MOEDA FALSA

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          • UP FALSIFICAÇÃO DE MOEDA
          • UP Moeda falsa

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            1100 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            BR RJTRF2 8144 · 4 - Dossiê/Processo · 1907
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Trata-se de inquérito policial acerca dos estrangeiros que eram famosos introdutores de moeda falsa e pretendiam efetuar uma transação de notas, selos de consumo e estampilha de diversos valores. Os denunciados que já estavam sendo vigiados pela polícia, encontravam-se no Hotel Itália quando esta chegou e pegou em flagrante a mala que continha os seguintes objetos falsos: 47 cédulas falsas no valor de 20$000 réis, 133410 selos de 25 réis do imposto de consumo, todos falsos e ainda um ensaio em papel filigranado para o fabrico de notas de 10$000 réis, 97 estampilhas de 20$000 réis e 100 de 300 réis. O juiz deixou de reconhecer a pronúncia feita pela procuradoria. Nota Fiscal, Pharmacia e Drogaria Santos, 1909; Cédula Falsa, valor 10$000 réis; Termo de Exame, Caixa de Amortização, 1907; Código Penal, artigo 241.

            Sem título
            BR RJTRF2 4797 · 4 - Dossiê/Processo · 1907
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de um inquérito policial investigado pela 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal relativo à emissão de nota falsa, de um determinado valor, no mercado. A referida nota foi apresentada à Caixa de Amortização pelo réu, nacionalidade portuguesa, estado civil solteiro e profissão empregado no comércio, a pedido de seu patrão Joaquim lopes Martins. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Termo de Exame de Cédula Falsa da Caixa de Amortização, 1907; Cédula Falsa.

            Sem título
            BR RJTRF2 8650 · 4 - Dossiê/Processo · 1907; 1908
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Tratava-se de inquérito policial feito na 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia sobre cédula falsa no valor de 200$000 réis encontrada com Victor Hugo de Miranda, estado civil solteiro, 21 anos de idade, empregado na firma comercial Casa Leitão Irmãos & Companhia, que ao efetuar pagamento no Banco do Brasil foi identificada a referida nota. Alegou tê-la recebido do seu patrão, Maximiniano da Silva Leitão, 34 anos, casado, negociante que afirmou desconhecer a procedência da cédula falsa. O processo foi arquivado por falta de elementos para fundamentá-lo em 10/06/1908. Decreto nº 9370 de 1885.

            Sem título
            BR RJTRF2 13908 · 4 - Dossiê/Processo · 1901
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            A suplicante vem por meio desta ação de sumário crime, evidenciar o crime contra a fé pública, por passagem de moeda falsa no valor de 200$000. A cédula falsa foi trocada por um homem chamado Salgado, nacionalidade portuguesa que andava mal vestido e fazia ponto na Rua da Imperatriz 88 no Botequim Marques Paulo. Essa cédula foi passada a Paulo Cuiffo nacionalidade italiana estado civil solteiro com 31 anos de idade. O juiz julgou por sentença o arquivamento do processo. Termos de Exame de Cédula Falsa, 1901; Cédula falsa.

            Sem título
            BR RJTRF2 15560 · 4 - Dossiê/Processo · 1901
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            O réu, natural do Rio Grande do Sul, comerciante , estado civil casado, é acusado e portar uma cédula falsa no valor de 100$000 em meio a uma importância de 844$00, que lhe foi entregue pelo inspetor no dia de sua liberdade. O réu estava preso devido a queixa de sua mulher, que foi agredida fisicamente por ele. Inquérito arquivado. Ofício, Caixa de Amortização, Seção do Papel Moeda referente ao Termo de Exame de uma nota falsa de 100 mil réis; Cédula Falsa de 100 mil réis.

            Sem título
            BR RJTRF2 3335 · 4 - Dossiê/Processo · 1901
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. O processo é referente à passagem de nota falsa, no valor de 100$000, recebida por Adelino Rodrigues Machado Reis, profissão negociante e nacionalidade portuguesa, que disse ter recebido a referida nota de João Baptista de Mello, comerciário e natural do Rio de Janeiro, que, por sua vez, dissse tê-la recebido da ré, turca, que lhe trocou a nota. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Cédula Falsa valor 100$000 réis.

            Sem título
            BR RJTRF2 4877 · 4 - Dossiê/Processo · 1901
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito policial relativo à emissão de moeda falsa, níquel, de um determinado valor, no mercado. A referida moeda foi passada pelo réu, estado civil solteiro, profissão marítimo, residente na Rua da Prainha, cidade do Rio de Janeiro, quando tentava utilizá-la como pagamento de uma despesa em um café volante estabelecido na Praça Tiradentes - RJ. O mesmo alegou que havia recebido a moeda de um amigo. O juiz emitiu nota de culpa ao réu. É citado o Código Penal, artigo 241. A Justiça Federal possuía a mesma representatividade do Ministério Público no processo. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Moeda Falsa; Ofício da Diretoria da Casa da Moeda, 1911; Ofício da Procuradoria da República, 1901.

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            Sumário Crime. Nº do documento (atribuído): 6337.
            BR RJTRF2 6593 · 4 - Dossiê/Processo · 1901
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito para se apurar a responsabilidade criminal sobre nota falsa. De acordo com os depoimentos de Antônio Luis Ribeiro não se chega a verificar o dolo essencial ao delito, o que autoriza o arquivamento do inquérito. Quanto ao principal envolvido Luiz Antônio Garcia, não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito . Cédula Falsa.

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            BR RJTRF2 10051 · 4 - Dossiê/Processo · 1902
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            A nota falsa no valor de 50$000 réis foi encontrada em poder do acusado, nacionalidade portuguesa , estado civil casado, profissão empreiteiro e morador da Rua Silva Jardim, 34. Este indivíduo afirmou ter recebido a dita nota do dono de um quiosque situado no Largo do São Francisco de Paula, na ocasião em que ganhou a quantia de 75$000 réis no jogo do bicho. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito.

            Sem título
            BR RJTRF2 3334 · 4 - Dossiê/Processo · 1902
            Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

            Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. O processo é referente à passagem de nota falsa, no valor de 200$000, recebida por Miguel Luis Borges, profissão negociante, estado civil português e estado civil casado, que a entregou na delegacia, alegando tê-la rebido como pagamento de dívida por parte do réu. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Cédula Falsa, valor 200$000 réis; Termo de Exame, 1902.

            Sem título