A suplicante era consignatária do navio italiano Augusta, o qual transportara para o porto do Rio de Janeiro um bloco de mármore de 4800 quilos da marca N & R. Conforme o Código Comercial artigo 619, o capitão não poderia reter a mercadoria por falta de pagamento, no caso o excesso de peso. Armazenou-se o bloco no armazém 8 do Cais do Porto, pedindo citação do inspetor da Alfândega e o protesto para que não se permitisse a retirada sem o pagamento das importâncias. Foi deferido e requerido o protesto. Procuração, Tabelião Antonio Salviano, Rua do Rosário, 134 - RJ, 1927.
Sem títuloEXECUÇÃO DE DÍVIDA
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O autor, negociante, estabelecido na cidade do Rio de Janeiro, foi intimado para o pagamento de títulos apresentados pelo Banco do Brasil no valor total de 9:435$030, por ordem da firma Baptista Lopes & Companhia, de Belém, Estado do Pará. O suplicante alegou que não podia ser cobrado por tal dívida, já que era credor da companhia ré da quantia de 999$130. Rebello afirmou que os suplicados assumiram compromisso de prorrogar o vencimento dos títulos até prestar contas com o suplicante. Baptista Lopes confirmou ao suplicante que já havia negociado com o Banco do Braisl a prorrogação. Procuração, 1924; Termo de Protesto, 1924; Jornal Jornal do Commercio, 1924.
Sem títuloO autor era credor do réu, representada por seu diretor Ary Nogueira, com sede no Teatro João Caetano, à Praça Tiradentes, no valor de 4:200$000 réis, referente a uma nota promissória vencida. Requereu expedição de mandado executivo a fim de obter pagamento da dívida, sob pena de penhora. O processo foi julgado perempto, pelo não pagamento de taxa judiciária. Nota Promissória, 1924; Procuração, Tabelião Alvaro Fonseca da Cunha, Rua do Rosário, 138 - RJ, 1924; Advogado Virgilio S. Seabra de Mello, Rua da Quitanda, 72 - RJ.
Sem títuloO autor, residente no Paraná, era credor do réu, domiciliado na Rua Nossa Senhora de Copacabana 642, Rio de Janeiro, no valor de 17:000$000 réis referente a nota promissória vencida. Requereu expedição de mandado executivo, a fim de que obtivesse o pagamento da dívida, sob pena de penhora. Pedido deferido. O réu embargou, mas o autor desistiu da ação após o pagamento do valor pedido. Nota Promissória, 1924; Procuração, Tabelião Raul de Noronha Sá, Rua Buenos Aires, 49 - RJ, 1924; Advogado José de Avellar Fernandes e Antonio Pinto Avellar Fernandes, Avenida Rio Branco, 173 - RJ; Taxa Judiciária, 1924.
Sem títuloO autor havia dado em depósito diversos móveis de sua propriedade ao réu, ficando estipulado o valor do depósito. O suplicante alegou porém, que o réu recusou-se a entregar os referidos móveis. Este requereu, de acordo com o Decreto n° 3084 de 5/11/1898 arts 387 e 388 e o Regulamento 737 de 1850 art 284, a intimação do depositário a fim de que fosse feita a entrega dos objetos mencionados no contrato. Foi deferido o requerido. Procuração, Tabelião Alincourt Fonseca, Rua do Rosário, 81 - RJ, 1924 e 1923.
Sem títuloA autora pediu a intimação do proprietário do prédio situado à Rua Santa Luzia, 242 - RJ, para que recebesse o pagamento do mês de outubro do imóvel, no valor de 1:000$000 réis. Recibo, Recebedoria do Distrito Federal, 1924.
Sem títuloA autora, mulher, requer a execução da sentença na qual a ré foi condenada ao pagamento de uma pensão anual no valor de 6:000$000 e da diferença de 2:400$000 réis que não foi paga a autora desde que se habilitou aquela pensão. A petição inicial se referia a uma ação ordinária proposta pela autora, estado civil solteira e maior, a fim de obter a pensão de montepio a que tem direito com a morte do contribuinte Francisco Pereira Passos, ex-diretor da Estrada de Ferro do Brasil, seu pai. Foi deferido o requerido na petição inicial, sendo expedido o precatório. Carta de Sentença, 1924; Cálculo para Pagamento de Diferença do Montepio, 1924, 1925.
Sem títuloO autor, credor do réu, com sede na Avenida Rio Branco no. 50 por imposto, alega que este deixou de pagar no valor de 13:220,958, em atos praticados nos municípios de Rio Novo e Carangola, e por isso requereu a expedição de um mandado executivo para haver o pagamento , em um prazo de 24 horas, sob pena de penhora dos bens. O juiz tomou por sentença o termo de desistência. Procuração, Tabelião José Olinto Ferraza, 1921, Tabelião Ibrahim Machado, Rua do Rosário, 88 - RJ, 1924, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 115 - RJ, 1926; Mandado de Penhora; Decreto nº 10902 de 20/05/1914; Decreto nº 131 de 20/04/1893; Decreto nº 2185 de 05/12/18954; Decreto nº 1378 de 1900; Decreto nº 2496 de 1883; Lei nº 2181 de 1875.
Sem títuloO autor, domiciliado em São José de Além Paraíba, Minas Gerais, era credor do réu, residente na Rua Senador Eusébio, 336 no valor de 2:000$000 réis, referente a uma nota promissória vencida e não paga. O suplicante requereu o pagamento da referida quantia, sob pena de penhora. Os embargos foram julgados não procedentes e a execução manteve-se nos seus termos regulares. Nota Promissória, 1919; Procuração, 1922; Auto de Penhora e Depósito, 1923; Lei nº 2044, artigo 51; Decreto nº 3084 de 1898, artigos 708 e 709; Advogado Raul Gomes de Mattos, Olavo Canavarro Pereira, Rua do Rosário, 102 - RJ.
Sem títuloA autora, agente da Cosulich Societá Triestrina de Navegacioni, requereu, fundamentada no Código Comercial, artigo 619, que se tomasse por termo seu protesto e lhe concedesse mandado de depósito para garantia de pagamento de dívida referente a frete de cargas, consignadas a Fernandes y Alvares, Alves Irmão Cia e D. J. R. Rodriguez. Estas vieram pelo navio a vapor Carolina, embarcadas em Málaga, Espanha, por Lopes Hermanos. Os consignatários não se apresentaram para pagar o débito e as cargas se encontravam no armazém do Cais do Porto. Pedido deferido. Procuração 2, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1918, 1921; Certificados de Produtos Embarcados, com contrato, Consuleli-Societá Triestrina di Navegazione, 1924; Recorte de Jornal Diário Oficial, 24/2/1924; Termo de Protesto, 1924; Código Comercial, artigo 619.
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