A autora requereu o arquivamento do inquérito em que o réu, de nacionalidade portuguesa, era acusado de utilizar carteira de identidade falsa para fins eleitorais, pois estando revogado o código penal, artigo 256 que punia tal fato, não havia como encontrar na lei punição para o fato ora ajuizado. O processo foi arquivado. Carteira de Identidade do réu, 1916.
Sans titreFALSIDADE IDEOLÓGICA
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Trata-se de caso em que o 1o. réu tentou alistar-se como eleitor, apresentando falsa certidão, da qual consta firma apócrifa de José Gonçalves Serejo, reconhecida pelo 2o. réu, tabelião. Estando o 1o. incurso na sanção do Código Penal, artigo 256, e o 2o. no artigo 208, requer da Justiça as diligências para formação de culpa. Denúncia procedente quanto ao eleitor e improcedente quanto ao tabelião. Juiz reformando o despacho anterior deixa de pronunciar os réus condenados, visto que o Código Penal, artigo 256 foi revogado pela lei nº 1269 de 1904. Imposto Predial, Sub-Directoria de Rendas, Diretoria Geral da Fazenda Municipal da Prefeitura do Distrito Federal, 1916; Certidão de Batismo, 1916; Procuração, Tabelião Fausto Werneck, 1917; Jornal Jornal do Commercio, 02/09/1917; Lei nº 2110 de 30/9/1909; Lei nº 1269 de 15/11/1904; Lei nº 1425 de 27/11/1905; Lei nº 3208 de 27/12/1916, artigo 56; Decreto nº 9263 de 1911, artigo 135.
Sans titreTrata-se de um inquérito policial feito na 1ª Delegacia Auxiliar para apurar a denuncia feita contra Ricardo Fernandes, 34 anos de idade, estado civil solteiro, que foi preso em flagrante por não estar devidamente habilitado para exercer a profissão de dentista. Julgado nulo processo, o juiz deixou de conhecer da denúncia. Recibo, 1934; Ficha Datiloscópica Individual, 1934; Procuração Tabelião Djalma da Fonseca Hermes, Rua do Rosário, 414 - RJ, 1934; Consolidação as Leis Penais, artigo 56; Decreto n° 20931 de 1932, artigo 1, 2 e 5; Decreto n° 8659 de 1911; Decreto n° 2017 de 1931; Decreto n° 16300 de 1923, artigo 232 e 234.
Sans titreO réu, estado ciivil casado com 42 anos de idade, de nacionalidade italiana, natural de Nápoles, foi acusado de falsidade ideológica pela Procuradoria Criminal da República. Em 05 de outubro de 1911 o acusado foi identificado para a Guarda Civil, declarando chamar-se Jacob Galluzo, natural de São Paulo. Contradizendo esta informação, o mesmo indivíduo obteve carteira eleitoral afirmando ser Jacob Sluzo de nacionalidade brasileira, natural de Nápoles em 26 de dezembro de 1927. No entanto, em 10 de setembro de 1927 requereu carteira de identidade com o nome de Jacob Galluzi de nacionalidade italiana e natural de Nápoles , Itália. A ação foi julgada prescrita.
Sans titreA autora requereu arquivamento do inquérito policial referente à diversidade de nomes entre a carteira de identidade e a carteira eleitoral do réu. Verificou-se que o réu ora usava o nome da mãe, mulher, estado civil casada, Florinda da Conceição Taveira, ora o do pai, José Lourenço Rigueira. Não houve fraude no uso dos nomes. O inquérito foi arquivado, como requereu o procurador criminal.
Sans titreTrata-se de inquérito policial feito na 3a. Delegacia Auxiliar, a fim de apurar a falsificação de documento para alistamento eleitoral. O réu, 35 anos de idade, estado civil casado, teria apresentado uma certidão de vículo empregatício falsa, afirmando ser funcionário municipal do posto da Limpeza Pública de Campo Grande. O juiz deferiu o arquivamento do processo, conforme requerido pelo Procurador da República.
Sans titreTratas-e de um inquérito policial a fim de se apuar a veracidade das declarações prestadas pelo réu. Com intuito de se obter a carteira eleitoral, declarou-se Ernesto Mendes de Andrade, nascido em 03/04/1900 e filho de João Faustino Mendes e mulher Corina Teixeira de Andrade. Para carteira de identidade, declarou-se Ernesto Mendes, nascido em 12/04/1905, filho de Corina e pai incógnito. por se tratar de um crime político, praticado no processo do alistamento eleitoral, a Procuradoria da República, declarou que o Governo Provisório de Getúlio Vargas concedeu anistia ao réu. A ação penal do julgada extinta, por tratar de crime eleitoral, que recebeu anistia com o Decreto n° 20558. Fotografia do Registro de Nascimento, Escrivão Augusto Isaac Leite, Município de Itaguahy, 1928; Decreto nº 20558 de 1931, artigo 1; Código Penal, artigo 71.
Sans titreTrata-se de um inquérito policial referente a 2 certidões diversas passadas pelo denunciado. Uma, utilizada para fins eleitorais, declarava que havia nascido em 15/05/1905 e era filho de mulher Adelma dos Santos. Outra, usada para instruir o requerimento de carteira de identidade, declarava que havia nascido em 15/05/1908 e era filho de Adelina Maria da Graça. O denunciado é estado civil, solteiro, empregado do Departamento Nacional de Saúde Pública, tem 21 anos de idade e reside na Rua Presidente Barrozo 144, certidão falsa. Foi julgada extinta a ação penal, por tratar de crime eleitoral, que recebeu anistia com o Decreto no.20558 alistamento elitoral. Certidão de Nascimento, Registro Civil da 11ª Pretoria, Escrivão Cyrillo Castex, 1908; Bento de Faria, Código Penal nota 129; Código Penal, artigo 71.
Sans titreTrata-se de inquérito policial da 1a. Delegacia Auxiliar instaurado para apurar o fato de o réu, natural de Pernambuco, estado civil solteiro, marítimo, residente à Rua Sacadura Cabral 139, Rio de Janeiro, requerendo sua inclusão dentre os eleitores da Paróquia de São Christóvão, apresentou documentos falsos. Ele era funcionário da Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro. Foi julgada extinta a ação penal. Lei nº 8189 de 02/08/1916, artigo 6; Decreto nº 17527, de 10/11/1926, artigo 57; Código Penal, artigo 71; Decreto nº 22558, de 23/10/1931.
Sans titreO réu se identificara como Romualdo Monteiro Siqueira Serpa, em 11/5/1920, para efeitos eleitorais. Porém, em 5/4/1921 e 21/2/1922 identificou-se na Polícia Militar como Romualdo Monteiro de Siqueira. Tal mudança de nomes estaria prevista no Código Penal, artigo 379 e Decreto nº 4780 de 1923, artigo 25. O inquérito policial da Delegacia de 3a. Entrância investigou o caso. O inquérito foi arquivado, de acordo com requerimento do Procurador Criminal. Atestado de Identidade, 1920.
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