CRIME CONTRA A FÉ PÚBLICA

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              BR RJTRF2 11483 · 4 - Dossiê/Processo · 1929; 1930
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              A autora denuncia os réus como incursos no decreto nº 4780 de 1923, artigos 11 e 8 e no Código Penal, artigo 18. Tentaram passar uma cédula falsa no valor de 200$000 réis na compra de cigarros no café da Av. Men de Sá, esquina com o Largo da Lapa. Seraphin tem 25 anos de idade, é imigrante português, natural do Conselho da Beira, Portugal, trabalhador municipal, estado civil solteiro e morador à Ilha de Sapucaia. José tem 26 anos, é imigrante português, natural da Bacia-Alta, Portugal, casado, empregado no comércio e morador à Rua Senador Pompéia. Foi confirmado o despacho que julgou improcedente a denúncia e absolveu os réus da acusação. Cédula Falsa, s/d; Auto de Apresentação e Apreensão de cédula falsa, 1929; Auto de Exame de Cédula Falsa, 1929; Individual Datiloscópica, Gabinete de Identificação e Estatística, 1929; Ficha de Antecedentes, 1929; Procuração, Tabelião Álvaro de Mello Alves, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1930.

              Sans titre
              BR RJTRF2 3419 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              O paciente, nacionalidade portuguesa foi preso sob condições ilegais, acusado de introdução de nota falsa. Contudo, o Chefe de Polícia Aurelino Leal declarou que o paciente não encontrava-se preso. Trata-se de habeas corpus, ação constitucional de rito sumário, impetrada com o objetivo de fazer cessar lesão ou ameaça de lesão a direito. Note-se que nesta época não se conheciam os institutos de segurança. Por isso o habeas corpus era usado em relação a qualquer direito. Era utilizado em casos de prisão sem flagrante ou mandado judicial para que sejam garantidos direitos como o de liberdade aos pacientes, cessando por meio desse o constrangimento ilegal que sofrem em sua liberdade individual. Na Constituição Federal de 1891, artigo 72, parágrafo 14 e 22 o habeas corpus era utilizado para impedir qualquer ato que pudesse ferir a liberdade individual do ser humano, tendo como exemplo: liberdade de locomoção, prisão ilegal sem provas, não sendo feito por autoridade judiciária, expulsão do território ferindo a lei de deportação, etc.

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              BR RJTRF2 2813 · 4 - Dossiê/Processo · 1913
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de processo referente à cédula falsa passada em uma casa de negócio na Rua Treze de Maio pelo pagamento de uma despesa. A cédula em questão foi passada para o empregado no comércio, nacionalidade espanhola Baldomero Barcía. O juiz determinou o arquivamento do processo .Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Ofício, 1902; Termo de Exame, 1902; Cédula Falsa .

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              BR RJTRF2 3397 · 4 - Dossiê/Processo · 1913
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de um pedido de soltura requerido pelo impetrante, advogado, em favor do paciente, nacionalidade austríaca, oficial subalterno do vapor austríaco Columbia, que encontrava-se detido na Casa de Detenção, sob a acusação do crime de emissão de nota falsa no mercado. O mesmo alega que a prisão foi efetuada sem justa causa, uma vez que recebeu a referida cédula do mestre da lancha Esmeralda, em Buenos Aires, Argentina. O paciente ao chegar no Brasil reiterou suas queixas as autoridades policiais, contudo acabou sendo preso como se fosse o culpado. Logo após a averiguação, ficou constatado que outro homem havia passado o dinheiro e este foi solto. O juiz julgou o pedido procedente. São citados o Código do Processo Criminal, artigos 340 e 353, a Constituição Federal de 1891, artigo 22 e o Código Penal, artigos 11 e 12. Trata-se de habeas corpus, ação constitucional de rito sumário, impetrada com o objetivo de fazer cessar lesão ou ameaça de lesão a direito. Note-se que nesta época não se conheciam os institutos de segurança. Por isso o habeas corpus era usado em relação a qualquer direito. Era utilizado em casos de prisão sem flagrante ou mandado judicial para que fossem garantidos direitos como o de liberdade aos pacientes, cessando por meio desse o constrangimento ilegal que sofrem em sua liberdade individual. Na Constituição Federal de 1891, artigo 72, parágrafo 14 e 22 o habeas corpus era utilizado para impedir qualquer ato que pudesse ferir a liberdade individual do ser humano, tendo como exemplo: liberdade de locomoção, prisão ilegal sem provas, não sendo feito por autoridade judiciária, expulsão do território ferindo a lei de deportação, etc . Recorte de Jornal Noite e Jornal do Brasil, 15/08/1913; Ofício da Secretaria da Casa de Detenção, 1913.

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              BR RJTRF2 13904 · 4 - Dossiê/Processo · 1913; 1914
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              A autora, pelo Procurador da República, ofereceu denúncia contra o réu, acusado de tentar passar cédula falsa no valor de 200$000 réis. A denúncia foi julgada procedente. Foi mandado expedir-se mandado de prisão para o réu. Individual Datiloscópia, 1913; Auto de Exame de Cédula Falsa, 1913; Decreto nº 2110 de 30/9/1909, artigo 13.

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              BR RJTRF2 8222 · 4 - Dossiê/Processo · 1915; 1917
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              Tratava-se de inquérito policial acerca de um flagrante da atuação de dois integrantes de uma quadrilha de falsários no dia 03/02/1915, na Rua da Carioca. Foi observado que Alexandre Borelli entregara a um companheiro que conseguiu fugir, uma caixa contendo 39800 selos falsos do consumo da taxa de 500$000 réis e 15590 da taxa de 400$000 réis, para fins criminosos. Alexandre Borelli era de nacionalidade italiana, profissão tipógrafo, estado civil casado e instrução rudimentar. Houve sentença condenatória do réu. Foi citado o Código Penal, artigo 42, parágrafo 90 e Lei nº 2110 de 30/09/1909. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Individual Datiloscópica, Gabinete de Identificação e Estatística, 1915; Auto de Exame, 1915.

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              BR RJTRF2 18104 · 4 - Dossiê/Processo · 1922
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              O impetrante, advogado, de acordo com a constituição federal, art 72, requereu uma ordem de habeas corpus em favor de seu paciente preso no dia 17/05/1922, sem nota de culpa por suspeita de introduzir moeda falsa no país. falsificação. A Secretari de Polícia do Distrito Federal colocou que o paciente respondia por um crime de estelionato, estando sujeito a justiça local. Foi prejudicado o pedido pois o pacinte responde o processo de crime de estelionato, sujeito à justiça federal.

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              BR RJTRF2 8582 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              A autora, empresa francesa, estabelecida Bordeaux na França, possuía fábricas de destilação de bebidas e licores. Esta alegou que o réu estaria vendendo em sua loja, café prefeitura, licores revestidos de suas aludidas marcas internacionais, requerendo de uma busca e apreensão da mercadoria. Os autores desistiram do processo em 18/10/1916. Recibo de Taxa Judiciária.

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              BR RJTRF2 5330 · 4 - Dossiê/Processo · 1916; 1917
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de inquérito policial investigado pela 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal relativo a uma falsa procuração passada em notas do tabelião Gabriel Cruz. A tal procuração era em nome de Cândido Ribeiro Martins, guarda-fios da Repartição de Telégrafos e o indiciado havia iludido funcionários do Tesouro e recebeu o valor de 3:405$262, também desaparecida e pertencente a Cândido. São citados o Código Penal, artigo 338 e o Lei nº 2110 de 1909, artigo 23. Foi julgado procedente o mandado de prisão. Cédula Falsa; Ofício do Tesouro Nacional, 1917; Ofício do Gabinete de Polícia do Distrito Federal, 1917; Ofício do Gabinete de Identificação e Estatística Criminal do Distrito Federal, 1917; Autuação, 1916; Ofício do Ministério dos Negócios da Fazenda, 1916.

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              BR RJTRF2 6336 · 4 - Dossiê/Processo · 1919
              Fait partie de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de inquérito policial feito na 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia datado de 05/04/1919 para apurar a responsabilidade da falsificação da assinatura de Francisca de Andrade Luz, mulher, proprietária de um terreno em Santa Cruz. Verificou-se que o suplicado, seu neto, não praticou tal ato de má fé. Ao contrário, apenas atendeu a um pedido feito pela sua avó que era analfabeta. É citado o Código Penal, artigo 124. O juiz Olympio de Sá julgou de acordo com o que requereu o procurador que o presente inquérito deveria ser arquivado. O juiz Octavio Kelly confirmou o arquivamento. Ofício do Tesouro Nacional, 1919; ofício da Superintendencia Nacional de Santa Cruz, 1919; ofício da Secretaria de Polícia do Distrito Federal, 1919; ofício da Delegacia do 27o. Distrito Policial, 1919.

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