O autor era representante da Fazenda Nacional junto à Empresa de Melhoramentos da Baixada Fluminense, e pediu imissão de posse do prédio e terreno do réu, frente o depósito máximo de 6:804$000 réis, citando o decreto nº 14589 de 30/12/1920, decreto nº 14907 de 13/7/1921, decreto nº 15183 de 20/12/1921. O imóvel encontrava-se à Rua Olga, 115. Foi julgado por sentença, inicialmente, o acordo. A petição foi deferida. Planta de Terreno e Prédio, 1922.
Sin títuloDEPÓSITO
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A autora requer o depósito de dez títulos da dívida pública no valor nominal de 1:000$000 réis na tesouraria da Administração Central, como forma de garantir a sua participação na licitação para o fornecimento de dois batelões de fundo falso. As embarcações são obstinadas à Inspetoria Federal de Portos, Rios e Canais. Para justificar o depósito de títulos da dívida pública, cita os artigos nº 745 e 770 do decreto nº 15783 de 08/11/1922. o juiz deferiu a expedição do alvará de autorização a fim de ser levantado o depósito feito. Jornal Diário Oficial, 24/03/1928; Recorte de Jornal Diário Oficial, 31/03/1928, 05/04/1928 e 13/04/1928; Procuração, Tabelião Lino Moreira, Rua do Rosário, 134 - RJ, 1927; Decreto nº 15783 de 08/11/1922, artigos 745 e 770.
Sin títuloA autora, sucessora da studeboker do Brazilo e Companhia, celebrara o contrato com José Moreira Filho de promessa de venda um automóvel. Acontece que o 1o. Delegado auxiliar seqüestrou o referido automóvel sem mandado legal. A autora requereu a reintegração da posse do veículo. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no decreto nº 19.910, de 23 de abril de 1931 prorrogado pelos decretos nº 20032 de 25 maio de 1931, e nº 20105 de 13 de junho de 1931. Procuração, Tabelião Fernando de Azevedo Milanez Rua Buenos Aires, 47 - RJ, 1927; Registro de Contrato, Oficial do Registro Especial de Títulos e Documentos, Alvaro de teffe VonHoonholz, 1928; Decreto nº 20105 de 13/06/1931; Decreto nº 19910 de 1931, artigo 2.
Sin títuloA ação foi movida com o fim de por à disposição o valor de 143:000$000 réis, correspondente à quantia do terreno, do depósito de 170:000$000 réis, efetuado no Cofre dos depósitos públicos pela Empresa de Melhoramento da Baixada Fluminense, e de que fosse efetuada a penhora requerida pelo Banco dos Funcionários Públicos contra José Marques da Cunha Junior e sua mulher Alzira Bilio da Cunha, importância essa subrogada à hipoteca feita ao banco. O juiz devolveu a precatória devido aos autos por ela requeridos estarem no Supremo Tribunal Federal.
Sin títuloO autor, residente na Rua Doutor Geraldo Martins, 152, Niterói, requereu a citação do réu estabelecido na Rua da Assembléia, 101, para que pudesse receber em juízo o pagamento no valor de 80$000 réis, correspondente ao aluguel do prédio. Foi deferido a inicial.
Sin títuloO autor era engenheiro do prédio localizado na Rua Souza Franco, 480, petrópolis, o qual pertencia ao réu. O suplicante requereu a citação do réu para que fosse realizado o pagamento do valor de 200$000 referente a 2 meses de aluguel. Foi deferida a petição que requere o mandado de levantamento contra o tesouro e a favor do suplicante das quantias ali depositadas. Procuração 3, 1923; Recibo 2, 1923.
Sin títuloA ré, mulher, alugou o prédio à rua Conde de Irajá, 157 - RJ, de sua propriedade, ao autor pelo valor mensal de 260$000 réis. A suplicada, porém, recusava-se a receber os aluguéis vencidos. A suplicante requereu citação da ré, para que, em juízo, recebesse o valor da referida dívida. Foi deferido o requerido inicial. Procuração, 1923; Recibo, 1923.
Sin títuloA autora, mulher, e seu marido Adelino Coelho da Silva, brasileiros, proprietários, casados em regime de comunhão de bens, eram proprietários do terreno localizado na Rua 24 de maio, 443. Estes requereram a citação da ré para receber o valor de 13$000 réis, correspondente a 40 anos de fóro de acordo com o decreto 3084 de 1898. O processo foi julgado perempto pelo não pagamento da taxa judiciária. Procuração, 1922; Recibo, 1923; Decreto nº 19910 de 1931.
Sin títuloO autor, capitão do vapor norte-americano Tone, alegou que, por falta de água ocasionada por desarranjos nas suas máquinas, o referido navio foi rebocado pelo rebocador Liklok para o porto do Pará no dia 08/10/1920. O suplicante requereu a intimação dos consignatários da carga conforme o Código Comercial artigo 619, para que fosse repartida as quotas de contribuição, sendo nomeado um curador para representar os interesses dos ausentes. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19.910, de 23 de Abril de 1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25 maio de 1931 e Decreto nº 20105 de 13 de junho de 1931. Tradução de Termo de Protesto Marítimo, Tradutor Público Manoel de Mattos Fonseca, Rio de Janeiro, 1920; Tradução de Conhecimento de Carga, 1920; Procuração, Tabelião Affonso Deodoro d'Alincourt Fonseca, Praça Gonçalves Dias, 11, 1920; Lista dos Consignatários da Carga do vapor Tona, 1920.
Sin títuloOs autores, negociantes na cidade de São Paulo, requerem a cobrança do valor de 6:534$380, referente a mercadorias despachadas na Estação Norte da Estrada de Ferro Central do Brasil para a Estação Marítima, que se extraviaram. As mercadorias estavam consignadas a Manoel dos Santos. Foi julgado como sentença o termo de desistência. Procuração 2, Tabelião Antonio de Gouveia Giudice, Largo da Sé, SP, 1920, 1921; Taxa Judiciária, 1921; Lei nº 2681 de 7/12/1912, artigo 1; Custas Processuais, 1921 .
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