Tratava-se de carta rogatória para a inquisição da testemunha Antonio Olavo, profissão advogado, estado civil casado, entretanto seu paradeiro não foi encontrado. Em resposta ao ofício do Procurador da República a respeito do paradeiro de Antonio Olavo o qual não teve seu paradeiro descoberto.
2a. Vara FederalATO ADMINISTRATIVO
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O autor alegou que o juiz indeferiu a petição de agravo e de acordo com a Lei nº 221 de 20/11/1894, artigo 69. Por isso, requereu que fosse passada a carta de testemunha. Tratava-se de um processo, cujo conteúdo muito se assemelhava a uma justificação, pois seu objetivo é o de apresentar um documento que é importante para outro processo. Procuração, Tabelião Belisário Fernandes da Silva Tavora, Rua do Hospício - RJ, Tradutor Público M. Mattos Fonseca.
2a. Vara FederalA autora, através de uma carta testemunhal, requereu conforme a lei nº 221 de 20/11/1894, visto ter sido indeferido pelo juiz seccional a petição de agravo feita. O processo referia-se a uma cobrança feita pela União Federal referente ao pagamento do imposto de indústrias e profissões. Foi indeferido o requerido. Imposto de Indústria e Profissões; Procuração, Tabelião Evaristo Valle de Barros, Rua do Rosário, 63 - RJ.
Juízo Federal do Rio de JaneiroNa carta testemunhal o réu requereu um mandado proibitório contra o Prefeito do Distrito Federal, para que não fosse impedido o consumo, sua fiscalização sanitária e seu pagamento de impostos, das carnes verdes de gado abatido na estação de Jeronymo Mesquita, Município de Iguasú. Em 28/04/1908 foi concedido o mandado. Em Jeronymo Mesquita se abatiam exclusivamente para o consumo público o gado rejeitado no Matadores de Santa Cruz. Estas carnes são vendidas em açougues da capital. Porém, José Miranda Valvarde, 2o. Procurador dos Feitos da Fazenda Municipal, requereu que fosse revogado e declarado nulo o mandado proibitório expedido anteriormente. O STF negou provimento ao agravo de número 1097 para confirmar o despacho agravado, condenando os agravantes ao pagamento das custas. Impresso do Ato do Poder Executivo, Decreto nº 655 de 09/08/1907; impresso da Apelação Cível n. 1252 de 1907; Lei nº 221 de 20/11/1894, artigo 54; Lei nº 1185 de 1106/1904; Decreto nº 5402 de 23/12/1904; Lei nº 939 de 29/12/1902.
1a. Vara FederalOs autores, nos autos de ação sumária movida pela testemunhada, não se conformando com a rejeição ao seguimento de seu agravo, requereram que se lhes passasse carta testemunhável para o STF. Juiz não tomou conhecimento da carta testemunhável. Carta Testemunhável, 1919; Decreto nº 3084 de 1898, artigo 753.
1a. Vara FederalA suplicante quis agravar a petição ao Supremo Tribunal Federal, contra ela e contra a Municipalidade do Distrito Federal. A Empreza Brasileira de Diversões tinha pedido um mandado proibitório, o que fora definido. A autora discordou dos despachos por acha-los ofensivo à Lei n° no. 22 de 20/11/1854 art. 13, Código Penal art. 370 e Código Civil art. 501 e 502. Pediu carta testemunhável de partes dos autos. O juiz indeferiu o requerido tendo o autor apelado para o Supremo Tribunal Federal, que julgou improcedente a carta testemunhável.
1a. Vara FederalA suplicada, tendo contratado vender a Hugo Duichard Filho, pela quantia de 20:000$000 réis, o prédio da Rua Coronel Pedro de Alves no. 156, antigo 140, construído em terreno acrescido de marinha, requereu a respectiva licença do Tesouro Federal que até a época não tinha sido concedido. Aconteceu que o suplicante alegou que esta demora lhe causara sérios prejuízos, e como estivesse o mesmo Tesouro fora do prazo estabelecido pelo Código Civil art. 83 , e por isso requereu a expedição de guia para ser depositada nos cofres de depósito públicos do Tesouro Nacional a quantia de 500$000 relativa ao laudenio de dois e meio por cento sobre o preço da referida transação, afim de poder a suplicante ultimar a mesma. O juiz proferiu a citação constante da contra-fé e condenou a requerente nas custas. Decreto nº 3084 de 1898, artigos 63 e 147.
1a. Vara FederalO autor, proprietário de estábulo à Rua Boulevard 28 de Setembro, 86, requereu no executivo fiscal que lhe moveu a Fazenda Nacional para cobrança de multa de 1:000$000 réis, imposta pelo Serviço de Fiscalização do Leite e Laticínios, que fosse intimado o Procurador dos Feitos da Saúde Pública para comparecer á audiência para louvar e aprovar peritos e indicar desempatados que examinassem o auto e o laudo oficiais de multa de leite com água e emitir parecer em face dos próprios dados. Juiz, após laudo de perito, julgou improcedentes os embargos à penhora, subsistindo para o pagamento do valor devido à Fazenda Nacional. Procuração, Tabelião José Afonso de Paula e Costa, Rua do Rosário, 126 - RJ, 1921; Termo de Agravo, 1921; Recorte de Jornal A Folha Médica, s/d, Diario Oficial, 19/08/1921, Jornal do Commercio, 13/09/1921, 24/09/1921, 21/08/1921; Termo de Apelação, 1922; Constituição Federal, artigo 48; Decreto nº 848 de 1890, artigo 201; Decreto nº 15003 de 1920; Decreto nº 3084 de 1898, artigos 53, 56; Lei nº 3987 de 2/1/1920, artigo 13; Lei Municipal nº 1192 de 6/2/1918, artigo 30; Decreto nº 10902 de 20/5/1914, artigo 105.
2a. Vara FederalAntônio Monteiro de Queiroz e sua mulher, Ondina Rodrigues Alao de Queiroz, Nair Nilda e Zilda de Siqueira Pinto , representadas pelo seu tutor , José de Siqueira Pinto, requereram ação para intimação do suplicado a fim de que entregue os autos da execução de sentença movida pelo major Fernando Alves de Souza Alão contra a União Federal, que se achavam em seu poder. O Juiz deferiu que fosse passado o mandado de cobrança. Procuração, Tabelião Belisário Fernandes da Silva Távora, Rua Buenos Aires, 50 - RJ, 1929; Advogado Francisco de Menezes Pimentel Junior, Samuel Belém de Figueiredo, Rua República do Peru, 70 - RJ .
2a. Vara FederalOs autores eram profissão advogados, participaram do contrato de seguro de vida em grupo celebrado entre a Ordem Advogados do Brasil e a São Paulo, Companhia Nacional de Seguros de Vida, que, depois de oito anos, foi encampado pela ré, estabelecendo outras condições para os novos e antigos segurados e elevando o prêmio mensal para as que contassem com mais de 66 anos de idade, e a mensalidade para o valor de CR$2400,00, mas mantendo o valor de capital segurado. Alegando ser o seguro um contrato bilateral que não poderia ser alterado ao livre arbítrio, requereram exercer o pagamento anteriormente contratado, sob pena de depósito. A ação foi julgada improcedente e o autor recorreu ao Tribunal Federal de Recursos, que negou provimento ao apelo. Três Procuração Carmen Coelho - Rua da Assembléia,36 - RJ(1961 mudou para Av. Graça Aranha,57), Aladino Neves - Rua do Rosário, 113-B - RJ, Douglas Saavedra Durão - Rua Sete de Setembro, 63 - RJ (1971) 1964, 1968; Certificado de Seguros em Grupo da OAB 1957; Impresso Seguro de Vida em Grupo da OAB; D. O. 22/03/1968.
2ª Vara Cível do Estado da Guanabara