DIREITO CIVIL

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              BR RJTRF2 38814 · 4 - Dossiê/Processo · 1965; 1968
              Parte de Juízo dos Feitos da Fazenda Pública

              O autor era estabelecido na cidade de Porto Alegre no Rio Grande do Sul, com indústria de beneficiamento de vergalhões de ferro. Foi surpreendido por mandado de busca e apreensão pedido pelo 2º réu, que afirmava possuir patente sobre os produtos do autor. O suplicante pediu a nulidade de patentes nº 55730 e 57965, com compensação por parte da ré por perdas e danos. Acusou a ré de tentar monopólio cobre a indústria de estruturas de concreto armado para construção civil. O juiz julgou procedente a ação. O Tribunal Federal de Recursos deu provimento em parte, nos termos da nota do relator. recibo 1956; custas processuais 1966; Código de Propriedade Industrial, artigo 7º.

              Juízo de Direito da 3a. Vara da Fazenda Pública
              BR RJTRF2 2 · 4 - Dossiê/Processo · 1895; 1898
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              As duas companhias autoras, Schindler e Azevedo Alves, importadoras de instrumentos musicais pleiteiam a anulação da patente de invenção de uma corneta de propriedade do major Antonio de Souza Moraes. É alegado que a corneta inventada não atinge as notas musicais que ele alegou atingir quando requereu e ganhou a carta de patente de invenção. Nesse processo são citadas as leis: Lei 3129 de 14/10/1882, artigo 5o e a Lei 221 de 20/11/1884, artigo 16o. No período imperial a carta de patente era concedida pelo Império mediante a assinatura do Imperador Dom Pedro II. Conforme pleiteavam os autores foi julgada nula a patente por não se tratar, o instrumento, de uma invenção propriamente dita, como alegava o réu. Mas o réu encaminhou apelação ao STF em 1898. A sentença do STF foi exarada pelo Ministro André Cavalcanti . Recorte de Jornal; cópia da Certidão de Patente de produto pelo Arquivo Público Nacional; Desenho; Carta Patente com assinatura do Imperador Dom Pedro II; Fotos; Publicações .

              Juízo Seccional do Distrito Federal
              BR RJTRF2 18059 · 4 - Dossiê/Processo · 1923; 1931
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              O autor, estado civil solteiro, maior, de nacionalidade portuguesa, imigração portuguesa, veio ao Brasil com o pai, Manoel Sampaio, e seu tio, Jose Sampaio, ambos de nacionalidade portuguesa. Disse o autor que, enquanto estivera ausente da Capital, o seu pai morreu e seu tio tomou posse de todos os bens. No entanto, o suplicante alegou ser herdeiro legítimo do de cujus, mesmo constando o estado civil solteiro em todas as certidões. Portanto, o autor era considerado filho ilegítimo e sem direito a quaisquer dos imóveis da herança.O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19.910, de 23 de Abril de 1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25 maio de 1931 e Decreto nº 20105 de 13 de junho de 1931. Procuração 2, 1923; Certidão de Edital de Citação, 1923; Recorte de Jornal 2, Diário Oficial, 1923; Decreto nº 9263, artigo 205.

              4a. Vara Cível
              BR RJTRF2 404 · 4 - Dossiê/Processo · 1902; 1903
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              O autor, na qualidade de tutor de menor, Benjamim, Luiza e Joaquim, herdeiros de Joaquim Gonçalves Raposo e Alice Mariana Ferreira Raposo vem propor ação pelo falecimento dos pais de seus tutelados para abrir inventário de bens do casal. Nas datas de 04/07/1886, 14/07/1886 e 01/09/1886 foram depositados no cofre de órfãos da 2a. Vara Federal quantias referentes à venda de um prédio, produto da liquidação da firma J. G. Raposo & Companhia e também quantia que em mãos do inventariante Domingos Ferreira Bastos totalizando 70.929.140 réis que foram emprestados a União Federal com juros de 5 por cento conforme a Lei nº 719 de 1854, artigo 13. O pagamento da quantia acrescido de juros de 5 por cento calculados desde o dia 23/09/1886 num total de 128.828.674 réis foi pago. A ação teve início em 10/01/1902 e foi concluída em 16/12/1903. Cópia da lei nº 231 de 13/11/1841; Procuração do tutor passada a Earquinio de Sousa e Sebastião de Barros Barreto , 1901.

              Juízo Seccional do Distrito Federal
              BR RJTRF2 8449 · 4 - Dossiê/Processo · 1905
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de um pedido de indenização por perdas e danos no valor de 200:807$640 réis por conta das despesas de custeio do navio a vapor nacional Rio Formoso durante a sua forçada inatividade para os aludidos consertos e das custas judiciais, além dos prejuízos como: lucros cessantes e depreciação do navio. A autora, proprietária do navio acusou a ré, dona do navio a vapor nacional Rio Pardo, pelo abalroamento. Citações do Código Comercial, artigo 749 e 750, Decreto nº 737 de 25/11/1850, artigo 191 e 209. O juiz deu como procedente a ação . Fotografia de Embarcação; Planta de local não especificado; Mapa do Capitão de Fragata Madame Mouchez; Recorte de Jornal Diário Oficial, 06/04/1906; Apólice de Seguro Marítimo, Mercúrio Companhia de Seguros, valor 150:00$000 réis ; Fatura 21, Officina de Machinas Felismino Soares & Cia., 1904, 1905, Estaleiro de Construção Naval Mortona a Vapor, 1904 e 1905; Procuração 6, PE, 1904 e 1905, Tabelião Alfredo Prisco Barbosa, 1904, tabelião Emigdio Adolpho Victorio da Costa, Rua do Rosário, 138 - RJ, 1904, tabelião Andronico Rustico de Souza Tupinambá, 1903, tabelião Carlos Theodoro Gomes Guimarães, 1903; fatura do autor ao réu, valor 200:807$640 réis, 1904; Auto de Exame e Vistoria, 1904.

              Juízo Federal do Rio de Janeiro
              BR RJTRF2 402 · 4 - Dossiê/Processo · 1899; 1900
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              O autor remeteu a bordo do navio a vapor nacional Normandia de propriedade do réu, 125 caixas de vinho da marca AS com destino ao Porto de Santos a fim de serem entregues a A. Saraiva Companhia. Contudo as referidas caixas não foram despachadas na Alfândega de Santos por falta da carta guia que prova seu embarque. O autor pede indenização por perdas e danos. Não há decisão final. Contrato firmado com o réu no qual estão relacionadas as mercadorias com data de 10/07/1899; Fatura de gêneros embarcados pelo Sr. Saraiva para o Porto de Santos no navio a vapor nacional Normandia .

              Juízo Seccional do Distrito Federal
              BR RJTRF2 37266 · 4 - Dossiê/Processo · 1964
              Parte de Juízo dos Feitos da Fazenda Pública

              O autor e sua mulher, estado civil casados, profissão motorista e prendas domésticas respectivamente, requereram a concessão dos benefícios da Justiça Gratuita em uma ação ordinária de indenização proposta contra EFCB. Processo inconcluso.

              Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda Pública
              BR RJTRF2 42259 · 4 - Dossiê/Processo · 1964; 1966
              Parte de Juízo dos Feitos da Fazenda Pública

              A União Federal vem propor ação ordinária de indenização contra a empresa Evanil Limitada, que tem agência na Estação Rodoviária Mariano Procópio, na Praça Mauá, no Rio de Janeiro. A autora teve um auto carga, de sua propriedade, à serviço do Ministério da Marinha, abalroado pelo ônibus, que fazia a linha Mauá - Nova Iguaçu, de propriedade da ré. O acidente ocorreu na Avenida Brasil, o motorista do ônibus foi preso em flagrante, e os ocupantes do veículo da autora sofreram lesões corporais. Dessa forma, considerando a ré culpada pelo acidente, a autora solicitou que a suplicada pague-lhe uma indenização no valor.de CR$ 153.890,00; O juiz José Erasmo do Couto julgou procedente a ação. O réu apelou desta para o Tribunal Federal de Recursos, mas tal recurso foi julgado deserto. Foto 3, Caminhão com suas Avarias; Mostra de vazamento de óleo na face interna da roda traseira do coletivo; Coletivo com suas avarias; Autorização de serviço, Organização Tudauto Sociedade Anônima, 1963; Ordem de Serviço Conserto, Organização Tudauto Sociedade Anônima, 1963; Procuração, Tabelião Generoso Ponce Filho, Avenida Rio Branco, 114 - RJ, 1964; Código Civil, artigos 159, 1518 e 1521; Advogado Iêdo B. Neves e Rudi Loiwenkron, Avenida Presidente Vargas, 446.

              Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda Pública
              BR RJTRF2 33727 · 4 - Dossiê/Processo · 1953; 1961
              Parte de Juízo dos Feitos da Fazenda Pública

              As seguradoras propuseram ação ordinária de indenização contra a ré. As seguradoras indenizaram seus assegurados pelos roubos de cargas de produtos nos portos de embarque, antes da descarga no local de destino. Com base na Lei Comercial, alegaram que tais prejuízos seriam de responsabilidade da transportadora. Requereram da ré o valor de Cr$ 21.056,00, além de juros e custos com advogado, chegando ao valor de Cr$ 25.000,00. Código Comercial, artigos 101, 103, 494, 519 e 529, Decreto nº 19473 de 10/12/1930, Código do Processo Civil, artigo 64. Em 1954 o juiz julgou procedente a ação, para condenar a ré no pagamento do valor pedido pelas autoras. Em 1955 o Tribunal Federal de Recursos não conheceu o recurso de ofício preliminarmente, e negou provimento à apelação voluntária da ré. No ano de 1955 o Tribunal Federal de Recursos recebeu os embargos da ré. O Supremo Tribunal Federal em 1957 não conheceu o recurso da ré. (4) procurações tabelião Álvaro Borgerth Teixeira Rua do Rosário, 100 - RJ; tabelião Hugo Ramos Avenida Graça Aranha, 352 - RJ, em 1952; tabelião João Massot Rua do Rosário, 134 RJ; tabelião Fernando Azevedo Milanez Rua Buenos Aires, 47 - RJ; tabelião Alvaro de Mello Alves Filho Rua do Rosário, 67 - RJ, em 1953; (17) nota fiscal, de 1953; (7) conhecimento de embarque, de 1952; (11) recibo de quitação de indenização; (9) termo de vistoria; (2) apólice de seguro marítimo, de 1952.

              Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda Pública
              BR RJTRF2 29986 · 4 - Dossiê/Processo · 1961
              Parte de Juízo dos Feitos da Fazenda Pública

              Na madrugada do dia 6 de Janeiro de 1956, um automóvel matriculado sob o no. DF-1-36-26, chocou-se com um poste do Departamento dos Correios e Telégrafos, na Rua Carolina Machado, no. 10, o que teria sido resultado da imprudência do referido réu, de culpa solidária do seu empregado, o primeiro réu, o que resulta a ambos e obrigação de ressarcir o suplicante no valor de Cr$ 4.995,00 e a ação é fundamentada pelos artigos 159, 1518, 1521, inciso III do código civil. Em 1962 a causa foi dada procedente e os réus condenados a pagar o principal, juros e custos. Após o pagamento, a ação foi considerada extinta. código civil- artigos 159, 1515, 1521; decreto-lei 960, artigo 1, de 1930; diário oficial, em 1958.

              Juízo de Direito da 4a. Vara da Fazenda Pública