O autor era sociedade anônima exportadora de café, com sede em Santos, estado de São Paulo. Requereu a restituição do valor de 799:259$000 réis, referente ao Imposto do Selo por Verba, pago à Recebedoria do Distrito Federal, conforme o Código Civil, artigo 964 e a Lei nº 1137 de 1936, artigo 90. Processo inconcluso. Procuração Tabelião Alvaro Pinto da Silva Novaes Filho, Praça Quinze de Novembro - RJ, 1941; Lei do Selo, 1938; Contrato Cambial, 1937 a 1938; Imposto de Indústrias e Profissões, 1941; Decreto nº 1137 de 1936, artigo 90; Lei nº 630 de 1937; Advogado Otto de Andrade Gil, Rua São Pedro, 62 - RJ.
1a. Vara FederalDIREITO ADMINISTRATIVO
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A autora, sociedade inglesa de seguros, autorizada a funcionar no Brasil pelo decreto 14548, de 16/12/1920, requereu anulação do lançamento suplementar do imposto de renda, confirmado pelo 1º. conselho de contribuintes, conforme o decreto 1168, de 22/03/1939. A suplicante argumentou que não poderia ser taxada sobre o mesmo lucro como domiciliada no Brasil, e como residente no estrangeiro, de acordo com o Regulamento do Imposto de Renda, artigo 174, de 1932. O juiz homologou a desistência. Jornal Diário Oficial, 05/06/1941, Procuração Tabelião Leal de Souza, Rua do Rosário, 156 - RJ, 1935; Imposto de Indústria e Profissões Tabelião Fernando de Azevedo Milanez, Rua Buenos Aires, 47 - RJ, 1941; Imposto de Licença para Localização, 1941; Decreto nº 42 de 1937; Decreto nº 24763 de 1934, artigos 6 e 7; Regime de Imposto de Renda, artigo 174.
2a. Vara FederalO autor, brasileiro, estado civil casado, capitão de carreta, reformado administrativamente, requereu a sua reversão ao serviço ativo da Armada Nacional. O suplicante foi chefe de máquinas no encouraçado Floriano Revolução de 1930. O juiz deferiu o requerido. Jornal Diário oficial, 25/09/1934 a 10/06/1941; Protesto, 1936; Procuração Tabelião Francisco Joaquim da Costa, Rua do Rosário, 136 - RJ; Decreto nº 19398 de 1930; Código Civil, artigo 172.
2a. Vara FederalO autor era de nacionalidade brasileira, estado civil solteiro, profissão operário, residente à Rua Jurupary, 32. Alegou que no dia 01/07/1939 sofreu um desastre de trem, causando-lhe inúmeros ferimentos. O suplicante expôs que em face ao artigo 17 da Lei nº 2681 de 07/12/1912, a Estrada de Ferro Central do Brasil era responsável pelo ocorrido. Responsabilidade Civil das Estradas de Ferro. A vítima requereu a condenação da ré no pagamento de uma indenização, referente aos prejuízos causados, honorários do advogado e juros de mora. O juiz julgou procedente a ação e recorreu para o Supremo Tribunal Federal, que negou provimento ao recurso e à apelação interposta pela ré. Procuração Tabelião Luiz Simões Lopes, Rua do Rosário, 156 - RJ, 1940, Tabelião Raul Borges, Rua do Rosário, 186 - RJ, 1942, Tabelião Francisco Antônio Machado, Rua do Rosário, 103 - RJ, 1941; Jornal A Noite, 1939, Diário da Noite, 1939; Decreto nº 3306 de 24/05/1941; Lei nº 2681 de 1912, artigo 17.
1a. Vara FederalO autor, 1º. Tenente reformado da Polícia Militar, estado civil casado, alegou que foi reformado pelo decreto do governo de 23/11/1936, contando mais de 42 anos de serviço, com o saldo por inteiro do posto de capitão. Este argumentou que desde a sua reforma recebia o pagamento no valor de 1:600$000 réis, quando deveria receber o valor de 2:100$000 réis. O suplicante requereu a condenação da ré no pagamento da diferença dos vencimentos do posto de 1º. Tenente e capitão a contar de 23/11/1936. O juiz deferiu o requerido. Carta Patente Militar Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 115 - RJ, em 1936; Diário Oficial, Recorte de Jornal de 25/11/1936 e 1940; Constituição Federal, artigo 165, parágrafo 4; Constituição Federal, artigo 170, parágrafo 7, de 1934; Decreto nº 23503, artigos 61 e 62, 27/11/193; Lei nº 192, artigo 14, de 17/01/1936.
3a. Vara FederalA autora era localizada à Rua General câmara, 19. Requereu anulação da decisão do 1º Conselho de Contribuintes, pelo acórdão n. 11665, que a condenou em multa por infração do Regulamento do Imposto de Vendas Mercantis, no valor de 21.648,50 cruzeiros. A autora dedicava-se a obras públicas e urbanísticas no Rio de Janeiro. O juiz julgou a ação procedente em parte e recorreu de ofício. A União apelou e o Supremo Tribunal Federal negou provimento. Procuração Tabelião Antonio Carlos Penafiel, Rua do Ouvidor, 56 - RJ, 1939; Jornal Diário Oficial, 28/07/1941, 25/07/1941; Registro do Movimento das Estampilhas, 1936; Escritura de Constituição de Firma, 1931; Decreto nº 2627 de 26/09/1940; Código Civil, artigo 1364; Decreto nº 22061 de 1932; Decreto nº 2383 de 10/07/1940; Decreto nº 42 de 1937.
2a. Vara FederalA autora era estabelecida na Rua do Passeio, 62. Requereu a anulação do débito fiscal do valor de 283857 cruzeiros, relativo a infração por não pagamento do Imposto de Vendas Mercantis, na forma do Decreto-Lei nº 42 de 06/12/1937, e do Decreto-Lei nº 3336 de 10/6/1941. Alegou que a cobrança foi considerada indevida pela Recebedoria do Distrito Federal, contudo o Fisco insistia em cobrar o imposto sobre as consignações das companhias de gasolina. O juiz julgou a ação procedente. Jornal Diário Oficial, Diário da Justiça; Procuração Tabelião Antonio Carlos Penafiel Rua do Ouvidor, 56 - RJ, 1953;Decreto-lei nº 42 de 06/12/1937;Decreto nº 22061 de 09/11/1932; Código do Processo Civil, artigo 291.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaJoão Borges Junior, estado civil casado, Engenheiro Civil, residente na Rua Voluntários da Pátria no. 209, foi convidado pelo Diretor da Carteira Cambial e Chefe da Fiscalização Bancária do Banco do Brasil, com sede na Rua 1o. de Março no. 66, para auxiliar na localização, prestando serviço aos aposentados sem remuneração. Posteriormente foi lhe concedido uma diária do valor de 30$0000 para efetuar o serviço de perito técnico. Em 9/07/1934 o autor foi efetivado no cargo, contudo nunca firmou contrato nem fixo condições ou preços para seu trabalho. Acontece que em 1940, o autor recebeu um memorando comunicando-lhe de que não era mais funcionário do Banco e que teria de restituir a quantia de 4:784$000, total das contribuições pagas. Assim, o autor requer sua reintegração do cargo com todas as vantagens que teria se ainda estivesse nele. O juiz julgou procedente a ação e recorreu ex-ofício. Os autores apelaram ao Supremo Tribunal Federal. Este conheceu do recurso ex-ofício e da apelação e lhes negou provimento. O Banco do Brasil recorreu por Recurso Extraordinário. O Recurso Extraordinário não foi admitido e o Banco do Brasil agravou do despacho. O autor pediu que os autos fossem baixados a inferior instância e o juiz deferiu. Jornal Diário Oficial, 25/07/1941; Comunicado de Reintegração de Cargo Banco do Brasil, 1942; Procuração, Tabelião Hugo Ramos Avenida Graça Aranha, 251 - RJ, 1946, Tabelião Mozart Brasileiro Pereira do Lago Rua do Carmo, 60 - RJ, 1946; Decreto-lei nº 24615 de 09/07/1934, artigo 15, 29; Decreto-lei nº 54 de 12/09/1934; Decreto-lei nº 914 de 01/12/1938, artigo 1; Lei nº 62, artigo 5; Decreto-lei nº 19842 de 01/04/1931; Lei nº 221 de 1894; Código do Processo Civil, artigo 225, 821; Constituição Federal de 1946, artigo 200; Advogado José Raul de Moraes, José Vitorino de Magalhães, Ewald da Silva Possolo, Aluízio de Hollanda Tavora, Camillo Nogueira da Gama, Álvaro Ramos Nogueira Junior, Artigohur Martigoins Sampaio, Luiz Carlos do Lago Zamith, Eduardo Cossermeli, Carlos Augusto da Frota Linhares, João Balbi Filho, Gabriel Antonio Rebello Rua 1o. de Março, 66 - RJ.
Juízo de Direito da 2a. Vara da Fazenda PúblicaLeonel Caetano da Silva era residente na Estrada da Ilha, 52, e Franscisco Pereira de Campos era residente na Rua Cinco, 18, ambos funcionários públicos do Serviço de Saneamento Rural do Distrito Federal, uma repartição do Departamento Nacional de Saúde Pública, no Serviço de Profilaxia Rural. Foram aposentados por tempo de serviço, que foi computado em dobro, devido ao risco de saúde e da vida dos funcionários naquele emprego. Entretanto, a Diretoria de Despesa Pública do Tesouro Nacional deixou de contar em dobro os vencimentos da aposentadoria, mesmo tendo o Ministério da Educação e Saúde dado ordem para fazê-lo, e foram aposentados. contando seus tempos corridos de serviço. Assim, os autores requereram o pagamento dos vencimentos que lhes eram devidos. O juiz julgou procedente a ação e recorreu ex-ofício. Os apelados desistiram da ação. Procuração Tabelião José Francisco Bias Fortes, Campo Grande, DF, 1943; Decreto nº 13538 de 1919; Decreto-lei nº 1713 de 1939; Lei nº 378 de 1937.
Juízo de Direito da 3a. Vara da Fazenda PúblicaA mulher, estado civil viúva, requereu o pagamento por prejuízos, perdas e danos resultantes da morte de seu marido, que era profissão foguista e morreu devido a um desastre na Estrada de Ferro Central do Brasil na Estação de Ellison em 09/09/1911. Procuração, 1910; Carta Precatória, 1911.
Juízo Seccional do Distrito Federal