O autor comunica que, conforme decreto nº 23303, de 30/10/1933, depois de feitas publicações de editais no Diário da Justiça e no Jornal do Comércio, serão vendidos diversos carros recolhidos ao Depósito Público. O juiz tomou ciência do edital.
1a. Vara FederalO autor, preso na Casa de Detenção em cumprimento da pena de um ano e dois meses de prisão, solicitou um alvará de soltura. Para isso, citou o Decreto nº 20558 de 23/10/1934, que concedia anistia aos responsáveis por crimes eleitorais praticados até 24/10/1930. Foi deferido o requerido. Recorte de Jornal Diário Oficial, 23/10/1931; Lei nº 4226 de 1920.
1a. Vara FederalO autor requereu o leilão dos lotes de mercadorias 3036, 3068, 3078, 3086 e 3087. Para tanto, o requerente indicou o leiloeiro Bento Rodrigues de Siqueira. Foi deferido o requerido. Decreto nº 2818 de 23/02/1898, artigo 6.
1a. Vara FederalO autor, tendo prazo de estadia expirado, requer como determina o decreto nº 2828 de 23/2/1898, artigo 6 a nomeação de leiloeiro que proceda à venda do referido lote em leilão, indicando o nome de Pedro Julio Lopes, cumprido o mesmo, prestar imediatamente contas a esta repartição. Pedido deferido.
1a. Vara FederalOs autores, na qualidade de procuradores de Libania Tavares, mulher e seu estado civil marido, entre outros de nacionalidade portuguesa, requer expedição de alvará à Caixa de Amortização para transferência das apólices gerais, que houveram no inventário e partilha, ficando as restantes à espera de que os outros herdeiros se habilitem. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no decreto nº 19.910 de 23 de abril de 1931 prorrogado pelos decretos nº 20032 de 25 maio de 1931 e nº 20105 de 13 de junho de 1931.
1a. Vara FederalO suplicante, tendo o prazo de estadia no depósito público geral do distrito federal do lote no. 1125 expirado, requereu como determinação o decreto nº 2818 de 23/2/1898 artigo 6 uma nomeação de leiloeiro que proceda à venda do referido lote em leilão, indicando para este fim o de nome Pedro Julio Lopes, cumprindo o mesmo, prestar imediatamente contas a esta repartição, como prescrevia o artigo 2 parágrafo 4 do citado decreto. O juiz deferiu o pedido e aprovou o leiloeiro indicado.
1a. Vara FederalO autor, residente em Portugal, disse que seu irmão, interdito por sua denúncia e também residente em Portugal, é possuidor de 15 apólices da dívida pública do Brasil, no valor de 1 conto de réis cada uma, juros de 5 por cento, e uma no valor de quinhentos mil réis, todas uniformizadas. Sendo o suplicante turo do aludido irmão interdito, requereu a concessão de alvará para que fosse anotada na Caixa de Amortização, e na respectiva conta, a palavra "interdito", para que pudesse o suplicante, como tutor, receber s juros vencidos e vincendos. Juiz Olympio de Sá e Albuquerque. O Processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no decreto nº 19.910, de 23 de Abril de 1931 prorrogado pelos Decretos nº 20032 de 25 maio de 1931, e nº 20105 de 13 de junho de 1931. Auto de Inventário Orfanológico, 1920; Contas do Invenário, 1920; Certidão de Reconhecimento de Assinatura, 1920; Código Civil Português, artigo 243.
1a. Vara FederalA autora, proprietária do paquete Rio de Janeiro, no qual forma embarcados em Buenos Aires 25 cascos com óleo de coco consigandos a José Ravazzano, sendo descarregados para o armazém 9 do Cais do Porto do Rio de Janeiro. Acontece que o agente da autora em Buenos Aires comunicou por carta que o exportador deixou de pagar o frete devido. Requer a autora que seja expedido ofício pelo inspetor da Alfândega para retenção dos cascos, até que os consignatários paguem o frete. Pedido deferido.
1a. Vara FederalO suplicante, firmou contrato de empréstimo para José Antonio Soares da quantia de 25:000$000 réis, recebendo dele, em garantia desse empréstimo a caução de penhor de 30 apólices da dívida nacional, do valor de 1000$000 cada uma em juros de cinco por cento, e investido dos poderes de procurador em causa própria, inclusive os de assinar transferência, receber e dar entimação sem dependência de nenhuma outra consulta,intimação ou aviso indicial ou extra judicial ao devedor. Ocorre que tendo se extraviado os títulos cancionados a caixa de amortização, recusando essa procuração, exigiu autorizarção judicial, para o suplicante vender ou negociar o penhor bem como para haver novos títulos em substituição dos extraviados. Em virtude disto o suplicante requereu que fosse expedido alvará de autorização, para que este pudesse efetuar qualquer um dos atos acima citados. O juiz deferiu o alvará requerido.
1a. Vara FederalA suplicante, mulher, nacionalidade portuguesa, estado civil solteira, tendo sido emancipada por deliberação de seu pai Julio Duarte de Souza como consta no alvará expedido pelo Juiz de Direito da 4ª Vara Cível da Comarca do Porto, e possuindo 43 apólices gerais, uniformizadas, do valor de 1:000$000, averbadas na Caixa de Amortização em seu nome com nota de menor, e mais 5 apólices do mesmo tipo e valor, aversadas em seu nome com outros em comum, e 3 ditas do mesmo valor, averbadas em nome de Julio Duarte de Souza Junior e outros em comum, requereu alvará que eliminasse das respectivas contas de tais apólices a palavra menor, substituindo de emancipada. O juiz deferiu o requerido. Alvará de Emancipação de mulher, 1921; Procuração, 1921.
1a. Vara Federal