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Descrição arquivística
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BR RJTRF2 14444 · 4 - Dossiê/Processo · 1927
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O réu requeu atestado de identidade para ser alistado eleitoralmente. Alegou ser natural de Portugal e de nacionalidade brasileira, nascido em 1886. Depois, novamente requereu carteira de identidade, declarando ser de nacionalidade portuguesa, nascido em 1887. Diante da contradição, foi aberto inquérito policial. O acusado desistiu de prosseguir seu alistamento. Processo arquivado. Folha Individual Datiloscópica, Gabinete de Identificação e Estatística, 1926; Certificado de Inscrição, Consulado Geral de Portugal, 1926; Decreto nº 14658 de 1921, artigo 53.

1a. Vara Federal
Processo crime. Nº do documento (atribuído): 20533.
BR RJTRF2 13605 · 4 - Dossiê/Processo · 1926
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O réu obteve a sua carteira eleitoral declarando ter nascido em 14/10/1882, ser de nacionalidade brasileira, porém, em 24/6/1920 requereu a carteira de identidade , como tendo nascido em 14/10/1883 sendo de nacionalidade portuguesa, natural de Braga. O réu incorreu no decreto nº 16273 de 1923, artigo 82. imigrante estrangeiro. O juiz homologou o arquivamento dos autos.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 9460 · 4 - Dossiê/Processo · 1924; 1925
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Foi feito um inquérito policial na 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia. O marinheiro nacional Archimedes Lock Torres, da guarnição do contra-torpedeiro Alagoas, foi acusado de colocar em circulação duas notas falsas de 500$000 réis, dando-as a seu colega José Damasceno da Silva. O suplicado, após a acusação, desapareceu da Capital. Este incorreu na Lei nº 4780 de 27/12/1923, artigo 11 e na Lei nº 2110 de 30/09/1909, artigo 13. Foi julgada a denúncia feita na petição inicial, pelo juiz substituto e confirmada pelo juiz federal. Auto de Exame de cédula falsa, 1924; Cédula Falsa.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 9642 · 4 - Dossiê/Processo · 1929
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora requereu o arquivamento do inquérito que investigou a irregularidade cometida pelo réu. Este possuía uma carteira eleitoral, que declarava ser brasileiro adotivo, e requeria uma carteira particular, dizendo ser brasileiro, natural ddo estado da Bahia, juntando uma certidão de casamento que constatava ser imigrante português. Constatou-se que de fato era português e eleitor alistado por sugestão do cabo eleitoral do Deputado Salles Filho. Embora em 1921 esta atitude fosse considerada criminosa, pelo Código Penal, em 1917, época em que o fato ocorreu, não se dispunha de tal hipótese. O juiz deferiu o arquivamento do processo. pedido de Carteira de Identidade, 1925; Lei nº 3139 de 1916.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 9640 · 4 - Dossiê/Processo · 1926; 1928
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora denunciou o réu pela infração do decreto nº 4226 de 1920, artigo 24 e decreto nº 14658 de 1921, artigo 53. O réu requereu atestado de identidade, dizendo-se brasileiro e natural do Rio de Janeiro. Depois requereu um novo atestado, dizendo-se imigrante português, natural de Celorico de Bastos. O réu declarou que Fiorio Stancarte, imigrante italiano, lhe afirmara que para ser eleitor bastaria ter filhos brasileiros. A denúncia foi julgada improcedente. pedido de Atestado de Identidade, 1920.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 9643 · 4 - Dossiê/Processo · 1926
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora requereu o arquivamento do inquérito policial referente a cédulas falsas no valor de 20:000$000 réis recebidas na Estação Marítima da Estrada de Ferro Central do Brasil. Onofre Antonio França confessou tê-las recebido sem perceber que eram falsas, entretanto. O juiz deferiu o arquivamento. Cédula Falsa, 1925; Termo de Exame de cédula falsa, Caixa de Amortização, 1925.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 9644 · 4 - Dossiê/Processo · 1926; 1927
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora denunciou os réus por estarem inclusos na Lei nº 2110 de 1909, artigo 1o. e lei nº 2110 de 1909, artigo 6o. Com eles foram apreendidos na Estação de Realengo, 2 sacos de zinco, no valor de 120$000 e espoletas de granadas de artilharia. As mercadorias pareciam provir da Fábrica de Cartuchos e Artefatos de Guerra. Lucca, imigrante italiano, negociante ambulante, alegou ter comprado as mercadorias do outro réu que, por sua vez, afirmou ter recebido o zinco do capitão Sezefredo Francisco de Almeida, fiscal da fábrica já falecido. Fialho, servente da fábrica, que tem a chave do depósito, negou ter vendido a mercadoria. Julgada improcedente a denúncia e pronunciada a prescrição do crime na denúncia. Auto de Apreensão e Apresentação, 1923; Laudo de Avaliação, 1927; Lei nº 2110 de 1909, artigo 1o. e 6o.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 9589 · 4 - Dossiê/Processo · 1926; 1927
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora denunciu o réu como incurso no Código Penal, artigo 330. Foram apreendidos na Praia do Retiro Saudoso 6 caixotes e uma saca de pedações de cano de chumbo, avaliados no valor de 236$800 réis. Por trazerem da marca O.P e seu portador não ter podido explicar sua proveniência, foi suspeitado que haviam sido roubados da Repartição de Águas e Obras Públicas. A denúncia foi julgada procedente. Auto de Apreensão, 1924.

3a. Vara Federal
BR RJTRF2 9538 · 4 - Dossiê/Processo · 1925; 1929
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora requereu abertura de inquérito para apurar o crime de lesão corporal de menor abandonado Pedro Lyra, asilado no Abrigo de Menores. O réu, guarda do estabelecimento, foi acusado de ser o autor da agressão. O juiz deferiu o arquivamento do processo. Individual Datiloscópica, Gabinete da 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal, 1925; Laudo de Exame de Corpo de Delito, Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro, 1925; Decreto nº 16272 de 20/12/1923; Decreto nº 16444 de 02/04/1924, artigo 13.

3a. Vara Federal
BR RJTRF2 11842 · 4 - Dossiê/Processo · 1924
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Trata-se de inquérito policial da 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia para apurar o fato de que o réu, após deixar o armazém 13 do cais do porto foi detido na Avenida Rodrigues Alves por ocultar sob as vestes uma peça de seda estrangeira, furtada ao pagamento dos direitos fiscais, o que já havia acontecido antes, pois o mesmo levou para um botequim da Rua Conselheiro Zacarias, 10, uma peça igual à encontrada com o réu no momento da prisão. Réu incurso na sanção do Código Penal, artigo 265. A autora requer as diligências legais para formação de culpa. Denúncia procedente.

1a. Vara Federal