A suplicante União Federal vem por meio dessa requerer o pagamento da dívida contraída pelo réu no valor de 3:500$000, referente a impressão do livro A pátria fluminense feita na Imprensa Nacional e sob os quais o dito suplicado não efetuou o pagamento. Recebida a contestação (incompleto). Procuração, 1901; Recibo, 1901.
1a. Vara FederalEXECUÇÃO DE DÍVIDA
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O autor recebeu pelo vapor uma partida de farinha trigo e pagou por ela o valor de 3000$000 réis em taxas. Acontece que a ré, desejando proceder a análise nos produtos, classificou-os como de um outro tipo. Assim devido a demora destes trâmites, o autor abandonou suas mercadorias, que estavam estragadas, no trapiche Freitas, e obteve prejuízo total. O autor requer o pagamento pela ré do custo da referida partida e de seu frete na quantia de 2228 francos moeda estrangeira Foi deferido o pedido. O réu apelou, mas os autos estão inconclusos. Procuração, Tabelião Castanheda Junior, Rua do Rosário, 70 - RJ, 1896, 1897; Imposto de Indústria e Profissões, 1897; Certidão de Tradução, Tradutor Eduardo Frederico A., Tradução de Carta, 1899; Vistoria, 1896; Auto de Vistoria, 1896; Auto de Vistoria, 1897.
Juízo Federal do Rio de JaneiroOs autores, negociantes à Rua de São Pedro e Rua São Joaquim, com fábrica de fumos Brazil, requerem depositar o valor de 9:704$200 réis, referente ao imposto que devem pagar. Alega que o diretor da Recebedoria da Capital Federal, expediu um aviso para os autores pagarem a quantia de 80:000$000 réis pela produção de 200 mil quilos de fumo e que tal ato seria ilegal de acordo com o decreto 2216, art. 12. Requerem ainda anulação do tal ato. O pedido foi negado. O autor apelou, mas os autos estão inconclusos. Imposto do Fumo, 1895; Imposto de Indústrias e Profissões,1896; Termo de Apelação, 1897; Procuração, Tabelião Pedro Evangelista de Castro, Rua do Rosário, 103 - RJ, 1896.
Juízo Seccional do Distrito FederalO autor, imigrante, contratou com os réus, proprietários do vapor Heelas, hoje Alice, a empreitada das obras a serem feitas no dito vapor. Durante as obras, o autor gastou um valor superior ao combinado e entregou antes do fim do prazo, o que lhe garantiria 100$000 réis por cada dia adiantado. Acontece que os réus se recusam a pagar tal quantia a mais. Assim, o autor requer o pagamento de 94:773$170 réis e despesas realizadas. O autor foi condenado a pagar aos réus 47:539$630 réis. Ele recorreu, mas os autos estão inconclusos. Procuração, Tabelião Evaristo Valle de Barros, Rua do Rosário, 58 - RJ, 1895, 1894; Auto de Vistoria, 1895; Auto de Exame de Vistoria, 1896; Termo de Apelação, 1897.
Juízo Federal do Rio de JaneiroA autora, credora da ré, antes Companhia de Ferro Lavoura Rio e São Paulo, cessionária da Estrada de Ferro Santa Cruz do Cruzeiro pelo valor de 30:000$000 réis, proveniente de quotas para despezas de fiscalização da mesma Estrada de Ferro, requereu o pagamento da referida quantia. Autos incompletos. Certidão, 1894; Procuração, 1894; Decreto nº 4366 de 04/07/1891.
Juízo Seccional do Distrito FederalO autor importou, pelo vapr Aquitaime, 100 sacos de farinha de trigo e deveria pagar como taxa aduaneira o valor de 30 réis por saco. Aconteceu que houve oposição do aduaneiro, que lhe cobrou 300 réis por saco. Assim, o autor requereu a quantia de 1:425$000 réis que pagou para a retirada de sua mercadoria, com juros da mora e custas. Autos incompletos. Recibo, 1897; Procuração, 1897; Despacho, 1897.
Juízo Seccional do Distrito FederalO autor, oficial da Armada Nacional, fundamentado no decreto 848 de 11/10/1890 e na Constituição Federal, artigo 60, requereu o pagamento da diferença de seus vencimentos no valor de 70$000 réis. Esta redução se deu quando o autor foi reformado. Alegou que sua reforma não foi válida, pois nunca participou de nenhuma conspiração ou sedição, como o decreto reformatório declarou. Cita a Constituição Federal, artigos 80, 194, 34 número 18, e 97. Juiz Aureliano de Campos. Autos incompletos. Jornal Diário Oficial, 1892.
Juízo Seccional do Distrito FederalO suplicante, procurador em causa proria de Alfredo Gomes Monteiro Amaral, tendo o mesmo vendido à insetoria do serviço de isolamento e desifecção 27:792 ratos à razão de 300 réis cada um, e como a Diretoria de Saúde Pública não enfrentou o pagamento, sob pretexto de ter o dito Alfredo ido capturar os roedores em Niterói, requer a comdenação da suplicada pagar o valor de 8:337$600 referentes aos ratos vendidos. Ação julgada imrocedente, autor apelou ao STF que negou provimento ao recurso. Procuração, Tabelião Ibrahim Carneiro da Cruz Machado, Rua do Rosário, 88 - RJ, 1908; Lei nº 973 de 02/01/1903, artigo 1; Regulamento nº 737 de 25/11/1850, artigo 686 § 5º.
Juízo Federal do Rio de JaneiroA autora entrou na ação por si e como tutora de seus filhos menores impúberes. Tendo o finado Manoel Pereira da Fonseca arrendado à ré a fazenda Santa Maria da Fonseca, no município de Santa Luzia de Carangola Minas Gerais, e sendo a autora e seus filhos meeiros e herdeiros do finado, requereu que fossem os réus condenados a pagarem o valor de 6:000$000 réis, referente às prestações vencidas, mais 3:000$000 réis por semestre. A ação foi julgada procedente. Os réus apelaram ao Supremo Tribunal Federal, que negou-lhes provimento. Os réus entraram com embargos, que foram rejeitados. Alvará de Autorização, 1909; Escritura de Arrendamento, 1907; Procuração, Tabelião Ibrahim Machado, Rua do Rosário, 88 - RJ, 1910, Tabelião Belmiro Corrêa de Moraes, Rua do Rosário, 76 - RJ, 1909; Recorte de Jornal Diário Oficial, 10/11/1909, 9/01/1910, 10/02/1910, Jornal do Commércio, 10/02/1910, 10/11/1909; Recibo, Jornal do Commércio, 1909, 1905, 1910; Termo de Agravo, 1919; Decreto nº 3084 de 1894; Regulamento nº 737 de 1850, artigo 70.
Juízo Federal do Rio de JaneiroA autora, cujo patrimônio estava incorporado ao Lloyd brasileiro, requereu pagamento do valor de 170:000$000 réis, com juros da mora e custas, em virtude dos danos e prejuízos causados pelo abalroamento, do vapor Pará e o Itaquara, no qual foi detectado, por vistoria, a culpa do último, de propriedade da ré. O juiz julgou procedente a ação, a ré apelou e o Supremo Tribunal Federal deu provimento a ação. A União embargou e o Supremo Tribunal Federal rejeitou o embargo. Procuração, Tabelião Pedro Evangelista de Castro, Rua do Rosário, 103 - RJ, 1919, Tabelião Arthur Cardoso de Oliveira, Rua Pedro Palacios, 1917, Tabelião Hugo Ramos, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1926; Fotografia; Planta; Código Comercial, artigos 5050, 512,743,744,750; Regulamento nº 737, artigo 367; Decreto nº 938 de 29/12/1902.
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