O autor, estado civil casado, profissão militar e farmacêutico, alegou que participou da 2ª Guerra Mundial na Força Expedicionária Brasileira, sendo ex-combatente veterano de guerra. O autor requereu a anulação do ato ministerial que indevidamente o licenciou do serviço ativo, sendo considerado a sua permanência nas fileiras do Exército, garatindo-lhe todas as promoções, vencimentos e vantagens. A ação foi julgada improcedente. Diploma de Medalha de Guerra, 1946; Procuração Tabelião Duljacir Espírito Santo Cardoso, Rua Nerval de Gouvêa, 457, Cascadura - RJ, 1958; Procuração Tabelião Newton Pereira Reis, Brasília, 1960; Boletim Boletim do Exército, 1957; Código de Processo Civil, artigo 291; Decreto-Lei nº 8159 de 03/11/1945; Decreto-Lei nº 9500 de 23/07/1946, artigo 86; Lei nº 2852 de 25/08/1956.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaANULAÇÃO DE ATO ADMINISTRATIVO
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O suplicante,Guarda Civil do Departamento Federal de Segurança Pública, residente á Rua Thomas Coelho,70, Aldeia Campista, propôs uma ação para requerer a anulação da pena de suspensão por 30 dias que lhe foi imposta, sob pretexto de ato de abuso de poder no Clube dos Democráticos. O suplicante requereu também restituição no correspondente a 50 por cento por dia de suspensão, vista que a dita penalidade foi convertida em multa.O juiz julgou procedente a ação e recorreu de oficio. A União, inconformada, apelou desta para o Tribunal Federal de Recursos, que deu provimento aos recursos. Procuração Tabelião; Eronides Ferreira de Carvalho Rua Sete de Setembro, 63 - RJ, em 1958; Boletim de Serviço do DFSP, em 19/01/1957, 14/05/1957, 17/08/1957, 7/12/1957; Jornal A Notícia, em 11/06/1957; Lei.1711 de 28/10/1952.
Juízo de Direito da 4a. Vara da Fazenda PúblicaA suplicante, sociedade cooperativa sediada na cidade do Rio de Janeiro, alegou que o Decreto nº 60 reorganizou o suplicado, visando que este se tornasse o principal instrumento de crédito na execução de política cooperativista da União. O artigo 13 do Decreto nº 60 criou a Taxa de Cooperação, que incidia sobre todas as operações realizadas entre as cooperativas e seus associados na porcentagem de 0,2 por cento do valor da operação. A sonegação dessa taxa acarretava segundo o artigo 11 do Decreto nº 60.443, uma multa de cinco por cento e dez por cento, nos atrasos acima de trinta dias. Alegando que mesmo a taxa sendo geral e compulsória, o suplicado só fornecia seus créditos e outros benefícios a seus acionistas. A suplicante pediu que fosse declarada ilegal a taxa de cooperação. O autor abandonou a ação. ação do Banco Nacional de credito cooperativo de 1967; impresso cooperativismo de 1967; decreto 60 de 21/11/66; decreto 60443 de 13/03/67; decreto 60997 de 19/04/67; ,decreto lei 59 de 21/11/66; (2)Diário Oficial de 19/04/68; 14/10/68; (2)procuração; tabelião; Miguel Ramos de Toledo; São Paulo-SP em 1967.
Juízo de Direito da 4a. Vara da Fazenda PúblicaO autor era desquitado, capitão, médico da 2a. classe da reserva do Exército e residia na Rua Padre Telêmeco, 38, Cascadura - RJ. A exclusão das fileiras teria sido ilegal pelo decreto 19507, de 18/121930, com 16 anos de serviço militar e com cursos da Escola de Sargentos de Infantaria e de Educaçao Física do Exército. Pediu transferência para a reserva remunerada no posto de 1o. tenente médico, através da anulação de atos administrativos. Citaram-se a Revolução Constitucional de 1932 e a Segunda Guerra Mundial. A ação foi julgada improcedente. O autor apelou ao TFR, que negou provimento ao recurso. O autor interpôs recurso extraordinário, indeferido. Decreto-lei nº 6031 de 26/07/1940, artigo 40 e 55; Decreto-lei nº 197 de 22/01/1938, artigo 15; Decreto-lei nº 5208 de 20/01/1943; Lei nº 2688 de 20/12/1955; Decreto-lei nº 3940 de 1941, artigo 57; Decreto-lei nº 2186 de 13/05/1940, artigo 114; Decreto-lei nº 11507 de 1930.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaA autora, com sede na Rua Itamarati, 16, Petrópolis, Rio de Janeiro, foi intimada pela Fazenda Nacional a pagar uma multa relativa a Imposto de Renda suplementar, de acordo ao Decreto nº 24239 de 22/12/1947. Esta alegou que tal cobrança foi feita sem nenhuma retificação da declaração do Imposto de Renda. Assim, requereu cancelar esta cobrança a reduzir a multa a 10 por cento. Requereu ainda a devolução dos depósitos feitos no valor total de CR$ 756. 780, 80. O autor abandonou o processo. Guia de Recolhimento, 1950; Procuração, Tabelião Raul de Sá Filho, Rua do Rosário, 84 A - RJ, 1967.
Juízo de Direito da 4a. Vara da Fazenda PúblicaO autor era de nacionalidade brasileira, estado civil casado, comerciante, residente e domiciliado no Rio de Janeiro, na Rua Coelho Neto, 01. Ele propôs em 15/07/1947 uma ação destinada a ambas o acórdão n. 18781 proferido pela 2ª Câmara do Conselho Superior de Tarifas, em sessão de 16 de janeiro de 1947, publicado no Diário Oficial de 13/05/1947, que havia confirmado a decisão de 1ª instância que exigira o pagamento de direito de importação ad valorem das tarifas alfandegárias, adicional de 10 por cento e mais 2 por cento da taxa de Previdência Social. O vapor Sairt Stphein se achava refugiado no Porto de Santos desde 1941, devido à 2ª Guerra Mundial, e foi transferido em 20/11/1944 para a Organização Brasileira de Navegação. Em 06/06/1946 foi intimado pelo Inspetor da Alfândega do Rio de Janeiro a prestar informações pela falta de pagamento da Taxa de Previdência Social. A cobrança, segundo o autor, seria improcedente, pois não teria importação do navio. O suplicante pediu então a anulação do acórdão e condenação da Fazenda Nacional a restituir ao suplicante os CR$ 620.000,00 e o pagamento das custas do processo. O juiz julgou improcedente a ação. O autor apelou desta para o Tribunal Federal de Recursos que deu provimento. A ré embargou. O TFR rejeitou os embargos. A União Federal recorreu e o Supremo Tribunal Federal não conheceu do recurso. Jornal Diário Oficial, 09/06/1947; Decreto nº 2878 de 1940.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaA autora é estabelecida no Rio de Janeiro à Praça 15 de Novembro no. 10. Em 26 de Maio de 1948 chegou ao porto de santos o navio-tanque Rosewood trazendo um lote de 6.422,633 quilos de gasolina comum. Ao se esvaziarem os tanques, percebeu-se que se descarregou mais combustível, o que valeu à suplicante o pagamento de direitos em dobro e multa de 1 por cento. A diferença seria um erro natural de medições, o que não seria motivo para as multas. A suplicante pede a anulação de decisão de multa e a devolução do valor pago, assim com os custos do processo. O juiz julgou procedente a ação e recorreu em oficio. A união apelou. O Tribunal Federal de Recurso negou provimento ao recurso. fatura consular, em 1952; Diário oficial, de 12/04/1945, 03/06/1944 e 02/06/1941; procuração tabelião Antonio Carlos Penafiel - Rua do Ouvidor, 56 - RJ, em 1956; decreto 22717, de 1933; decreto 24343, de 1934.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaO autor requereu a anulação do despacho do Ministro do Trabalho, sobre as contribuições que deveriam ter sido recolhidas pela a autora, por força de inscrição obrigatória do Corretor de Seguros que operava no estado do Maranhão, ilegalmente danificado como empregado pela autora. Pleiteiava a sua isenção no recolhimento das contribuições, referentes aos Corretores de Seguro em causa. Juiz final Jônatas de Matos Milhomens. Processo inconcluso. Jornal Diário da Justiça, 1953; Procuração, Tabelião João Massot, Rua do Rosário, 134 - RJ, 1949; Lei nº 159 de 30/12/1935; Código do Processo Civil, artigo 85; Código Comercial, artigo 131; Decreto nº 24273; Decreto nº 32667 de 01/05/1953, artigo 2; Decreto nº 2457 de 13/03/1897; Decreto nº 20881 de 30/12/1931, artigo 36; Decreto nº 19009 de 27/11/1929; Decreto-lei nº 2122 de 09/04/1940, artigo 41; Decreto-lei nº 7659 de 21/06/1945, artigo 32.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaA autora, antes denominada Shell Brazil Limited, com escritório à Avenida Rio Branco, 105, Rio de Janeiro, alegou que realizou importação de óleo mineral lubrificante simples a granel pelo navio Diloma, de Curaçau, Índias Ocidentais Holandesas. A Alfândega do Rio de Janeiro encontrou quantidade superior de carga marítima em relação à fatura consular, dando multa no valor de Cr$ 77.488,40. Pediu anulação de decisão administrativa com restituição de depósitos. Pelo Decreto nº 1028 de 04/01/1938, artigo 1, teria de haver tolerância. O juiz julgou procedente a ação e recorreu de ofício. A União apelou desta. O Tribunal Federal de Recursos deu provimento aos recursos. procuração tabelião Aladino Neves Rua do Rosário, 113-B - RJ, em 1961; Contrato de frete marítima, em 1955 Curaçau-Brasil Nota de Importação, em 1959; Diário Oficial, em 1960 e 1963; Decreto nº 4627, de 27/08/1942; Decreto nº 47712, de 1960; Decreto nº 1640, de 23/11/1962.
Juízo de Direito da 4a. Vara da Fazenda PúblicaO suplicante, sucessor de Carlos Pareto e cia, firma comercial que também exercia o comério bancário, requereu a ação para anulação do lançameno feito pela delegacia do imposto de renda referente à cobrança ilegal do imposto sobre ,lucros extraordináriosdo exercício de 1945. Juiz Jo´se de Aguiar Dias. A ação foi julgada procedente, o juiz recorreu de ofício ao TFR que negou provimento ao recurso, a União interpôs um recurso extraordinário que não foi reconhido pelo TFR. Procuração Tabelião Mello Alves Rua do Rosário, 142 - RJ, 1942, Tabelião Luis Guaraná Avenida Antonio Carlos, 541 - RJ, 1955; Jornal Diário Oficial, 1948, 1941, 1945, 1946; Imposto de Indústria e Profissões, 1948; Guia de Recolhimento Ministério Federal, 1948; Imposto de Renda, 1947.
2a. Vara Federal