantas, 84 - RJ, de 1964; escritura tabelião João Massot 12ºOfício de Notas Rua do Rosário, 134 RJ, de 1960; Registro de casamento, de 1947; Autos de disquete amigável, de 1948; Autos da majoração de pensão, de 1960; Registro de nascimento, de 1952; Titulo eleitoral, de 20/12/1956; Cartão de identidade; lei 3912, artigo 9 de 03/06/1961; Código Civil, artigos 1151, 75, 159, 1149, 1156 e 1157; Código do Processo Civil, artigos 312, 313, 50, 216, 217 e 220;.
7ªVara CivelA suplicante era sediada na cidade de São Paulo. Foi compelida a pagar indenização no valor total de Cr$ 65.946,60, por mercadorias que sofreram extravio ou roubo durante o transporte feito com navios de propriedade da ré. Pagas as indenizações, a suplicante, nos termos do Código Comercial, artigo 728, ficou sub-rogada dos direitos das seguradas e pediu, baseada no Código Comercial, artigos 102, 103, 519 e 529, uma indenização no valor de Cr$ 65.946,60, a título de ressarcimento. A ação foi julgada procedente, com recurso de ofício. A ré apelou e o Tribunal Federal de Recursos negou provimento aos recursos. O réu embargou e o TFR rejeitou os embargos. (29) faturas industrias alimentícias Carlos de Britto Sociedade Anônima, de 1960; (9) averbação da autora, de 1960; (8) contratos de frete da ré, de 1959 e 1960; (6) laudos de vistoria, de 1960; (6) termos de vistoria, de 1960; (3) faturas Rizzo Sociedade Anônima, de 1960; (3) recibos de pagamento de sinistro da autora, de 1960; (2) certificado de vistoria, de 1960; (2) procurações tabelião Hildeberto Vieira de Mello Rua Quintino Bocaiuva, 176, SP, de 1959; tabelião Edgard Costa Filho Rua do Rosário, 76 - RJ, em 1960.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaO autor domiciliado no Rio Grande do Norte, queria propor ação contra a ré que está em processo de falência. Queria provar que a ré conseguiu, com escandaloso contrato, o comércio de exportação de sal no Rio Grande do Norte, o autor teve que fazer um contrato extorsivo de compra e venda, tendo que vender todo o sal de 1912 além de 180000 alqueires de salinas Marico e Ferraz. Os últimos carregamentos não foram pagos, além de deixar de embarcar a quantidade de sal que se obrigou, não efetuou os pagamentos prometidos incluindo o que devia ao autor. Dizia que antes de seu processo de falência, o autor já era seu credor, e ela não pode alegar isso para não lhe pagar. Quer que a ré seja condenada a pagar o valor de 500:000$000 réis. Foi julgada por sentença a desistência. Demonstrativo de Contas e Custas, 1914; Demonstrativo de Juros, 1911; Demonstrativo de Conta Corrente, 1914; Recorte de Jornal Jornal do Commércio, 1914; Procuração, Tabelião Eugenio Muller, Rua do Rosário, 114 - RJ, 1914, tabelião Belisário Fernades da Silva Távora, Rua do Rosário, 46 - RJ, 1914; Taxa Judiciária valor 300$000 réis, 1915.
2a. Vara FederalO autor, entidade autárquica, localizada à Avenida Almirante Carroso, 78, alegou que prometeu vender aos suplicados por escritura pública de promessa de compra e venda o terreno retirado à Rua Bagadad, 408. Como os suplicados encontraram um débito no pagamento das prestações mensais, a suplicante requereu a rescisão do contrato de promessa de compra e venda com a reintegração de posse. A ação foi julgada extinta de acordo entre as partes. Procuração Tabelião Aladino Neves Rua do Rosário, 113-B - RJ, 1958; Escritura de Compra e Venda; Registro Geral de Imóveis, 1949.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaO autor, nacionalidade brasileira, estado civil solteiro,comerciante, residente no Largo do Machado, 52, Rio de Janeiro, alegou que perdeu a sua caderneta da Caixa Econômica, que possuía um guia de pagamento no valor de Cr$ 2.000,00. O suplicante requereu a restituição na sua conta corrente do valor de Cr$ 20.000,00, que haviam sido retirados da conta, devido a uma assinatura falsa. A ação foi julgada procedente e o juiz, assim como a ré recorreram ao Tribunal Federal de Recursos que negou provimento ao recurso. Procuração, Tabelião José de Segadas Viana Rua do Rosário, 136 - RJ, 1954; Auto de Vistoria, 1957; Laudo do Material Gráfico.
Juízo de Direito da 4a. Vara da Fazenda PúblicaA autora, à Avenida Presidente Wilson, 210 - RJ, alegou que contratou com diversas empresas os seguros de suas mercadorias contra os riscos de transportes marítimos, embarcadas em navios da ré. Foram verificados extarvios e faltas no desembarque. A autora requer indenização de 34.785,90 cruzeiros, conforme o Código Comercial, art 728. A ação foi julgada procedente e as aprtes apelaram ao TFR, que negou provimento a ambos. O réu entrou com embargos, rejeitados. O réu recorreu extraordinariamente, o que não foi conhecido pelo STF. Procuração, Tabelião Luiz Cavalcanti Filho, Rua dos Ourives, 45 - RJ, 1950, Tabelião José de Brito Freire Avenida Graça Aranha, 342ª - RJ, 1955; Conhecimento de Embarque; Certificado de Vistoria, 1950; Recibo de Quitação, 1950; Fatura; Contrato de Frete, 1950; Termo de Vistoria, Administração do Porto de Manaus, 1950; Averbação de Seguro Marítimo, 1950; Laudo de Vistoria, Organização Guilherme Bluhm 1950.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaO autor era entidade autárquica estabelecida na Avenida Graça Aranha, 35. Era proprietário do imóvel situado na Rua Santa Luzia, 173, o qual era ocupado pelo réu, conforme a escritura de promessa de venda. Como a escritura foi feita em nome do pai do suplicado, já falecido, o suplicante requereu a desocupação do imóvel, conforme a Lei nº 1300 de 28/12/1950. A ação foi julgada procedente pelo juiz Roberto Talavera Bruce. O réu apelou para o Tribunal Federal de Recursos. O TFR negou provimento ao recurso. anexo: notificação, 1956; escritura pública de promessa de compra e venda, 1955; registro geral de imóveis; procuração tabelião, Francisco Belisário da Silva Távora Rua Buenos Aires, 24 - RJ, 1957; procuração tabelião não informado, 1958; lei 1300, de 28/12/1950, artigos 13 e 15; lei 2699, de 28/12/1955.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaOs autores, negociantes domiciliados na cidade de Curitiba, eram segurados pela Companhia de Seguros, tendo Salvador Granato & Companhia seguro no valor de 10:000$000 réis referente ao produto fósforo e Paulo Haues & Companhia seguro no valor de 30:000$000 réis referente a máquinas, como constava na apólice. A fábrica assegurada sofreu um incêndio e a seguradora não queria pagar a indenização devida, os autores pediram a citação da seguradora para responder em juízo o dito pagamento do seguro. Foi citado o Decreto nº 3084 de 1898, artigo 99, Decreto nº 737 de 1850, artigo 680 e Decreto nº 938 de 1902, artigo 3. A ação foi julgada procedente para condenar a ré e à posterior apelação foi negado provimento. Apólice de Seguro, 1913; Autos de Precatória, 1915; Taxa Judiciária, valor 100$000 réis, 1915; Procuração 2, Tabelião M. F. Gonçalves, 1914, tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1914.
2a. Vara Federal