Trata-se de inquérito policial, investigado pela 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal, relativo à introdução de nota falsa, de um determinado valor, no mercado. A referida nota foi apreendida e apresentada por Augusto Teixeira, nacionalidade portuguesa, estado civil casado, profissão ambulante, residente na Rua Assunção, cidade do Rio de Janeiro, alegando que havia recebido-a do réu, português, casado, caixeiro de casa de pasto, residente na Rua Real Grandeza - RJ, quando este tentáva trocá-la. O juiz determina o arquivamento do processo devido à falta de provas. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito . Autuação 2, 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1911, Delegacia de 3a. Entância do 7o. Distrito Policial, 1911; Cédula Falsa; Auto de Exame, Laboratório Químico da Caixa de Amortização, 1911.
Zonder titelDIREITO PENAL
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Trata-se de inquérito policial investigado pela 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia do Distrito Federal relativo à emissão de moeda falsa, no valor de 200$000, no mercado. A referida nota foi encontrada com Antonio Moreira, nacionalidade portuguesa e estado civil casado, que alega ter recebido a referida nota de um indivíduo que não conhece. O juiz, de acordo com o requerimento do procurador, determinou o arquivamento do processo. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Cédula Falsa; Auto de Exame, 1912; Ofício da Caixa de Amortização, 1911; Autuação, 1911; Relatório da 3a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1911; Termo de Exame, 1911.
Zonder titelSumário crime investigado pela Delegacia Auxiliar de Polícia, 1a , o réu foi pego em flagrante e era acusado de passar moeda falsa . Era estado civil solteiro e sua profissão era de empregado do comércio . Foi citado o Decreto nº 2110 de 30/09/1909, artigo 22 . A procuradoria fez a denúncia incursa na Lei nº 2110 de 1909, artigo 13 e pretendia fazer as diligências para a formação da culpa. Tal denúncia foi recebida pelo juiz, porém, o mesmo entendeu que a formação da culpa excedeu o prazo legal devido ao acúmulo de trabalho e a preferência dada a outros casos mais urgentes e graves. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito . Autuação 2, 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1915, 13o. Distrito Policial - 3a. Delegacia de Entrância 1915 ; Cédula Falsa; Ficha Datiloscópica de César Ribeiro Jorge, 1915 ; Auto de Exame, 1915 ; Carta de Apresentação, Inspetoria da Guarda Civil do Distrito Federal, 1915 ; Assistência do Estado Maior da Brigada Policial do Distrito Federal ; Certidão de Vínculo Empregatício, Corpo de Investigação e Segurança Pública do Distrito Federal, 1915 ; Relatório, 1a. Delegacia Auxiliar de Polícia, 1915 ; traslado de Procuração, Tabelião Evaristo Valle de Barros, 1916.
Zonder titelNo dia 09/11/1915, os réus foram presos no restaurante na rua General Camara, por possuirem 24 pratas falsasdo valor nacional de mil réis. Estes foram presos pelo guarda Sebastião Corrêa Cesar. Evaristo Francisco Soares faleceu na casa de detenção no dia 5/08/1917 devido a uma tubrculose pulmonar. Foi deferido o pedido condenando-os a 3 anos de prisão celular de acordo com a lei 2110 de 3/09/1909. Auto de Exame de Moeda, 1915; Certificado da Filial do Gabinete de Identificação e Estatística, Delegacia de Polícia do 3º Distrito; Impressão Digital, 1915; Relatório da 1ª Delegacia Auxiliar da Polícia do Distrito Federal, 1915; Comunicado da Diretoria da Casa de detenção do Distrito Federal, 1917.
Zonder titelTrata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. O processo é referente à introdução, pelos réus, respectivamente, nacionalidade italiana, estado civil solteiro e profissão chapeleiro, e nacionalidade espanhola, solteiro e comerciante, de libras esterlinas, que depois veio se comprovar serem, na verdade, fichas de jogo feitas de latão. Não se verificam elementos suficientes para prosseguimento e, conseqüentemente, início do processo criminal propriamente dito. Ofício da diretoria da Casa da Moeda, 1914; Auto de Exame, 1914; Ofício do Gabinete de Identificação e Estatística, 1914; Ofício da 1a. Delegacia Auxiliar de Polícial, 1914; Ficha Datiloscópica, 1914.
Zonder titelTrata-se de inquérito policial em que o réu comerciante, nacinalidade portuguesa com 26 anos de idade e estado civil solteiro foi preso em flagrante ao tentar passar uma nota falsa de 10$000 réis ao vendedor ambulante Joaquim Nunes. Alegou ter recebido a referida nota como troco na Rua do Engenho de Dentro. O inquérito foi arquivado por falta de elementos. O acusado é incurso no Decreto nº 2110, artigo 13 e o Código Penal, artigo 13. Foi preso em flagrante e a denúncia foi aceita. Porém, o juiz decidiu soltar o acusado por não haver indícios suficientes, além dos bons antecedentes. Trata-se de inquérito policial no que tange a falsificação de moeda, seja ela cédula ou níquel. Observa-se que comumente tais falsificações são identificadas e em seguida apreendidas em locais de grande circulação monetária, como armazéns, casas comerciais, estações de trem entre outros. Verifica-se que o procedimento sumário envolve parecer de perito da Caixa de Amortizações. A maior parte dos processos deste tipo é arquivada, uma vez que não é comprovada a autoria do delito. Termo de Exame; Cédula Falsa.
Zonder titelTrata-se de inquérito policial a respeito do réu, mulher, estado civil viúva, mãe de cinco filhos menores. Seu marido era condutor de trem . Este requer uma pensão. O procurador solicitou o arquivamento do processo por entender que os reais responsáveis são os comissários e não o réu. Certidão de Óbito, 1914; Relatório da Terceira Delegacia Auxiliar da Polícia do Distrito Federal, 1914.
Zonder titelTratava-se de um inquérito policial ocorrido na Segunda Delegacia Auxiliar de Polícia. No dia 16/09/1914 o réu, nacionalidade portuguesa, foi ao armazém na Rua Conde do Bonfim, 24 e deu ao caixeiro uma nota de 50$000 réis falsa. O acusado foi preso em flagrante, este alegou que recebera a nota de um chofer. O réu recorreu no Código Penal, artigo 13 e no Decreto nº 2110 de 30/09/1909, artigo 13. O juiz deixou de pronunciar o denunciado e mandou que fosse expedido a favor do mesmo alvará de soltura. Identificação de Digitais do réu; Cédula Falsa.
Zonder titelA União Federal acusou o réu de ter emitido recibos falsos de recebimento de encomendas pela Estrada de Ferro Central do Brasil, em sua posição de ajudante do encarregado do Depósito da 3a. Divisão da dita estrada de ferro. No decorrer de 1912, Gonçalves Castro & Companhia e Oscar Taves & Companhia foram cobrar as notas, quando a Intendência descobriu que as mercadorias não tinham entrada no depósito. O valor total da tentativa de estelionato foi de 217:051$740 réis. O Supremo Tribunal Federal aceitou os embargos e aceitou que a ação penal estivesse prescrita. Procuração, Tabelião Eduardo Carneiro de Mendonça, Rua do Rosário, 116 - RJ, 1914; Justificação, s/d; Recibo, Companhia Gonçalves Castro, 1913; Jornal Diário Oficial, 25/06/1914, 14/11/1913, 28/11/1913, 09/01/1914, 10/01/1914, 24/06/1914, 07/07/1914; Tradução Tradutor Público Eduardo Frederico Alexander, s/d; Cartão Postal, s/d; Contrato, 1914.
Zonder titelTrata-se de pedido de Habeas Corpus para que sejam garantidos direitos como o de liberdade aos pacientes, cessando por meio desse o constrangimento ilegal que sofrem em sua liberdade individual Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil em 1891, artigo 72, parágrafos 14 e 22. O Habeas Corpus era utilizado para impedir qualquer ato que pudesse ferir a liberdade individual do ser humano, tendo como exemplo: liberdade de locomoção, prisão ilegal (não tendo provas, não sendo feito por autoridade judiciária, expulsão do território ferindo a Lei de deportação etc). O paciente alegava que estava sofrendo ameaça de constrangimento ilegal por parte da Junta de Alistamento e Sorteio Militar. O paciente disse que foi contemplado no sorteio militar no Distrito de Santa Rita, onde já havia trabalhado em uma casa comercial, todavia no momento que foi contemplado o paciente estava trabalhando na Fármacia do Povo na cidade de Niterói. O alistamento foi ilegal visto que, ele não se encontrava no distrito de sua residência. O juiz concedeu a ordem de habeas corpus. É citado o Decreto nº 15.934 de 1923, artigo 11922. Certidão de Nascimento 3, 1921, 1924; Recorte de Jornal Diário Oficial, 08/08/1924; Certificado de Despacho; Auto de Qualificação e Interrogatório, 1924.
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