Os autores, fundamentados na Lei n° 221 de 20/11/1894, requereram a anulação do Decreto nº 6472 de 02/05/1907, no qual foi concedida à Antônio Borges de Oliveira uma patente para fabricar tigelas. Alegam que a firma Florencio Sanos Companhia, cuja cessionário é Antônio de Olivera, não tinha capacidade jurídica para pedir a revalidação da referida patente porque a Lei só reconhecia cessionários aqueles que registravam seus títulos no Ministério da Indústria. A patente estava caducada pelo Decreto nº 3147 de 07/12/1898 por falta de pagamento. O Juiz julgou nula a ação e condenou os autores nas custas, por achar que estes estavam agindo de má fé. Os autores apelaram da decisão para o STF que lhe negou provimento. O autor embargou a decisão, mas o STF manteve seu acordão. Procuração 2, Tabelião Ibrahim Carneiro da Cruz Machado, Rua do Rosário, 88 - RJ, 1906, Tabelião F. Gama Natal, Rua 13 de Maio, 76, 1907; Carta Patente, 1893; Decreto nº 6472 de 02/05/1907; Decreto nº 3084 de 05/11/1898; Regulamento n° 737, artigo 53; Decreto n° 848 de 11/01/1896, artigo 116; Decreto n° 8820 de 30/12/1882, artigo 19; Lei n° 3129 de 14/10/1882, artigo 3.
1a. Vara FederalATO ADMINISTRATIVO
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O autor, profissão, professor jubilado da 3a. Escola Pública de Sant'Anna, fundamentado na Lei n° 221 de 20/1/1894, artigo 13, requereu o pagamento de seus vencimentos de aposentado por ter sido nomeado para o cargo de arquivista da Secretaria do Conselho Municipal. O Juiz julgou a ação improcedente. O réu apelou, e o STF deu provimento para reformar a sentença e julgar procedente a ação. Nomeação, Mesa do Conselho Municipal, 1896; Procuração, Tabelião Djalma da Fonseca Hermes, Rua do Rosário, 141 - RJ, 1896, 1900, 1905; Termo de Apelação, 1902; Decreto n° 121 de 20/11/1894, artigo 13; Constituição Federal, artigo 73; Decreto n° 44B de 02/06/1892, artigo 2; Lei n° 117 de 1892.
Juízo Seccional do Distrito FederalA autora requer a anulação da decisão do Ministro da Fazenda que deu a manutenção de posse do cargo de diretor para Carlos Leite Ribeiro, enquanto já havia ocorrido uma eleição para a designação de um outro diretor. Mantido no cargo, Carlos Ribeiro continuam a praticar atos em nome da autora, causando-lhe graves prejuízos que senda uma sociedade de seguros com o número de sócios não fixo despende do ato da diretoria. Foi deferido o requerido. Jornal Diário Oficial, 04/09/1907, 11/04/1900, 13/04/1900, 04/06/1902, 28/10/1906, 10/05/1900,02/10/1900, 16/10/1902, 17/10/1905, 28/10/1906, Jornal do Comércio, 07/09/1907, 25/06/1907, 26/06/1907, 27/06/1907, 28/06/1907, 29/06/1907, 30/06/1907, 02/07/1907, 23/08/1907, 01/08/1907, Jornal do Brasil, 26/06/1907, 06/07/1907, 10/05/1900, 05/07/1907, 26/07/1907, 28/07/1907; Procuração Tabelião Djalma da Fonseca Hermes, Rua do Rosário, 414 - RJ, 1907, Tabelião Evaristo Valle de Barros, Rua do Rosário, 100 - RJ, 1907; Decreto n° 7985 de 05/02/1881; Ato de Assembléia Extraordinária, 1900; Ato da Sessão de Assembléia Geral, 1900; Ensaio sobre os Seguros de Vida, 1859; Regimento n° 737 de 25/11/1850, artigos 581 e 681; Decreto n° 4346 de 18/02/1902; Decreto n° 7985 de 05/02/1889; Decreto n° 3444 de 17/10/1889; Lei n° 221 e 20/11/1894, artigo 13; Decreto n° 5072 de 12/12/1903; Decreto n° 2579 de 16/08/1897; Código Processo Civil, artigo 5; Decreto n° 3084 de 1898, artigo 14.
2a. Vara FederalO suplicante, profissão artista, vinte e três anos de idade, residente à Rua Vieira Souto, pediu a anulação do artigo 73 do Regulamento da Escola de Belas Artes, aprovado pelo Decreto nº 8964 de 14/09/1911. Tal artigo limitava quanto à qualidade dos expositores, isto é, artistas de quaisquer seções: pintura, escultura, gravura ou arquitetura, aos quais era cedido parte do edifício da escola, todos os anos, para a exposição. Eles concorriam a prêmios como viagens, porém, isto, segundo o artigo 73, só valia para expositores que tivessem menos de trinta e cinco anos de idade e que fossem brasileiros natos. O suplicante era cidadão brasileiro naturalizado, pois mudou-se para o Brasil com seu pai, Antônio Coelho de Magalhães, quando tinha menos de dois anos. Era expositor na Escola de Belas Artes desde 1906. São citados a Lei nº 221 de 1892, artigo 13, o Decreto nº 8964 de 1911, a Constituição Federal, artigos 41, 43, prágrafo 3, artigos 47 e 69 e o Decreto nº 58 A do Governo Provisório. Título de Eleitor de Antônio Coelho de Magalhães; Passaporte de Antônio Coelho de Magalhães, 1895 .
2a. Vara FederalO autor, tabelião, requereu a anulação da nomeação de Oldemar Rodrigues de Faria ao cargo de serventuário, que a Victor pertencia por direito, bem como pagamento da diferença de vencimentos. O juiz julgou a ação procedente. A União apelou, mas o autor desistiu da ação. Procuração, Tabelião Ibrahim Carneiro da Cruz Machado, Rua do Rosário, 88 - RJ, 1924; Escritura de Compra e Venda, 1924; Jornal Diário Oficial, 29/02/1924; Protesto, 1924; Selos por Verba, Tabelião Ibrahim Machado, 1924.
2a. Vara FederalA autora, cessionária da Loteria da Caridade, foi lesada em seus direitos de livre extração da loteria por ato do Ministério da Fazenda que indeferiu o pedido de permissão para proceder a quatro extrações por semana, dando-lhe duas por semana. Baseada na Constituição Federal artigo 72, requereu anulação do ato e indenização. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19.910, de 23 de abril de 1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25 maio de 1931, e Decreto nº 20105 de 13 de junho de 1931. Contrato Comercial para exploração de loterias, 1898; Termo de Contrato, 1899; imposto Industrias e Profissões, 1899; Diário Oficial, 15/10/1899, 19/12/1899; Lei nº 221 de 20/11/1894, artigo 13.
Juízo Seccional do Distrito FederalO suplicante João Rodrigues de Lago vem através de Ação sumária Especial requerer a nulidade do decreto expedido pelo Presidente da República Eptácio Pessoa, na qual esse pretende reformar a justiça no Acre. O autor, funcionário da justiça do Acre, declara em base nas leis vigentes, que o ato do presidente é ilegal, inconstitucional e um abuso de poder. Com isso o suplicante pretende manter seus vencimentos integrais e todas as vantagens do cargo, como se estivesse no efetivo exercício do mesmo. Jornal Diário Oficial, 15/03/1917, 31/01/1920, Jornal do Diário do Foro, 05/05/1920; Procuração Tabelião Álvaro Rodrigues Teixeira, Rua do Rosário, 143 - RJ, 1920; Taxa Judiciária, 1920; Lei n° 3232 de 05/01/1917; Código Civil, artigo 3; Constituição Federal, artigo 72, 74; Decreto n° 9831 de 23/09/1912.
1a. Vara FederalO suplicante requereu a nulidade do ato administrativo, e sua conseqüente promoção para o cargo de 2o. oficial, com os conseqüentes proventos a que ele tem direito. O autor, baseado no Decreto no. 10799 de 11/03/1914 art. 48, requer diante dos réus sua promoção por merecimento, e não por antiguidade no cargo. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto no. 19.910, de 23 de Abril de 1931 prorrogado pelo Decreto no. 20032 de 25 maio de 1931 e Decreto no. 20105 de 13 de junho de 1931. Recorte de Jornal Diário Oficial, 20/05/1922; Procuração, Tabelião Damazio Oliveira, Rua do Rosário, 114 - RJ, 1922; Advogado José Basílio da Gama, Waldir Correia de Sá Benevides, Rua do Carmo, 7 - RJ.
1a. Vara FederalO suplicante, capitão de corveta, médico do Corpo de Saúde da Armada, tendo sido reformado administrativamente sob pretexto de ser comunista, alegou que tal ato foi ilegal e requereu que fosse revertido ao serviço ativo da Armada, com direito a todas as vantagens que lhe são conferidas. comunismo. O juiz Edgard Ribas Carneiro julgou improcedente a ação e condenou o autor nas custas. O autor, insatisfeito, apelou para o STF que negou provimento à ação. Procuração. Nomeação, Presidente da República. Boletim. Jornal Correio da Manhã. Decreto nº 838 C de 04/06/1936. Lei nº 136 de 14/12/1935, artigo 3. Decreto nº 4160 de 10/09/1919. Lei nº 38, artigo 30.
1a. Vara FederalO autor, nacionalidade imigrante italiano, comerciante, estabelecido à Rua Rodrigo Silva, 6, requer anulação do ato da Recebedoria do Distrito Federal que lhe impôs multa no valor de 5:250$000, com fundamento na Lei 221 de 20/11/1894, artigo 13, sob pretexto de que o autor estaria vendendo bilhetes de loteria estadual. Processo inconcluso. Imposto de Licença para Localização, 1939; Licença para Venda de Bilhetes de Loteria, 1939; Caução, 1939; Auto de Infração e Apreensão, 1933; Procuração, Tabelião Eugenio Muller, Rua do Rosário, 114 - RJ, 1939; Decreto nº 21143 de 10/3/1932, artigos 8, 58, 85; Lei nº 42 de 6/12/1937, artigo 1; Decreto nº 960 de 17/12/1938, artigos 20, 21; Decreto nº 24036 de 26/3/1934, artigo 160.
2a. Vara Federal