A autora, tendo sido o paquete Rio Paraná pertencente à sua seção de navegação Lloyd Brasileiro, em viagem do Porto de Santos ao da Capital Federal abalroado na altura de Ilha Grande pelo vapor Paraíba, causando-lhe avarias, requer ratificação do protesto feito a bordo. Pedido deferido. Procuração, 1892; Protesto, 1892.
Juízo Seccional do Distrito FederalTRANSPORTE MARÍTIMO
2887 Descrição arquivística resultados para TRANSPORTE MARÍTIMO
O protesto foi feito pela Société Anonyme d' Acreries d' Angleur representante da Norddentocher Lloyd de Antuérpia, Bélgica para retirar a responsabilidade pelo atraso no embarque de mercadorias consignadas à Estrada de Ferro Central do Brasil.
Juízo Seccional do Distrito FederalO autor, proprietário do paquete Lisboa, toma por termo o seu protesto pela greve geral dos estivadores do Porto do Rio de Janeiro, que tem paralisado todo o serviço de carga e descarga. Sua preocupação se encontra nas futuras reclamações, pois sua carga que segue para os portos do norte, é de fácil deteriorização. Foi deferido o requerido. Termo de Protesto.
1a. Vara FederalOs autores alegaram que haviam recebido ordens de embarcar café no Porto do Rio de Janeiro com destino ao Porto de Marselha até o dia 30/03/1898. Contrataram com os réus, consignatários da Companhia Navegaciore Italo Brasiliana em carregamento de 4.200 sacas ao frete de valor 24 francos por saca no vapor Alacritá. Os suplicantes requereram a ressalva de seus direitos, já que o vapor Alacritá não faria escala no Porto do Rio de Janeiro, o que impossibilitaria a embarcação do café. O juiz deferiu o requerido. Termo de Protesto, 1898.
Juízo Federal do Rio de JaneiroO autor foi comandante do paquete Irena de propriedade do réu, quando o dispenseiro do vapor ManoelVeiga Vaz compra na firma Abilio & Cia gêneros no valor de 7:593$800 réis, o suplicante o demitiu. Os réus, porém, exigiram que o autor pagasse a referida dívida. O autor requereu protestar contra este ato. O juiz deferiu o pedido. Procuração, 1897.
Juízo Federal do Rio de JaneiroO auot havia freado o lugar argentino Africano para o transporte de mercadorias do porto de Brunsvich para o porto do Rio de Janeiro, sendo pago o ,valor. de 1500 réis pelos gastos. O lugar, porém arribou em São Vicente, recebendo mercadoria do splicante. O autor requereu protestar e a restituição. do adiantamento do frete feito ao capitão do lugar. Foi expedido o termo de protesto, foi contestado , replicado e posto em prova, e terminou inconcluso. Carta de Fretamento, 1901; Procuração, Tabelião Evaristo Valle de Barros, Rua do Rosário, 58 - RJ, 1902; Termo de Protesto, 1902.
Juízo Federal do Rio de JaneiroA autora possuía o vapor Paraguassú, navegando em linha transatlântica de sua exploração comercial marítima. A 03/11/1900 o navio bateu e abriu água, fazendo arribada forçada em Cherburgo, França. Parte da carga foi vendida, parte seguiu para o destino de Hamburgo, Alemanha, e parte para o Brasil, após baldeação. Sendo comuns avarias na carga, protestou para preservar seus direitos e para receber dos consignatários o depósito de 30 por cento do valor. Foi deferido o requerido. Procuração, 1900; Código Comercial, artigos 741, 761, 764 e 527.
1a. Vara FederalOs suplicantes eram comissários de café à Rua Municipal, 12, e disseram que vários continentes remeteram-lhes partidas de café pelo vapor Itacolomy, a partir do Porto de Imbetiba. O vapor pertencente à Companhia Estrada de Ferro Leopoldina foi aprisionado com as mercadorias pelos revoltosos da Revolta da Armada de 1893. Protestaram pela indenização pela carga de 9046 quilos de café pilado. Foi deferido o requerido. Termo de Protesto, 1893; O Comandante fala de Esquadra Revolucionária; Relação dos Cafés remetidos a consignação da autora pelo vapor Itacolomy; Fatura, Imprensa Nacional, 1893.
Juízo Seccional do Distrito FederalA proprietária da lancha Edith foi intimada por protesto do Comandante do Paquete Nacional Aymoré, da Companhia Lloyd Brasileiro Patrimônio Nacional que acusou a lancha de ter abalroado o dito paquete. A autora afirmou que foi a lancha Ilá a culpada, por isso protestou e pediu perdas e danos. O juiz Godofredo Cunha deferiu o requerido.
1a. Vara Federal, 1o. Juízo FederalO suplicante era mestre da Barca Petrópolis, navegava do Porto do Rio de Janeiro ao Porto de Mauá. Houve sinistro envolvendo a catraia pertencente a J. J. Drouh, à Rua da Saúde, 35. Foi impericia da lancha São Roque, que a rebocava. Pediu o protesto ratificado e notificação de interessados. Foi deferido o requerido. Protesto, 1892; Procuração, 1892.
Juízo Seccional do Distrito Federal