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BR RJTRF2 26268 · 4 - Dossiê/Processo · 1964; 1965
Parte de Juízo dos Feitos da Fazenda Pública

Trata-se de um protesto contra o réu, a Superintendência da Moeda e do Crédito, o Banco do Brasil, a Divisão de Cooperativismo e Organização Rural do Ministério da Agricultura e o Governo do Estado da Guanabara movido pela autora, com sede na Avenida Rio Branco, 277 - RJ, a fim de interromper eventual prescrição do processo contra o cancelamento do arquivamento do registro da autora no Ministério da Agricultura. Foi deferido o requerido. Procuração Tabelião Plínio Mendonça, Rua Goiás, 22, MG, 1964.

Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda Pública
BR RJTRF2 26263 · 4 - Dossiê/Processo · 1961
Parte de Juízo dos Feitos da Fazenda Pública

Trata-se de um protesto para interromper prescrição dos direitos do autor, estado civil casado, militar, residente na Rua Constant Ramos, 73, Rio de Janeiro, amparado pela Lei nº 1267 de 09/12/1950, por haver participado da campanha contra a Revolução Comunista de 1935. Deveria ser promovido ao posto imediato. A ação se baseia no Código do Processo Civil, artigo 720. Aliança Nacional Libertadora, Intentona Comunista, Comunismo, Promoção. Foi deferido o requerido. Procuração Tabelião Luiz Cavalcante Filho, Rua Miguel Couto, 39 - RJ, 1961.

Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda Pública
BR RJTRF2 21257 · 4 - Dossiê/Processo · 1935
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor brasileiro casado médico pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, alega que cerca de 100 médicos haviam sido lesados de seus direito individual. O suplicante alegou que pela 4a. Conferencia Pan Americana reunida em Buenos Aires em 1918. para o Tratado de Reciprocidade Intelectual, foi matriculado no 6o. ano do curso de medicina da referida faculdade. O suplicante requereu o estabelecimento do registro do seu diploma. Foi deferido o requerido inicial. Procuração Tabelião Fausto Werneck, Rua do Carmo, 64 - RJ, 1935; Jornal Diário Oficial; Termo de Protesto; Código Penal, artigo 328; Decreto nº 4780 de 27/12/1923, artigo 40; Decreto nº 3603 de 11/12/1918.

2a. Vara Federal
BR RJTRF2 21191 · 4 - Dossiê/Processo · 1935
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor, brasileiro, estado civil casado, advogado, residente à Avenida Atlântica 300, era membro do Congresso Nacional em 1930, Deputado Federal pelo 3º. Distrito do Estado do Rio de Janeiro. Porém, em conseqüência da dissolução do congresso, pelo Decreto n° 19398, de 11/11/1930, o suplicante deixou de receber os seus subsídios de 11/01/1930 a 11/11/1930. O suplicante requereu protestos contra o fato citado, sendo intimada a União Federal. O juiz deferiu o requerido inicial. Termo de Protesto, 1935.

2a. Vara Federal
BR RJTRF2 5905 · 4 - Dossiê/Processo · 1918
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Manoel Jarino dos Santos mestre do navio Pontal África de propriedade de Manoel francisco Ernandes protestou contra a avaria que o referido navio sofreu próximo a Ilha de Catanduba no Porto de Cabo Frio, o mesmo transportava 63 toneladas de sal a granel e, devido ao temporal, houve perda total de seu porão, no qual estava armazenado a referida carga, que pertencia a José Pacheco de Aguiar. O juiz deferiu o pedido de protesto . Taxa Judiciária, 1918.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 21064 · 4 - Dossiê/Processo · 1934
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Os autores Mensalistas, operários, diaristas, serventes e trabalhadores das repartições, oficinas e dependências dos respectivos Ministérios de Guerra e da Marinha, haviam outorgado poderes ao Procurador Geral da Massa Trabalhista Naval e da Guerra para que defendesse os interesses relativos às Lei n° 4632 de 06/01/1923 artigo 73 e Lei n° 4242 de 05/01/1921 artigo 421, que igualavam seus direitos, garantias e vantagens aos serventuários e operários da Imprensa Nacional, requerendo então diferenças nos vencimentos. O Procurador nomeou como responsáveis os advogados; Augusto Accioly Carneiro e Paulo Labarthe, que agiram de má fé. O mesmo procurador destituiu-os, mas permaneceram com poderes por conveniência da Diretoria da União dos Empregados no Ministério da Guerra. Tais advogados estariam agindo com o fim de estorquir dos autores os pagamentos seus ilegalmente. Pediu-se a nulidade nos documentos, procurações e contratos firmados, protestando pelas ilegalidades dos atos dos advogados, reafirmando o Procurador Geral como legítimo representante, intimando também a Diretoria Geral da Fazenda Nacional. O juiz julgou por sentença que tomasse por termo o protesto. Auto de Protesto, 1934.

2a. Vara Federal
BR RJTRF2 5854 · 4 - Dossiê/Processo · 1918
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O suplicante era mestre do hiate Macalene, de propriedade de Mando & Moraes, e requer uma ratificação de protesto a fim de resguardar-se de qualquer responsabilidade pelos danos e prejuízos causados à embarcação e ao carregamento que o referido vapor transportava, visto que a embarcação sofreu uma avaria grossa, devido ao arremeço deste para um banco de areia na Praia de Massambaba, cidade de Cabo Frio, estado do Rio de Janeiro. Toda a carga foi perdida, 150 toneladas de artigos diversos, ferragens, fumo, mantimentos, sabão, etc. A embarcação estava matriculada em nome de Tabuada e Companhia. O juiz deferiu o pedido, nomeando um curador. Recibo de Taxa Judiciária, Recebedoria do Distrito Federal, 1918.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 20652 · 4 - Dossiê/Processo · 1934
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor era engenheiro da Inspetoria de Águas prejudicado, junto com outros, pela confecção de tabelas que acompanharam o Decreto n° 18588 de janeiro de 1929. Promoveu ação judicial, e quis resguardar todos os seus direitos, pois mudaria de ativo para inativo. O juiz deferiu o requerido. Procuração Tabelião José D. Roche; Termo Protesto.

2a. Vara Federal
BR RJTRF2 21708 · 4 - Dossiê/Processo · 1934
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O suplicante era sociedade anônima em Campos, Estado do Rio de Janeiro. Pelo Decreto nº 22789 de 01/06/1933, artigo 4, o réu deveria fazer o equilíbrio entre a produção de cana-de-açúcar, açúcar e álcool. Pelo Decreto nº 22981 de 25/07/1933, artigo 58, fizeram-se cotas de fábrica de açúcar. A Usina São José, da autora, comprou toda a safra da Usina de Tahy, unindo o total de 276.246 sacos. Protestou contra o réu, que não considerou a transferência da cota. Não houve julgamento. Foi citado o Código Civil, artigos 1065 e 1066. Procuração Tabelião Alcides Carlos Maciel, Rua Santos Dumont, 46, Campos - RJ, 1934; Ata da Assembléia Geral Extraordinária, 1932; Estatuto da Sociedade Anônima, 1932.

3a. Vara Federal
BR RJTRF2 20315 · 4 - Dossiê/Processo · 1931
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora tinha a seu serviço o navio Araranguá, navio Araçatuba, navio Aratimbó, navio Araraquara, os quais foram proibidos de deixar o porto do Rio de Janeiro, igualmente os navios de propriedade da Lloyd Nacional S. A., por ofício da Capitania do Porto do Rio de Janeiro. Os navios estariam sob penhora por executivo hipotecário da Sociedade Anônima Cautien Reuniti dee'Adriatico contra o Lloyd Nacional. Protestou por seu direito a perdas e danos. O juiz julgou que se tomasse por termo o protesto e fosse expedido o edital de citação a que alude a petição. Procuração Tabelião Hugo Ramos, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1925; Termo de Protesto, 1931; Advogado Luiz Hontan de Yparraguirre, Rua do Rosário, 157 - RJ.

3a. Vara Federal