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Descrição arquivística
BR RJTRF2 3547 · 4 - Dossiê/Processo · 1908; 1913
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Trata-se de sumário crime para averiguação da culpa de José Barreiros, nacionalidade espanhola, profissão cozinheiro, menor, dezenove anos de idade e analfabeto, residente em um quarto situado à Rua do Lavradio, já que este encontrou uma nota falsa no valor de 200$000 réis. A testemunha Manoel Fernandes era nacionalidade portuguesa e empregado no comércio. O processo foi arquivado por falta de elementos de convicção para fundamentar a denúncia. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Autuação, 1908; Ofício, 1908; Cédula Falsa, valor 200$000 réis; Termo de Exame, 1908; Auto de Exame, 1908.

1a. Vara Federal
BR RJTRF2 5226 · 4 - Dossiê/Processo · 1906; 1907
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Trata-se de inquérito policial sobre moeda falsa no valor de 50$000 réis apreendida em poder do réu, nacionalidade brasileira, profissão pedreiro, analfabeto, morador à Rua Barão da Gambôa, e que declarou ser Antônio Duarte o verdadeiro dono da referida cédula. O procurador requereu o arquivamento do presente inquérito por não oferecer base para a denúncia. Autuação, 1906; Ofício, 1906; Cédula Falsa; Termo de Exame, 1906; Restituição de cédula falsa, 1906.

2a. Vara Federal
BR RJTRF2 8577 · 4 - Dossiê/Processo · 1908; 1914
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora denunciou os réus como incursos na lei nº 1785 de novembro de 1907, artigo 12, combinado com código penal, artigo 13. Manoel Rodrigues, nacionalidade portuguesa tentou pagar o botequim da Rua Visconde do Rio Branco com uma cédula falsa no valor de 5$000 réis. Ele admitiu que sabia que esta era falsa e afirmou que seu patrão, o outro réu, foi quem deu-lhe a nota alegando se achar estragada. A denúncia não foi provada por falta de testemunhas que a comprovassem. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Carta, Caixa de Amortização, 1909; Cédula Falsa; Termo de Exame, Caixa de Amortização, 1908; Auto de Exame, 1908.

1a. Vara Federal