MOEDA FALSA

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          • UP FALSIFICAÇÃO DE MOEDA
          • UP Moeda falsa

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            BR RJTRF2 1581 · 4 - Dossiê/Processo · 1910
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            O negociante Antônio Gil Esteves apresentou uma cédula falsa do Tesouro Nacional que recebera do réu como pagamento de despesas. O mesmo é declarado culpado e inserido na Lei n° 210 de 30/09/1909, artigo 13. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Cédula Falsa; Auto de Exame de Cédula Falsa, 1910.

            Sem título
            BR RJTRF2 4875 · 4 - Dossiê/Processo · 1911
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito policial investigado pela Delegacia de 3a. Entrância do 6o. Distrito Policial relativo à emissão de nota falsa, de um determinado valor, no mercado. A referida nota foi apresentada na delegacia por Alfredo Pereira de Carvalho, estado civil casado, profissão pedreiro. O mesmo alegou que havia recebido a nota do réu, caixeiro, nacionalidade portuguesa, menor de 19 anos de idade, solteiro, quando recebeu como de troco de uma compra efetuada no Armazém de Secos e Molhados. A Inspetoria Marítima informou que o réu havia embarcado para Lisboa. O juiz determinou o arquivamento da ação. A Justiça Federal possuía a mesma representatividade do Ministério Público no processo. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Autuação, Delegacia de 3a. Entrância, 1911; Cédula Falsa; Carta da Inspetoria de Polícia Marítima ao Delegado Auxiliar Ferreira de Almeida, 1911; Auto de Exame de cédula falsa da Seção de Papel Moeda da Caixa de Amortização, 1911.

            Sem título
            BR RJTRF2 3794 · 4 - Dossiê/Processo · 1914
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de um inquérito policial, referente à emissão de notas falsas de um determinado valor. As referidas notas foram encontradas sob posse do primeiro réu que, ao não conseguir utilizá-la, entrega ao segundo réu, mulher, amante do primeiro réu, que, por sua vez, passa ao terceiro réu, mulher, criada do segundo réu, para tentar trocá-la no mercado. O juiz confirma o despacho. São citados: o Decreto nº 2110 de 30/09/1909, artigos 13 e 14; e o Código do Processo Criminal, artigo 18, parágrafo 1 e artigo 13. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Autuação da 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1914; Cédula Falsa ; Auto de Exame de cédula falsa da Caixa de Amortização, 1914; Relatório da 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1914; Documento da Assistência do Pessoal da Brigada Policial do Distrito Federal, 1914.

            Sem título
            BR RJTRF2 4804 · 4 - Dossiê/Processo · 1914
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito policial investigado pela 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal relativo à emissão de moeda falsa, no valor de 50$000, no mercado. A referida nota foi passada pelo réu, ao pagar sua janta na casa de pasto de Vicente Areno. É citada a Lei nº 2110 de 1909, artigo 13. O juiz, de acordo com o requerimento do procurador, determinou o arquivamento do processo. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Cédula Falsa; Auto de Exame, 1914; Ofício da Caixa de Amortização, 1909; Autuação, 1914; Mandado de Intimação, 1914; Ofício da Procuradoria Criminal da República, 1914.

            Sem título
            BR RJTRF2 6788 · 4 - Dossiê/Processo · 1914; 1917
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Quadrilha de passadores de moeda falsa foi descoberta quando tentava comprar uma mercadoria de baixo valor no armazém número 28 da Rua General Sampaio com uma nota falsa no valor de 50$000 réis. José Peres era de nacionalidade espanhola, menor de dezenove anos de idade , analfabeto e estado civil solteiro. Morava na Rua da Constituição e era carpinteiro . Maximino Gesteira era espanhol , analfabeto , profissão cozinheiro , tinha vinte e um anos e morava na mesma rua. Alfredo Martins era de nacionalidade portuguesa , tinha vinte e sete anos, era empregado do comécio, solteiro e alfabetizado. Foram presos em flagrante e levados para Casa de Detenção. Acabaram sendo libertos em virtude da falta de provas que viessem a comprovar suas respectivas culpas . Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Formulário de Prisão em Flagrante 2, Primeira Delegacia Auxiliar de Polícia, Delegacia de Terceira Entrância, 1909; Cédula Falsa; Ficha Datiloscópica, Gabinete de Identificação e Estatística; formulário de recebimento de fichas datiloscópicas, Gabinete de Identificação e Estatística, s/d; Certificado de Notificação dos Peritos para o procedimento de exame nas cédulas falsas, s/d.

            Sem título
            BR RJTRF2 6253 · 4 - Dossiê/Processo · 1915 ; 1916
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            A nota falsa no valor 200$000 réis foi enviada pelo diretor do hospital de Saúde Pública no Engenho Novo, que acusou Ismael de Carvalho de ter passado a dita nota ao vendedor ambulante Jorge Elias. O acusado era de nacionalidade portuguesa, estado civil solteiro, analfabeto e morador da Fazenda do Engenho Novo. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. É citada a Lei nº 2110 de 1909, artigo 13 e quatro testumunhas são inquiridas. Inquérito, 1a. Delegacia de Polícia; Ofício da Delegacia do 24o. Distrito Federal; Cédula Falsa; Auto de Exame de cédula falsa, 1915; Exame de Datiloscopia, 1915.

            Sem título
            BR RJTRF2 3795 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito policial para averiguar a origem da nota falsa no valor de 10$000 réis, recebida por Jeronymo Gonçalves de Azevedo, nacionalidade portuguesa, estado civil solteiro, vinte e oito anos de idade, profissão chofer de táxi, como pagamento por uma corrida. O processo foi arquivado por falta de provas da autoria dos fatos. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Cédula Falsa; Termo de Exame, 1916; Auto de Exame, 1916; Ofício, 1916; Cartão de Visita, s/d.

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            BR RJTRF2 4872 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito policial investigado pela 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal relativo à emissão de nota falsa, de um determinado valor, no mercado. A referida nota foi apresentada na delegacia por Feleciano Pereira, nacionalidade portuguesa, estado civil casado, negociante, residente na Rua Domingos Lopes, cidade do Rio de Janeiro. O mesmo alegou que havia recebido a nota do réu, profissão sapateiro, casado, residente na Rua Mario José - RJ, que, por sua vez, dizia tê-la recebido como troco após comprar café em um estabelecimento na Rua Marechal Floriano - RJ. O juiz determinou o arquivamento da ação. A Justiça Federal possuía a mesma representatividade do Ministério Público no processo. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Cédula Falsa; Termo de Exame de cédula falsa da Seção de Papel Moeda da Caixa de Amortização, 1915; Ofício da Delegacia de 1a. Entrância do 23o. Distrito Policial, 1915; Auto de Exame de cédula falsa da Seção de Papel Moeda da Caixa de Amortização, 1915; Ofício da Caixa de Amortização, 1915.

            Sem título
            BR RJTRF2 6098 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            A nota falsa no valor de 200$000 réis foi apreendida em um botequim da Rua Capitão Félix, cidade do Rio de Janeiro, cujo dono, José Góes dos Santos, nacionalidade portuguesa, estado civil casado havia declarado tê-la recebido pelo acusado. Este indivíduo havia consumido uma garrafa de cerveja e como forma de pagamento passou a dita cédula. Era de nacionalidade brasileira, casado, profissão bombeiro hidrômetro e residente à Rua da Leopoldina - RJ. Este alegou desconhecer o fato de ter portado a nota. O processo foi arquivado, conforme requerimento do procurador. Inquérito da Primeira Delegacia Auxiliar de Polícia, 1916; ofício do 10º Distrito Policial - Delegacia de Terceira Entrância, 1915; Cédula Falsa valor 200$000 réis; Auto de Exame, 1916; Individual Datiloscópica do indiciado, 1916; Folha de Antecedentes, 1916.

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            BR RJTRF2 8273 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Tratava-se de inquérito policial feito na 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia sobre cédula falsa no valor de 50$000 réis, passada pelo acusado, nacionalidade espanhola, 32 anos de idade, estado civil casado, profissão mecânico. O acusado passou a nota a uma meretriz Augustina Szlcopelk, nacionalidade polonesa, naturalizada brasileira, 35 anos, solteira, residente na Rua Evaristo da Veiga, 50. O juiz considerou improcedente a denúncia pelo exposto e deixou de pronunciar o suspeito em 21/02/1916. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Cédula Falsa; Auto de Exame, 1915; Relatório da 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal, 1916.

            Sem título