O autor havia contratado o fornecimento de leite para sua Usina de Entre Rios, quando Miguel Corrêa Vaz entregou-lhe o vasilhame constante. Entretanto, o réu não pode dar continuidade ao fornecimento e restituiu o autor na metade dos vasilhames, não devolvendo os restantes. Dessa forma, o autor requer, para garantia de seus direitos, expedição de mandado de embargo contra o réu. É citado o Decreto nº 19901 de 23/04/1931. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19910 de 23/04/1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25/05/1931 e o Decreto nº 20105 de 13/06/1931.
1a. Vara FederalEXECUÇÃO DE DÍVIDA
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Os suplicantes eram credores do valor de 539,45 libras esterlinas, moeda estrangeira, do réu, comandante da barca italiana Martinim. A embarcação foi dada como garantia, e já tinha sido embargada. Pediu citação do réu para o pagamento do principal, juros e custas. O juiz julgou procedente o embargo para que se prosseguisse a execução. Procuração 3; Protesto 2; Recorte de Jornal, Jornal do Commércio; Certificado de Tradução de Promissória, Tradutor Público Edwin Douglas Murray; Jornal Diário Oficial; Tabelião Belmiro Corrêa de Moraes, Rua do Rosário, 76 - RJ, tabelião Evaristo Valle de Barros, Rua do Rosário, 58 - RJ; .
Juízo Seccional do Distrito FederalOs autores eram credores do réu no valor de 21:000$000 réis, vencido e não pago, devido como parte do preço de compra de embarcação o vapor Arlindo. Pediram comparecimento em audiência para o pagamento, sob pena de condenação à quitação do principal, juros e custas. Ação julgada procedente. O réu pediu agravo e o STF negou provimento. Decreto nº 848 de 1890, artigo 202.
Juízo Seccional do Distrito FederalO autor, sendo credor do réu, armador do navio Mercedes A. de Tezanos, pelo valor de 1:774$670 e mais 200 libras, provenientes de suprimentos de dinheiro feitos ao capitão, por ordem do réu, requer o embargo do mesmo navio, que se acha atracado no Moinho Fluminense, visto ter tomado conhecimento de que o réu está contraindo dívidas extraordinárias e vendendo tudo o que possui. Julgado subsistente o arresto proposto pelo autor condenando o réu nas custas. Auto de Arresto, 1895; Protesto, 1895; Decreto nº 848 de 11/10/1890, artigo 202; Procuração, Tabelião Gabriel Cruz, Rua do Rosário, 69 - RJ.
Juízo Seccional do Distrito FederalOs autores, negociante e credores dos réus no valor de 1284 libras, cujo pagamento foi garantido com 1000 barris de toucinho, vindos de Baltimore e descarregados no Trapiche da Gamboa, requerem um mandado de embargo das mercadorias, por falta de pagamento no prazo estipulado. O juiz deferiu o requerido. Tradução de Documento em Inglês, 1896; Procuração, 1896.
Juízo Seccional do Distrito FederalO autor, subempreiteiro de José Gomes Lavrador, do trecho de Juiz de Fora a Lima Duarte na Estrada de Ferro Central do Brasil, propôs ao Ministério da Fazenda no valor de 66:880$956 réis, que lhe pertencia, mas estava em vias de não receber. Em 24/08/1916 o juiz julgou por sentença a justificação para que procedesse aos devidos efeitos legais. Em 06/07/1917 foram julgados procedentes os embargos opostos ao arresto para que se expedisse o competente mandado de levantamento. Procuração 5, Tabelião Eugenio Luz Muller, Rua do Rosário, 114 - RJ, 1916, tabelião Belmiro Corrêa de Moraes, Rua do Rosário, 76 - RJ, 1913, 1914, 1916, tabelião Emigdio Adolpho Victorio da Costa, Rua do Rosário, 138 - RJ, 1916; Taxa Judiciária, 1917; Código Comercial, artigo 140; C. de Carvalho, Nova Consolidação, artigo 930.
1a. Vara FederalO autor é credor do valor de 880$226.270 réis, saldo da conta corrente, proveniente do fornecimento de dinheiro para a compra de café. O réu despacha 90 sacas de café na Estação de Faria Lemos. Os suplicantes requerem em mandado de embargo de mercadoria. O Processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto n° 19910, de 23/04/1931 prorrogado pelos Decreto n° 20032 de 25/05/1931, e o Decreto n° 20105 de 13/06/1931. Procuração pelo autor, 1910; Conta da Porto Companhia s/d; Recibo de Imposto de Indústrias e Profissões valor 1.550$000 réis, 1918; Recibo, valor 3.000.000 réis, 1910 traslado; Carta do autor para o réu, 1910 .
1a. Vara FederalA autora com sede na Avenida Rio Branco no. 20, Rio de Janeiro requer uma mandado de embargo de 95 toras de madeira, vindas pelo vapor Arary, de propriedade da autora, do porto de Vitória, Espírito Santo, a fim de garantir o pagamento do valor de 13:355$700 réis, referente ao respectivo frete que não foi pago. A ação se fundamenta no Código Comercial art. 527 e no Decreto no. 3084 de 05/11/1898. Após pagas as dívidas as partes fizeram acordo. Procuração, Tabelião José D. Rache, Rua do Rosário, 156 - RJ, 1933; Custas, 1935; Contrato de Frete, Lloyd Nacional, 1935.
1a. Vara FederalO autor é credor do réu devido a serviços prestados anteriormente, entretanto, o autor foi informado que a Estrada de Ferro Oeste de Minas remeteu ao Tesouro Nacional a conta dos suplicados, pedindo o pagamento do que devia ao suplicante. Este não veio a receber seu pagamento, e, baseando-se no código comercial, artigo 321, parágrafo 5, requer a expedição de mandato, a fim de que seja embargada a importância que os suplicados devem ao suplicante. O autor acabou por desistir da ação. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19910 de 23/04/1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25/05/1931 e o Decreto nº 20105 de 13/06/1931.
1a. Vara FederalOs autores, comerciantes estabelecidos na Travessa do Passo, 14, cidade do Rio de Janeiro, fundamentados no código comercial, artigo 479 e regulamento nº 737, artigo 338, requereram um mandado de embargo no navio norte-americano Castlewood, a fim de receber o pagamento do valor de 26:660$400. O autor forneceu mercadorias e demais gêneros alimentícios ao comandante do citado navio e aos seus agentes E. Johnston e Companhia Limitada que não pagaram. Acontece que o navio estava de partida e o réu ainda não pagara. Juiz Olympio de Sá e Albuquerque. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no decreto nº 19.910, de 23 de abril de 1931 prorrogado pelos decretos nº 20032 de 25 maio de 1931, e nº 20105 de 13 de junho de 1931. Recibo emitido pelo autor, 1921; Procuração, Tabelião Lino Moreira, Rua do Rosário, 134 - RJ, 1921; Advogado Jayme Carneiro Leão de Vasconcellos, Nilo Carneiro Leão de Vasconcellos e Cesar Carneiro Leão de Vasconcellos, Rua do Rosário, 85 - RJ.
1a. Vara Federal