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Descripción archivística
BR RJTRF2 9610 · 4 - Dossiê/Processo · 1924
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O impetrante requereu uma ordem de habeas corpus em favor dos pacientes, sorteados para o Serviço Militar pelo Distrito de Lagoa e Espírito Santo, respectivamente. Os pacientes alegaram ser menores quando alistados pelo Exército. O juiz concedeu a ordem impetrada e recorreu ex officio ao STF, este negou provimento ao recurso para confirmar a sentença apelada. Certidão de Nascimento, Registro Civil da 8a. Pretoria, 1924; Decreto nº 15934 de 22/01/1923.

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BR RJTRF2 9973 · 4 - Dossiê/Processo · 1921
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor, servindo no 6º. Regimento de Cavalaria, com parada em Alegrete, RS, fundamentado na Lei nº 221 de 20/11/1894, artigo 13, requereu anulação do ato do Ministério da Guerra que trancou sua matrícula no 2o. ano da Escola do Curso de Estado Maior do Exército por falta de aprovação. Ele alegou ter passado em 1o. lugar no concurso, ser matriculado, freqüentado as aulas e aprovado nas matérias. Entretanto o governo fechou a escola e depois a reabriu e não o aceitou por falta de aproveitamento, segundo o novo regulamento aprovado pelo Decreto nº 14130 de 07/04/1920. A ação foi julgada procedente e a ré condenada no pedido e custas. A sentença foi apelada e o Supremo Tribunal Federal negou provimento ao recurso. A ré tentou embargar o acórdão, mas o recurso foi negado. Ordem do Exército, n. 452, Estado Maior do Exército, 1905; Ordem do Dia, Repartição de Ajudante General, 1898; Título de Agrimensor, Escola de Artilharia e Engenharia, 1911; Boletim do Exército n. 73, 1917; Jornal Diário Oficial, 12/05/1920; Procuração, Tabelião Álvaro Fonseca da Cunha, Rua do Rosário, 138 - RJ, 1921; Taxa Judiciária, 1922; Termo de Apelação, 1922; Publicação da Arma de Cavallaria, s/d.

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BR RJTRF2 17924 · 4 - Dossiê/Processo · 1921; 1923
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor, 3o. escripturário do Tribunal de Contas, requereu a anulação do ato do poder executivo que nomeou o réu como 2o. escripturário do Tribunal pelo Decreto n° 13868 de 12/11/1919, o cargo só é obtido por nomeação do Presidente da República mediante proposta do tribunal. O autor estava entre os nomeados, entretanto, com o voto do presidente houve um empate entre ele e o réu. O presidente desempatou dando o cargo ao ré. O autor alegou que o voto do presidente só era dado em caso de empate. Foi julgada procedente a ação a fim de declarar nulo o Decreto de 11/08/1920, condenando a ré no pedido da inicial e causa. A União entrou com apelação para o Supremo Tribunal Federal, que acordou dar provimento a apelação e reformar a sentença apelada, julgando o autor carecedor da ação e o condenando nas custas. Procuração, Tabelião Lino Moreira, Rua do Rosário, 134 - RJ, 1921; Jornal Diário Oficial, 12/08/1920, 08/08/1920, 14/08/1920; Recorte de Jornal A Noite, 07/08/1920, Correio da Manhã, 08/08/1920; Taxa Judiciária, 1922; Decreto nº 23868 de 12/11/1919, artigos 16, 32, 2, 4, 88 e 10; Lei nº 3454 de 06/01/1918, artigo 162; Decreto nº 13247 de 23/10/1918, artigo 96; Lei nº 221 de 1894, artigo 13; Termo de Apelação, 1922.

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BR RJTRF2 8391 · 4 - Dossiê/Processo · 1915
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O suplicante estabelecido com comércio de jóias, requereu anulação da carta patente concedida ao também joalheiro Francelino Horta, estabelecido na cidade de Belo Horizonte. profissão. Tratava-se de uma técnica de explorar o resgate de brilhantes em pedras preciosas por meio de perfurações. Tendo adquirido o suplicado a habitação para usar o referido processo com exclusividade. O autor alega, porém que não se trata de invenção, já que tal técnica é bastante antiga e regularmente utilizada na arte da joalheria. O Supremo Tribunal Federal negou provimento ao agravo, sendo mantida a ação na sua vara de origem. Existe uma ação datada de 1915 originária do agravo de petição em foco, cujo autor é Augusto L. H. Brill e os réus Francisco Horta e a União Federal. Carta Patente, Diretoria Geral da Indústria e Comércio, 1915; Recortes de Jornal Diário Oficial, 15/09/1915 e 26/11/1915, Jornal do Comércio, 23/11/1913; Taxa Judiciária, 1916.

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BR RJTRF2 5089 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A Fazenda Nacional alegava ser credora do réu, comissário de 4a. classe da Armada, em uma determinada quantia. A mesma requer um mandado de seqüestro contra os bens do réu, assim como um mandado executivo para o pagamento da referida quantia que encontrava-se vencida. O acórdão de 06/07/1900, reconheceu o responsável.

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BR RJTRF2 5090 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor alegava ser credor do réu, curador ad-hoc de bens de defuntos e ausentes, em uma determinada quantia. O mesmo requer um mandado de seqüestro contra os bens do réu, assim como um mandado executivo para o pagamento da referida quantia que encontrava-se vencida. O juiz determinou o pagamento marcando o prazo para 30 dias mais juros e mora.

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BR RJTRF2 5093 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O suplicante, Coronel e Depositário Público do Distrito Federal, alegou que, tendo expirado o prazo de consevação nos armazéns do Depósito Público, conforme o Decreto nº 2818 de 1898, artigo 6, requer que se nomeie um leiloeiro, para que se proceda à venda do lote remetido pela Estrada de Ferro Central do Brazil. Trata-se de processo envolvendo alvará para autorização de leilão de lotes de animais e mercadorias, cujo prazo de armazenamento no depósito público expirou, sem os respectivos donos se manifestarem. A legalidade de tal procedimento é ratificada pelo Decreto nº 2818 de 23/02/1898, artigos 5 e 6 o qual permite que doravante os bens sejam colocados em hasta pública.

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BR RJTRF2 6893 · 4 - Dossiê/Processo · 1916
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor alega que por alvará de 30/06/1916 autorizou a transferência na Caixa de Amortização das apólices número 159, 160, 161, 5148 e 5149, averbadas em nome de Felix Pereira Barbosa Braga, para em nomes de seus filhos. Entretanto, esta repartição exige um novo alvará para que aos sucessores de Felix Braga sejam pagos os juros dessas apólices. O autor requer a expedição de outro alvará para o fim indicado. As apólices serão partilhadas entre Dona Carlota D' Almeida Barbosa Araújo, mulher, sendo o seu estado civil casada com Julião José de Araujo, Dona Silana Izolina de Oliveira Barbosa Guimarães sendo o seu estado civil casada com Bento Aufusk da Costa Guimarães, Dona Ernestina de Oliveira Barbosa Guimarães, casada com Manoel Martins Ramos Guimarães, Dona Carolina Barbosa Nobre casada com Albano Barros Nobre, além de Francisco Pereira Barbosa, Antonio Pereira Barbosa, Hemberk Pereira Barbosa sendo cino para cada um. O juiz deferiu o requerimento.

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BR RJTRF2 29950 · 4 - Dossiê/Processo · 1917
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Trata-se de parte da ação movida pelo autor que requereu anulação da cobrança indevida da multa no valor de 100$000 réis, pela Repartição de Águas e Obras Públicas. Processo incompleto. procuração tabelião Lino Moreira Rua do Rosário, 134 - RJ, de 1917; escritura de venda, de 1915.

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BR RJTRF2 9011 · 4 - Dossiê/Processo · 1917; 1921
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Trata-se de execução de sentença, na qual o autor, capitão tenente, foi contemplado na ação sumária especial que moveu contra a ré e que pediu a condenação da última para a anulação do Ato do Governo Federal que o exonerou ilegalmente do cargo de lente substituto da Escola Naval e conseqüentemente o pagamento dos soldos vencidos e reintegração ao cargo. Embargo de nulidade do autor pela União Federal. A solicitação do autor foi contemplada. Foi julgada por sentença a conta principal do processo, para que produzam seus efeitos de direito, a vista da concordância das partes. Foi requerida a instituição da precatória para pagamento. Carta de Sentença; Lei nº 2290 de 1910, Decreto nº 7886 de 1910, Decreto de 31/01/1908, Decreto nº 6345 de 1907.

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