A autora, localizada na Rua 1o. de Março, 76, Rio de Janeiro, com comércio de importação e exportação, fez protesto de abandono de carga da barca registrada na Lloyd Brasileira, pedindo a companhia suplicada o valor de 68:000$000 réis pelos riscos de perda total e avaria grossa, em que consta a sua apólice. O juiz deu provimento ao pedido de protesto. Procuração, 1892.
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A autora, companhia de seguros propôs uma ação ordinária contra a União Federal e a Polícia Rodoviária Federal. A suplicante pagou ao seu segurado o valor de Cr$ 266.967,80 devido a um acidente na Estrada Rio - Teresópolis por culpa do 2º réu. Requereu que os réus efetuassem um ressarcimento naquela mesma quantia. O processo passou por apelação no Tribunal Federal de Recursos. O juiz da 2ª Vara, Wellington Pimentel julgou improcedente a ação. O autor apelou da decisão ao Tribunal Federal de Recursos. O Tribunal Federal de Recursos julgou deserto o recurso interposto, por falta de preparo no prazo legal. procuração tabelião José de Segadas Viana 6º Ofício de Notas Rua do Rosário, 136 - RJ 1962; recibo de indenização/quitação 1962; laudo pericial em veículos e local de acidente 1962; formulário de declaração de acidente de automóvel 1962; proposta de seguro de automóvel 1961/1962; Declaração de apólice de seguro 1962; formulário para descrição de acidente feito pela Polícia Rodoviária Federal 1962; custa processual 1963; Código de Trânsito, artigo 52; escritório, Rua Senador Dantas, 20, salas 1.304/6 - RJ.
UntitledTrata-se de ratificação de protesto por todos os prejuízos, perdas e danos, causados pelo imprevisto que atrasou sua viagem do vapor nacional Bragança do Porto do Pará com destino aos Portos de Pernambuco Santos e Rio de Janeiro onde se encontravam as mercadorias a serem carregadas, quando o comandante verificou a entrada de muita água no porão de seu vapor. Juiz julgou por sentença o presente protesto.
UntitledTrata-se de um pedido de indenização por perdas e danos no valor de 200:807$640 réis por conta das despesas de custeio do navio a vapor nacional Rio Formoso durante a sua forçada inatividade para os aludidos consertos e das custas judiciais, além dos prejuízos como: lucros cessantes e depreciação do navio. A autora, proprietária do navio acusou a ré, dona do navio a vapor nacional Rio Pardo, pelo abalroamento. Citações do Código Comercial, artigo 749 e 750, Decreto nº 737 de 25/11/1850, artigo 191 e 209. O juiz deu como procedente a ação . Fotografia de Embarcação; Planta de local não especificado; Mapa do Capitão de Fragata Madame Mouchez; Recorte de Jornal Diário Oficial, 06/04/1906; Apólice de Seguro Marítimo, Mercúrio Companhia de Seguros, valor 150:00$000 réis ; Fatura 21, Officina de Machinas Felismino Soares & Cia., 1904, 1905, Estaleiro de Construção Naval Mortona a Vapor, 1904 e 1905; Procuração 6, PE, 1904 e 1905, Tabelião Alfredo Prisco Barbosa, 1904, tabelião Emigdio Adolpho Victorio da Costa, Rua do Rosário, 138 - RJ, 1904, tabelião Andronico Rustico de Souza Tupinambá, 1903, tabelião Carlos Theodoro Gomes Guimarães, 1903; fatura do autor ao réu, valor 200:807$640 réis, 1904; Auto de Exame e Vistoria, 1904.
UntitledO autor, nacionalidade inglesa, Comandante do vapor Erlesburgh, requer ratificar o protesto referente aos danos ocasionados em sua embarcação pelo vapor Iguassú. O juiz julgou a ação procedente. Procuração 2, 1925; Recibo de Taxa Judiciária, 1925.
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