DIREITO PENAL

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              BR RJTRF2 3534 · 4 - Dossiê/Processo · 1907; 1908
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. O processo é referente à introdução, pelo réu, nacionalidade brasileira, estado civil casado e profissão cocheiro, de nota falsa, no valor de 10$000, ao pedir, num armazém, para que se verificasse a legitimidade da referida cédula. Processo arquivado com base em determinação do juiz. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Cédula Falsa, valor 10$000 réis; Mandado de Intimação da 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1908; Formulário da Caixa de Amortização, 1907; Formulário 2 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1907, Delegacia do 12o. Distrito Policial, 1907.

              2a. Vara Federal
              BR RJTRF2 8625 · 4 - Dossiê/Processo · 1907; 1909
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              A autora denuncia os réus por falsificarem um vale postal no valor de 500$000 réis emitido pela Administração dos Correios de Pernambuco. Os autores falsificaram a assinatura do tenente coronel Augusto Xavier Carneiro da Cunha e retiraram o dinheiro na pagadoria dos Correios. Os réus foram denunciados sob o crime do Código Penal, artigo 258 e 330, parágrafo 4o. Vale Postal Falso do Estado de Pernambuco.

              2a. Vara Federal
              BR RJTRF2 5315 · 4 - Dossiê/Processo · 1907; 1919
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de inquérito policial investigado pela 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal relativo à emissão de moeda falsa, no valor de 20$000, no mercado. A referida nota teria sido passada por Horacio Rodrigues Gama, nacionalidade portuguesa e profissão comerciante, a Hamet Hamadale, nacionalidade árabe e vendedor de fósforos, quando este a teria recebido no armazém de secos e molhados, na Rua Barão de Mesquita, de propriedade daquele. O juiz determinou o arquivamento do processo, assim como requereu o procurador. Cédula Falsa; Ofício da Inspetoria da Guarda Civil do Distrito Federal, 1907; Autuação, 1907; Ofício da Caixa de Amortização, 1907.

              1a. Vara Federal
              BR RJTRF2 3551 · 4 - Dossiê/Processo · 1907; 1919
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de sumário crime para averiguação da culpa de Oscar Torres empregado no comércio, que portava a nota falsa no valor de 10$000 réis e que disse que foi trocá-la na Caixa de Amortização a mando de seu patrão inglês e negociante no Beco da Laysa, cidade do Rio de Janeiro. O procurador requereu o arquivamento do processo, enquanto o juiz determinou a realização deste procedimento requerido. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Autuação, 1907; Ofício 3, 1907; Cédula Falsa, valor 10$000 réis; Termo de Exame, 1907.

              1a. Vara Federal
              BR RJTRF2 6441 · 4 - Dossiê/Processo · 1907; 1908
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              A Justiça alega que o réu, tendo em vista o inquérito policial feito na 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia, uma vez porteiro do Observatório Astronômico do Rio de Janeiro, no mês de setembro de 1907, penetrou acompanhado de dois indivíduos na sala da biblioteca desta repartição, roubando uma caixa de madeira, pertencente à Secretaria de Indústria, Viação e Obras Públicas. O acusado era o responsável pela entrada de pessoas, como era também, o único que possuía as chaves da biblioteca. A denúncia foi considerada improcedente por falta de provas ou indícios de cumplicidade do acusado.

              1a. Vara Federal
              BR RJTRF2 5330 · 4 - Dossiê/Processo · 1916; 1917
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de inquérito policial investigado pela 2a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal relativo a uma falsa procuração passada em notas do tabelião Gabriel Cruz. A tal procuração era em nome de Cândido Ribeiro Martins, guarda-fios da Repartição de Telégrafos e o indiciado havia iludido funcionários do Tesouro e recebeu o valor de 3:405$262, também desaparecida e pertencente a Cândido. São citados o Código Penal, artigo 338 e o Lei nº 2110 de 1909, artigo 23. Foi julgado procedente o mandado de prisão. Cédula Falsa; Ofício do Tesouro Nacional, 1917; Ofício do Gabinete de Polícia do Distrito Federal, 1917; Ofício do Gabinete de Identificação e Estatística Criminal do Distrito Federal, 1917; Autuação, 1916; Ofício do Ministério dos Negócios da Fazenda, 1916.

              1a. Vara Federal
              BR RJTRF2 406 · 4 - Dossiê/Processo · 1902
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Agostinho Gomes nacionalidade portuguesa negociante alega ter recebido de Armando José Tavares ajudante uma nota falsa de duzentos mil réis, o qual alega ter recebido esta mesma nota de seu patrão Antônio Francisco dos Santos nacionalidade portuguesa carroceiro que alega que recebeu a nota de Manuel da Silva Costa nacionalidade portuguesa o qual costuma carregar gêneros para diversas casas de negócios inclusive a de Manuel da Silva Costa. Este por sua vez acusa Francisco Welish de ter lhe dado a nota falsa e Agapito Garcia nacionalidade espanhola que era empregado no comércio e estando no dia ocorrido de serviço na casa comercial de seu patrão Manuel da Silva Costa descreve um homem que poderia ser de nacionalidade belga ou nacionalidade alemã. Constantino de Mattos estudante que estava na casa comercial de Manuel da Silva Costa fazendo compras, viu o citado homem entregando-lhe a nota falsa. O réu nacionalidade austríaca pedreiro alega que pagou com uma nota recebida da Casa Lage e Irmãos onde o depoente é empregado ignorando o fato desta ser falsa. Ao término do inquérito policial o chefe de polícia chegou a conclusão de que não ficou provado haver intenção dolosa na circulação de notas falsas e sim má fé do réu por este ter utilizado-se de nota falsa para pagar dívida antiga. Não se verifica elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Cédula falsa.

              Juizo Federal do Estado do Rio de Janeiro
              BR RJTRF2 3075 · 4 - Dossiê/Processo · 1908; 1914
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de inquérito policial ocorrido na Primeira Delegacia Auxiliar de Polícia sobre nota falsa no valor de 10$000, recebida por Álvaro Barboza, vinte e três anos de idade, estado civil solteiro, profissão negociante, como pagamento feito por Joaquim Felício, nacionalidade português, vinte e três anos de idade, solteiro, aprendiz de carpinteiro que alegou tê-la recebido de seu amigo Manoel Rosas, português para trocá-la. Acusado incurso no artigo 12 da Lei nº 1785 de 28/09/1907 em consonância com o artigo 13 do Código Penal. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito . Inquérito Policial, 1908; Cédula Falsa; Auto de Exame, 1908; Ofícios, 1913.

              1a. Vara Federal
              BR RJTRF2 3081 · 4 - Dossiê/Processo · 1908; 1913
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Trata-se de averiguação de culpa de introdução de moeda falsa no valor de 200$000, recebida por Alfredo Dias da Silva, profissão comerciante, e passada por Augusto Vieira, empregado na firma Vieira & Silva, vinte anos de idade, estado civil solteiro, vidraceiro, que alegou tê-la recebido de Eufrasina Pacheco. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Cédula Falsa ; Auto de Exame, 1908; Inquérito, 1908.

              1a. Vara Federal
              BR RJTRF2 7907 · 4 - Dossiê/Processo · 1907; 1909
              Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

              Trata-se de inquérito policial feita na 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia, cujos réus estavam sendo acusados pelo crime de fabricação de selo de consumo falso na propriedade de Reynaldo Walter, na rua do Areal, 6 - RJ, associado com Antonio Felippe. No dia 28/09, houve uma diligência e Reynaldo Walter, transportador litográfico, foi preso em flagrante. Antonio Felippe era português, viúvo, litógrafo, alfabetizado. Foram citados os Código Penal, artigo 246, 247 e 406, lei 2033 de 20/09/1871, artigo 13, decreto 4824 de 22/11/1871, artigo 29. Acordaram negar provimento a apelação. Paga as custas pelo apelante. Selo Falso.

              1a. Vara Federal