Trata-se de inquérito policial para averiguar a origem da nota falsa no valor de 10$000 réis, recebida por Eládio Adolpho de Souza Pitanga, recebedor da Estação Marítima da Estrada de Ferro Central do Brasil. O inquérito foi arquivado. O juiz Olympio de Sá julgou de acordo com o que requereu o Procurador que o presente inquérito deve ser arquivado. O juiz Octávio Kelly confirmou o arquivamento conforme requereu o procurador criminal. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Cédula Falsa; Termo de Exame, 1919; Auto de Exame, 1919.
2a. Vara FederalTrata-se de um inquérito policial sobre emissão de nota falsa de valor, que encontrava-se em posse do réu, nacionalidade portuguesa, residente na Rua General Pedro, cidade do Rio de Janeiro, profissão caixeiro, 48 anos de idade, estado civil solteiro. O processo foi arquivado. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Termo de Exame de Cédula Falsa, 1907; Cédula Falsa; Termo de Apreensão de Cédula Falsa, 1907.
1a. Vara FederalTrata-se de um inquérito policial sobre emissão de nota falsa de valor, que encontrava-se em posse do réu, natural da cidade de São Paulo, cidade de São Paulo, profissão comerciante, residente na Rua da Alfândega - RJ. O processo foi arquivado. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Termo de Apreensão de Cédula Falsa, 1907; Cédula falsa.
1a. Vara FederalO autor, comerciante estabelecido na Rua Alvaro Alvm, 27, é credor da ré, com sede na Praça Servilo Dourado, no valor total de 150:100$365 réis, referente a fornecimentos feitos para navios da companhia. Acontece que a ré se recursa a pagar. Assim, o autor requer o pagamento, sob pena e penhora. Processo faltando folhas. termo de classificação e avalição das mercadorias apreendidas; lei 1785.
Juízo de Direito da 1a. Vara da Fazenda PúblicaTrata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Trata-se de inquérito policial acerca dos estrangeiros que eram famosos introdutores de moeda falsa e pretendiam efetuar uma transação de notas, selos de consumo e estampilha de diversos valores. Os denunciados que já estavam sendo vigiados pela polícia, encontravam-se no Hotel Itália quando esta chegou e pegou em flagrante a mala que continha os seguintes objetos falsos: 47 cédulas falsas no valor de 20$000 réis, 133410 selos de 25 réis do imposto de consumo, todos falsos e ainda um ensaio em papel filigranado para o fabrico de notas de 10$000 réis, 97 estampilhas de 20$000 réis e 100 de 300 réis. O juiz deixou de reconhecer a pronúncia feita pela procuradoria. Nota Fiscal, Pharmacia e Drogaria Santos, 1909; Cédula Falsa, valor 10$000 réis; Termo de Exame, Caixa de Amortização, 1907; Código Penal, artigo 241.
1a. Vara FederalO réu, profissão advogado, foi preso em flagrante quando estava em uma hospedaria na Rua Marechal Floriano Peixoto com um grande bolo de notas falsas de valor de 20$000, fazendo um total de valor de 2:960$000 réis. O mesmo foi preso pelo agente de segurança pública, Eduardo Rosa. São citados os Código Penal, artigos 241 e 63 . Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Auto de Exame de cédula falsa, Caixa de Amortização, 1907; Cédula Falsas; Ofício da Secretaria da Casa de Detenção do Distrito Federal, 1909.
1a. Vara FederalTrata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. O processo é referente à introdução, pelo réu, nacionalidade portuguesa, estado civil solteiro, menor e profissão comerciário, de nota falsa, no valor de 20$000, ao tentar passá-la numa casa de pasto, no Beco do Bragança. Processo arquivado com base em determinação do juiz. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Cédula Falsa, valor 20$000 réis; Auto de Exame, 1908; Termo de Exame, 1908; Formulário da 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1908.
1a. Vara FederalTrata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. O processo é referente à introdução, pelo réu, nacionalidade brasileira, estado civil casado e profissão cocheiro, de nota falsa, no valor de 10$000, ao pedir, num armazém, para que se verificasse a legitimidade da referida cédula. Processo arquivado com base em determinação do juiz. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Cédula Falsa, valor 10$000 réis; Mandado de Intimação da 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1908; Formulário da Caixa de Amortização, 1907; Formulário 2 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1907, Delegacia do 12o. Distrito Policial, 1907.
2a. Vara FederalA autora denuncia os réus por falsificarem um vale postal no valor de 500$000 réis emitido pela Administração dos Correios de Pernambuco. Os autores falsificaram a assinatura do tenente coronel Augusto Xavier Carneiro da Cunha e retiraram o dinheiro na pagadoria dos Correios. Os réus foram denunciados sob o crime do Código Penal, artigo 258 e 330, parágrafo 4o. Vale Postal Falso do Estado de Pernambuco.
2a. Vara FederalTrata-se de inquérito policial investigado pela 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal relativo à emissão de moeda falsa, no valor de 20$000, no mercado. A referida nota teria sido passada por Horacio Rodrigues Gama, nacionalidade portuguesa e profissão comerciante, a Hamet Hamadale, nacionalidade árabe e vendedor de fósforos, quando este a teria recebido no armazém de secos e molhados, na Rua Barão de Mesquita, de propriedade daquele. O juiz determinou o arquivamento do processo, assim como requereu o procurador. Cédula Falsa; Ofício da Inspetoria da Guarda Civil do Distrito Federal, 1907; Autuação, 1907; Ofício da Caixa de Amortização, 1907.
1a. Vara Federal