A autora denuncia o réu pelo fato de o mesmo ter sido preso em flagrante no interior do prédio à Rua Paulo de Frontin 34, Rio de Janeiro, quando trazia um vidro com substância suspeita, que o exame químico constatou tratar-se de droga que é tóxica, não podendo ser fornecida sem receita médica. assim, ele infringiu o Decreto n° 20930, de 1932 art 26. O juiz julgou a ação procedente e condenou o réu a 3 meses de prisão. Porém, o réu se encontrava detido a mais tempo do que sua condenação, então foi mandado expedir alvará de soltura. Atestado de Trabalho Edifício Brasil, 1933; Folha Datiloscópica Individual, Gabinete de Identificação e Estatística Criminal, 1933; Auto de Exame Químico, 1933; Procuração Tabelião Lino Moreira, Rua do Rosário, 134 - RJ, 1933; Código Penal, artigo 39.
1a. Vara FederalCOMÉRCIO ILEGAL
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BR RJTRF2 20893
·
4 - Dossiê/Processo
·
1933
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal
BR RJTRF2 20528
·
4 - Dossiê/Processo
·
1934; 1935
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal
Trata-se de processo crime instaurado para apurar a responsabilidade de réu, médico e proprietário de farmácia situado à Rua Catumbi 86, acusado de vender vidros de xarope de Pantopon Roche, que tiveram a venda proibida pela Saúde Pública, além de esconder em seu escritório ampolas de morfina e comprimidos de Pantopon. O juiz indeferiu o requerido. Recibo, Cofre, Depósito Público, 1934; Folha Individual Datiloscópica, 1934; Auto de Exame de Clínico em Drogas, 1934; Decreto n° 20930 de 1932.
1a. Vara Federal